Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.337, de 10/05/2011

Não é sobre o Código! artigo de Efraim Rodrigues O Meio Antrópico, artigo de Roberto Naime Como se conscientizar das realidades, artigo de Maurício Gomide Martins Deu na Folha 'Norte de Minas será um deserto em vinte anos', artigo de Aroldo Cangussu Ibama multa caçadora de onças no pantanal em R$105 mil Telhado branco pode provocar o efeito contrário devido à suscetibilidade das tintas à colonização por fungos ‘Césio. O

Não é sobre o Código! artigo de Efraim Rodrigues

[EcoDebate] Imagino que meus dois leitores tenham vindo a este espaço buscar avidamente notícias sobre a última do Código Florestal. Infelizmente este não é o melhor lugar para isto, porque a coisa está borbulhando tanto que o jornal novinho pode já só servir para embrulhar peixe. Para evitar patinar na mesmice dos artigos “ponto de vista dos ruralistas” X “ponto de vista dos ambientalistas” falemos hoje do ponto de vista do Ouricuri,

O Meio Antrópico, artigo de Roberto Naime

[EcoDebate] O ser humano faz parte do reino animal e poderia ser incluído na fauna do meio biológico. Mas devido à sua enorme capacidade de produzir modificações relevantes no meio natural, merece ter um domínio próprio específico, chamado de meio socioeconômico ou antrópico. A revolução neolítica, há cerca de 10.000 anos atrás, transformava a espécie humana de coletora em produtora de alimentos. O ser humano deixava de garantir sua subsistência apenas

Como se conscientizar das realidades, artigo de Maurício Gomide Martins

[EcoDebate] A potencialidade mental de consciência, todos possuem. Já nascemos com ela. É produto da evolução. No frontispício dessa faculdade, está a percepção de ser, existir. Daí que a primeira percepção é a do ego, isto é, a percepção de si. “Penso, logo existo”. Essa aptidão mental nos possibilita ingressar no amplo campo dos sentimentos advindos da introspecção pelos quais o indivíduo passa a enxergar diversas realidades que se achavam ocultas.

Deu na Folha ‘Norte de Minas será um deserto em vinte anos’, artigo de Aroldo Cangussu

[EcoDebate] Ao ler o jornal “Folha de São Paulo” do dia 09 de maio de 2011, última segunda feira, tive um susto ao me deparar com uma matéria no caderno “Cotidiano”, na seção de Ciência: “Norte de MG pode virar um deserto em vinte anos”. O artigo relaciona três mazelas que ocorrem na região e que a podem levar ao colapso: desmatamento, monocultura e pecuária intensiva e pouca quantidade de

Ibama multa caçadora de onças no pantanal em R$105 mil

O escritório regional do Ibama em Corumbá/MS multou a proprietária da fazenda Santa Sofia em R$ 105 mil por caça ilegal de onça e outros animais silvestres no pantanal. Os dois crânios de onça apreendidos na fazenda continham resíduos de musculatura, indicando abate recente, conforme laudo pericial da Embrapa Pantanal. Também, foram encontradas 16 galhadas de cervos do pantanal, uma pele de sucuri e

Telhado branco pode provocar o efeito contrário devido à suscetibilidade das tintas à colonização por fungos

Teto de vidro -A pintura de todos os telhados da cidade de São Paulo de branco para, entre outros objetivos, minimizar a absorção de calor e, consequentemente, reduzir o consumo de energia com o uso de ventiladores e ar-condicionado e o efeito de ilha de calor urbana, como pretende promover um Projeto de Lei aprovado em primeira votação na Câmara Municipal de São Paulo no

‘Césio. O brilho da morte’ é um dos finalistas do 1º Festival Internacional de Filmes sobre Energia Nuclear

O filme "Césio 137. O brilho da morte", do Diretor Luiz Eduardo Jorge (2003, 24 min), que fala sobre o maior acidente nuclear do Brasil, 1987, é um dos sete finalistas do 1º Festival Internacional de Filmes sobre Energia Nuclear - Urânio em Movi(e)mento, no Rio de Janeiro. Um juri de cineastas, cientistas e jornalistas escolheu os finalistas entre 34 selecionados, para competir nos prêmios de melhor curta e melhor

Conjuntura da Semana: Código Florestal em debate

Sumário: Flexibilização do Código Florestal - Código Florestal. Flexibilizar para explorar - O efeito devastador da flexibilização - Reforma no Código não dialoga com a natureza - O modelo desenvolvimentista justifica a flexibilização do Código - Aldo Rebelo. Síntese da esquerda atrasada e oportunista Eis a análise. A aprovação nos próximos dias da flexibilização do Código Florestal brasileiro é mais uma manifestação de que o Brasil está perdendo o bonde da história e não percebe, ou não quer

‘O novo Código Florestal está querendo anistiar crimes ambientais’. Entrevista com Francisco Milanez

Não sendo o centro do mundo, o homem, defende Francisco Milanez, não pode criar propostas como esta do novo Código Florestal. Em entrevista à IHU On-Line, realizada por telefone, o ambientalista diz que essa proposta diminuirá as áreas de proteção e as reservas legais. “Nós estamos colocando em risco biomas e perdendo espécies que ainda nem conhecemos”, apontou. Francisco afirma que os desastres naturais recentes se devem às intervenções irresponsáveis do

Código Florestal: pressa é inimiga do futuro, artigo de Ivan Valente

A tentativa de flexibilização da legislação ambiental dará a Estados e municípios uma autonomia que trabalha a favor do agronegócio do país [Folha de S.Paulo] O projeto do novo Código Florestal, se aprovado, significará um brutal retrocesso na proteção do meio ambiente e da biodiversidade. Basta olhar para o resultado da ocupação irregular das áreas de preservação permanente (APPs) nas tragédias no Rio de Janeiro para ter a dimensão da irresponsabilidade de

MG: Desmatamento, agropecuária e mudanças climáticas deixarão um terço do Estado com suas terras improdutivas

Norte de MG pode virar deserto em 20 anos - Segundo o governo de MG, é preciso R$ 1,3 bi para frear o processo; governo federal investe R$ 6 mi em todo o país Um terço do território de Minas Gerais pode virar "deserto" em 20 anos. A conclusão é de um estudo encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente ao governo mineiro e concluído em março. O desmatamento, a monocultura e a

Hidrelétrica de Mauá desmatará quarta maior faixa contínua de floresta nativa do Paraná

Mil homens trabalham para derrubar a floresta nativa que dará lugar ao reservatório da nova hidrelétrica do Paraná, no Rio Tibagi. A reportagem é de Katia Bremabatti e publicada pelo jornal Gazeta do Povo, 08-05-2011. A quarta maior faixa contínua de floresta nativa do Paraná está caindo por terra, desta vez com autorização oficial. Menor em extensão apenas se comparada aos trechos da Serra do Mar, ao Parque Nacional do Iguaçu e

Hidrelétrica de Mauá, no Paraná, não é necessária. Entrevista com Isabel Diniz

Além dos impactos ambientais, sociais, econômicos, políticos e culturais para a população ribeirinha, a construção da Usina Hidrelétrica de Mauá não responde a necessidades locais: toda a energia será exportada, já tendo sido até vendida para exportação. Essa é a afirmação da historiadora Isabel Cristina Diniz, coordenadora regional da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Paraná, em entrevista, por telefone, para a IHU On-Line. A bacia do Rio Tibagi, no norte

Documento do IPCC indica que fontes renováveis podem suprir 80% da demanda de energia até 2050

Um documento divulgado nesta segunda-feira pelo Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês), o órgão da ONU para as mudanças climáticas, indica que as tecnologias renováveis podem prover 80% das necessidades de energia do planeta até a metade do século 21. No texto, um sumário do Relatório Especial sobre Fontes de Energia Renováveis e Mitigação da Mudança Climática (SRREN, sigla em inglês), o IPCC afirma que quase a metade

Energias mais renováveis que as outras

O Painel Intergovernamental para Mudança Climática, o IPCC, na sigla em inglês, divulgou nesta segunda-feira um relatório sobre o uso de energias renováveis no mundo. A fatia fica em torno dos 13% do total usado no planeta. Parece muito, mas retiradas da equação biomassa e hidrelétrica, o percentual cai para minúsculos 0,5%. No país da polêmica usina de Belo Monte, todos conhecem os benefícios e também os potenciais problemas da expansão

Pollutants and Respiratory Illness in Infants

Fine Particulate Matter Pollution Linked To Respiratory Illness In Infants And Increased Hospital Costs Perry Sheffield1,*, Angkana Roy2, Kendrew Wong3 and Leonardo Trasande4 1Perry Sheffield (perry.sheffield{at}mssm.edu) is an assistant professor at the Mount Sinai School of Medicine, in New York City. 2Angkana Roy is a pediatrician at the Erie Family Health Center, in Chicago, Illinois. 3Kendrew Wong is a research assistant at the Mount Sinai School of Medicine. 4Leonardo Trasande is an associate professor and

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