Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.307, de 28/03/2011

Marina e a democracia interna no PV: Questão de confiança, artigo de Montserrat Martins Eletricidade nuclear e as tarifas, artigo de Heitor Scalambrini Costa Empresas do setor de base florestal plantada e ong's apresentam proposta para Código Florestal Água é reduzida no consenso das reflorestadoras, papeleiras, mineradoras e algumas ongs sobre a revisão do CÓDIGO FLORESTAL FETRAF-BRASIL e Via Campesina lançam posição unificada sobre as alterações do Código Florestal Bispo

Marina e a democracia interna no PV: Questão de confiança, artigo de Montserrat Martins

[EcoDebate] Um “best seller” com 2 milhões e meio de exemplares vendidos no Brasil, “O Monge e o Executivo” se propõe a ser um livro sobre “liderança”, mas é uma verdadeira obra de psicologia sobre a qualidade das relações humanas. Logo nos primeiros capítulos, sempre através de uma história rica em diálogos, mostra a diferença entre o poder (que é imposto à força) e a autoridade (que é

Eletricidade nuclear e as tarifas, artigo de Heitor Scalambrini Costa

[EcoDebate] Os impactos do desastre nuclear na central de Fukushima, no Japão, devem ter efeito imediato nos preços das centrais projetadas no mundo e no Brasil. A exigência de sistemas de segurança mais eficientes e uma alta no preço dos seguros tendem a encarecer ainda mais a eletricidade nuclear. Os custos de uma usina nuclear crescem proporcionalmente com o nível de confiabilidade e segurança exigidos. Quanto menores forem os investimentos na

Empresas do setor de base florestal plantada e ong’s apresentam proposta para Código Florestal

Com o objetivo de contribuir para o aprimoramento da legislação vigente, empresas do setor de base florestal plantada e algumas das principais organizações socioambientais em atuação no Brasil apresentaram hoje (24), em São Paulo, uma proposta contendo 16 pontos específicos para o novo Código Florestal Brasileiro, em tramitação no Congresso Nacional. O documento é resultado de um trabalho de oito meses realizado pelo Diálogo Florestal

Água é reduzida no consenso das reflorestadoras, papeleiras, mineradoras e algumas ongs sobre a revisão do CÓDIGO FLORESTAL

Acabo de ler os tais 16 pontos consensuados pelo chamado "Diálogo Florestal" - reflorestadoras, papeleiras, segmento da mineração e ONGs para todos os gostos: 16 pontos de consenso do Diálogo Florestal Carta do Diálogo Florestal Detalhamento dos pontos acordados Achei algumas medidas interessantes, como a previsão e proposta pelo pagamento dos serviços ambientais. Sobre as questões territoriais, tamanhos de propriedades, de reservas legais etc, não me sinto em condições de opinar - embora fosse

FETRAF-BRASIL e Via Campesina lançam posição unificada sobre as alterações do Código Florestal

FETRAF-BRASIL e Via Campesina: unidas em favor do meio ambiente Na terça-feira (29), entidades lançam posição unificada sobre as alterações do Código Florestal A mudança do Código Florestal brasileiro é hoje uma das principais pautas políticas de nosso país. Em uma época de crise ambiental, climática e alimentar, a sociedade tem acompanhado e se manifestado a respeito das propostas que estão sendo apresentadas. A Via Campesina, articulação de movimentos de camponeses, mulheres,

Bispo do Xingu, dom Erwin Kräutler, diz que indígenas não foram ouvidos sobre Belo Monte

Em mais uma tentativa de impedir a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), o presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e bispo da prelazia do Xingu, dom Erwin Kräutler, entregou, dia 25/3, à subprocuradora-geral da República, Deborah Duprat, uma denúncia sobre falhas na participação das comunidades indígenas que serão atingidas pelo empreendimento. O Cimi argumenta que as oitivas indígenas – audiências para ouvir a opinião das

Carta aberta de dom Erwin Kräutler – Belo Monte: O diálogo que não houve

Carta aberta à Opinião Pública Nacional e Internacional Venho mais uma vez manifestar-me publicamente em relação ao projeto do Governo Federal de construir a Usina Hidrelétrica Belo Monte cujas consequências irreversíveis atingirão especialmente os municípios paraenses de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Vitória do Xingu e os povos indígenas da região. Como Bispo do Xingu e presidente do Cimi, solicitei uma

PA: produtores rurais que se regularizarem terão facilidades para desembargar áreas

Vantagem faz parte do pacote de benefícios lançado na quarta-feira, 23 de março, para municípios e produtores rurais comprometidos com o combate ao desmatamento Os produtores rurais dos municípios comprometidos com o combate ao desmatamento no Pará ganharam na quarta-feira, 23 de março, a garantia de facilidades para retirar áreas da lista de fazendas cuja utilização está proibida devido a irregularidades ambientais. Para conseguir desembargar as áreas, basta que o município

Governo transfere do MCT para o GSI a coordenação de comitê de emergência nuclear em Angra dos Reis

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República passa agora a ser o órgão responsável por coordenar as atividades do Comitê de Planejamento de Resposta a Situações de Emergência Nuclear no Município de Angra dos Reis (Copren/AR), criado em 2003 pelo Ministério de Ciência e Tecnologia. A cidade no litoral sul fluminense é sede das duas usinas termonucleares em funcionamento no Brasil (Angra 1 e Angra 2) e

Físico diz que setor saúde deve participar do planejamento nuclear do país

A catástrofe natural que ocasionou o acidente com os reatores do Complexo Nuclear de Fukushima, no Japão, gerou um alerta para que todo o mundo reveja seus projetos nucleares. E, no Brasil, não é diferente. O país conta com um programa nuclear, mas há setores da sociedade contrários a essa opção. O momento, portanto, é de promover um rico debate sobre o tema, com participação intensa

BH: Síntese do conflito que envolve as comunidades Camilo Torres-Dandara-Irmã Dorothy

Estamos na iminência de despejos das Comunidades Camilo Torres, Irmã Dorothy e Dandara, em Belo Horizonte, MG, Brasil. Trata-se de 1.200 famílias sem-teto, que há 3 anos lutam para que seja respeitado o sagrado e constitucional direito à moradia, à dignidade humana e que a função social da propriedade seja cobrada pelo poder judiciário. 1 - A Comunidade Camilo Torres nasceu em 16/02/2008. São 142 famílias, que já construíram na luta,

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