Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.275, de 08/02/2011

Dogmas não são dialéticos, artigo de Efraim Rodrigues Exploração indevida dos desastres da Região Serrana/RJ, artigo de Osvaldo Ferreira Valente Sabe aquele Kg a mais? Esquece... Pergunte-me por que? artigo de Américo Canhoto Uma esperança: A Era do Ecozóico, artigo de Leonardo Boff Procura-se sociedade civil adestrável! artigo de Almacks Luiz Silva Indígenas querem entregar a Dilma manifesto contra construção de Belo Monte Antropólogos e lideranças indígenas dizem que Belo Monte desconsidera direitos indígenas Moradores da região

Dogmas não são dialéticos, artigo de Efraim Rodrigues

[EcoDebate] O que acontecerá agora que descobriu-se que as constelações não estavam onde os astrólogos pensavam ? Alguém cairá em si que por centenas de anos nenhum destes idiotas de turbante se deu ao trabalho de olhar para as constelações de que tanto falam ? Alguém perceberá que se afinal de contas as pessoas eram de um signo e achavam que era de outro é porque na verdade tanto faz ? Talvez

Exploração indevida dos desastres da Região Serrana/RJ, artigo de Osvaldo Ferreira Valente

[EcoDebate] Apesar de sabermos que fenômenos naturais são capazes de provocar desastres, a violência com que eles atingiram a Região Serrana do Rio de Janeiro foi de assustar e provocar muita tristeza. Precisei de coragem para acompanhar, via televisão, todo o desespero da população atingida e até mesmo me indignar com a falta de tato de muitos repórteres que não se acanhavam de perguntar o que a pessoa estava sentindo,

Sabe aquele Kg a mais? Esquece… Pergunte-me por que? artigo de Américo Canhoto

[EcoDebate] Quando reclamando das lições, uma atrás da outra, nesta fase de final de ciclo planetário; nós dizemos que a vida está ficando “pesada”. Sem querer e sem consciência, descobrimos um fato, decorrente do estilo de viver sob perigo constante (24hs – dia e noite até dormindo) – sob a ação do Estresse Crônico, nós ganhamos peso com extrema facilidade; e perdê-lo, para muitos, será uma tarefa quase impossível. “Vivemos

Uma esperança: A Era do Ecozóico, artigo de Leonardo Boff

[EcoDebate] Quem leu meu artigo anterior ‘O antropoceno: uma nova era geológica’ deve ter ficado desolado. E com razão, pois, quis intencionalmente provocar tal sentimento. Com efeito, a visão de mundo imperante, mecanicista, utilitarista, antropocêntrica e sem respeito pela Mãe Terra e pelos limites de seus ecossistemas só pode levar a um impasse perigoso: liquidar com as condições ecológicas que nos permitem manter nossa civilização e a vida humana neste

Procura-se sociedade civil adestrável! artigo de Almacks Luiz Silva

[Ecodebate] Após a calorosa expectativa das eleições 2010, começam os desfiles das habilidades e competências. Alguns para manterem o cargo, outros para subir mais degraus na escalada governamental - todos dispostos às mais absurdas estratégias e mexericos para o alcance dos seus objetivos. O debate e a gestão democrática agora só cabem se tiver entrevista na rádio e na TV. Apresentações nos fóruns somente se os representantes da sociedade civil forem

Indígenas querem entregar a Dilma manifesto contra construção de Belo Monte

Símbolo internacional do movimento de defesa da Amazônia, o cacique Raoni quer dizer à presidenta Dilma Rousseff que os povos indígenas da região do Rio Xingu, no Pará, não querem a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Raoni está em Brasília com mais 100 indígenas da etnia Kayapó, que pretendem entregar hoje (8) um manifesto à presidenta com mais de meio milhão de assinaturas contra a hidrelétrica. “Vim para falar que

Antropólogos e lideranças indígenas dizem que Belo Monte desconsidera direitos indígenas

O processo de construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), não tem levado em conta os direitos e a voz dos povos indígenas e das comunidades tradicionais da região. A crítica é de antropólogos e lideranças indígenas. A resistência dos índios kayapó e de comunidades ribeirinhas, que desde a década de 1980 protestam contra a instalação de projetos hidrelétricos no Xingu, não foram considerados pelo governo quando

Moradores da região de Belo Monte se sentem traídos por Lula

Comunidades indígenas e ribeirinhas que vivem na região onde o governo pretende construir a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), se dizem traídas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, segundo lideranças locais, havia se comprometido em discutir o projeto com as comunidades atingidas. Em julho de 2009, em uma reunião com movimentos sociais da região e o bispo da Prelazia do Xingu, dom Erwin Kräutler, o

Vice-procuradora-geral da República diz que Belo Monte não tem estudo de impacto ambiental

A declaração foi feita durante o Seminário sobre a hidrelétrica de Belo Monte e a questão indígena, realizado na Universidade de Brasília (UnB) A vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat, criticou, nesta segunda-feira, 7 de fevereiro, o empreendimento da hidrelétrica de Belo Monte por não contemplar um estudo de impacto ambiental que trate do componente humano. Segundo explicou, a Resolução 001 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) é clara ao estabelecer

Belo Monte Não: Carta para Dilma Rousseff

Excelentíssima Senhora Dilma Rousseff Presidente da República Federativa do Brasil Brasília, 08 de fevereiro de 2011 Senhora Presidente, Em primeiro lugar, parabenizamos Vossa Excelência pela sua eleição como a primeira mulher presidente do Brasil, um fato de enorme importância histórica. Ao mesmo tempo, nós, movimentos de povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas, agricultores familiares e de outras populações que habitam ao longo dos rios amazônicos, integrantes da Aliança em Defesa dos Rios Amazônicos, em conjunto com

Pesquisa identificará microrganismos da Floresta Amazônica capazes de auxiliar a degradação da celulose

Enzimas da floresta - Viabilizar a fabricação industrial de etanol celulósico não é uma tarefa trivial, mas é fundamental para aumentar a produção brasileira do combustível sem ampliar a área plantada de cana-de-açúcar. A chave para essa revolução tecnológica pode estar na imensa diversidade de microrganismos da Floresta Amazônica. Nos próximos quatro anos, um projeto de pesquisa que envolve cientistas de São Paulo e do Pará

Top