Mudou o jornalismo, não o Semi-Árido, artigo de Washington Novaes

[O Estado de S.Paulo] A primeira manchete de jornal escrita pelo autor destas linhas na então Folha da Manhã, nos idos de 1958, dizia: Assume proporções de catástrofe na Paraíba a seca que assola todo o Nordeste. Mudou o estilo, passou-se mais de meio século, não mudou a realidade. Na próxima segunda-feira, em Fortaleza, a Organização das Nações Unidas lançará a Década da ONU sobre Desertos e de Combate à

Mudanças na demografia que ajudaram a economia

Uma palestra do professor José Eustáquio Diniz Alves* sobre a situação demográfica do Brasil, na Federação do Comércio do Estado de São Paulo, permitiu avaliar como o governo do presidente Lula da Silva foi ajudado pela grande transformação da população brasileira nos anos recentes, e que poderá ser confirmada pelo Censo do IBGE. Raramente os economistas dão atenção à demografia, que no Brasil sofreu rápida mudança de rumo, com efeito profundo

A ONU alerta que o mundo vive fenômenos meteorológicos extremos ‘sem precedentes’

A Organização Mundial de Meteorologia (OMM) garante que o planeta sofre uma série de fenômenos meteorológicos extremos “sem precedentes”. Em um comunicado, cita a onda de calor e os incêndios na Rússia, as inundações em enormes extensões na Ásia e partes da Europa central, a seca na África subsaariana e os deslizamentos de terra na China. O organismo da ONU avisa que ainda é cedo para atribuir um fenômeno concreto

Incêndios nas regiões contaminadas pelo desastre radioativo de Chernobyl: As ‘florestas da morte’ na Rússia

As "florestas da morte" estão em chamas na Rússia. Volta o pesadelo Chernobyl: o alarme dos cientistas é de que há partículas radioativas no ar. Isso porque as árvores de Briansk, onde "dormem" os restos da nuvem tóxica de 1986 estão queimando. Em 1992, a fumaça fez elevar o nível de atenção na Lituânia, a 800 km de distância. A reportagem [In fiamme le 'foreste della morte' Russia, torna l' incubo

Top