Dos alimentos à energia: a revolução que queremos. Diálogo entre Carlo Petrini e Jeremy Rifkin

Eis como a exploração das fontes renováveis e uma radical re-educação alimentar, com um menor consumo de carne e uma redução dos desperdícios, podem dar uma chance ao mundo. Face a face, o economista norte-americano Jeremy Rifkin e o fundador do Slow Food, Carlo Petrini, compartilham a rejeição aos sistemas centralizados. E pensam juntos sobre uma profunda transformação dos comportamentos. Com a ajuda da Internet. O diálogo foi publicado no jornal

Belo Monte: como desmontar uma bela farsa, artigo de Mauricio Santos Matos

[Movimento Xingu Vivo para Sempre] Matéria publicada no site do Governo do Estado do Pará dá a exata noção da falta de escrúpulos daqueles que tentam vender a idéia de que a construção do AHE Belo Monte vai trazer enormes benefícios para a população paraense. O texto conta uma farsa: Belo Monte vai gerar energia para o povo pobre e excluído da Amazônia. Apesar de não ser original, o método é

Nas novas tecnologias, desafios ao petróleo, artigo de Washington Novaes

[O Estado de S.Paulo] O desastre com a plataforma de petróleo no Golfo do México põe em relevo duas questões que precisam ser respondidas com urgência: 1) Que limites devem ser respeitados no desenvolvimento vertiginoso de tecnologias nessa e em outras áreas e que implicam riscos muito graves? 2) Tendo em vista a possibilidade de desastres como o do Golfo do México e considerando ainda a necessidade urgente de reduzir

Desastre ambiental no Golfo do México: Consequências para a vida na região demorarão décadas para serem superadas

Infográfico no Correio Braziliense. Para acessar o infográfico no tamanho original clique aqui. Especialistas acreditam que os efeitos nocivos do vazamento de petróleo na costa dos Estados Unidos podem afetar até mesmo sistemas marinhos distantes Há cerca de um mês, a costa sul dos Estados Unidos era conhecida apenas por suas belas praias e por ser o santuário de animais como o pelicano-castanho e a tartaruga marinha. No entanto, uma explosão em

Uma década depois, mapeamento genético humano produz poucas novas curas

Dez anos depois do presidente Bill Clinton ter anunciado que o primeiro esboço do genoma humano estava completo, a medicina ainda não viu grande parte dos benefícios prometidos. Para os biólogos, o genoma rendeu uma surpresa reveladora atrás da outra. Mas a meta principal do Projeto Genoma Humano de US$ 3 bilhões – desmascarar as raízes genéticas de doenças comuns como câncer e mal de Alzheimer e então produzir tratamentos –

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