RJ: Comunidade protesta contra instalação de aterro sanitário em município do interior

O fechamento do aterro sanitário de Gramacho, na região metropolitana do Rio, deverá melhorar a qualidade do ar de quem mora no bairro, em Duque de Caxias, e sofre com o permanente mau cheiro e a poeira levantada pelas centenas de caminhões que transitam 24 horas por dia no local. Mas a transferência já está tirando o sono dos cerca de 10 mil moradores da Agrovila de Chaperó, uma comunidade

‘Estamos a anos-luz da erradicação do trabalho escravo’, afirma procuradora

"Temos que ter humildade para admitir que estamos a anos-luz da erradicação do trabalho escravo". A declaração de Ruth Vilela (foto), titular da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e personalidade central na repressão ao crime, simboliza, ao mesmo tempo, algum pessimismo e muita noção da realidade. Em sua participação no I Encontro Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, realizado semana passada na capital

Brasil, a agenda ‘esquecida’: Código florestal, debate para além da questão ambiental

A possível alteração do Código Florestal brasileiro é outro fato da conjuntura nacional, na agenda nesses dias, que manifesta o debate de modelo de sociedade que se deseja. Ofuscado pelo boom econômico, o tema ambiental não tem recebido atenção por parte do governo, pelo contrário, é visto como um empecilho para o crescimento econômico. Há um visível desconforto e até má vontade por parte do governo em debater o tema,

Brasil, a agenda ‘esquecida’: A questão agrária

O Brasil cresce a taxas que se aproximam das chinesas. Os economistas fazem previsões para a elevação do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano na ordem de 6,5%, 7% e até 7,5%. O desemprego caiu para o seu menor nível da história e a classe média brasileira teria chegado à casa de 80 milhões de pessoas, um megaprocesso de mobilidade social jamais visto. Soma-se ao processo de representação de um país

Desmatamento: Volta ao passado na Amazônia? artigo de Washington Novaes

[O Estado de S.Paulo] De vários cantos surgem sinais preocupantes sobre aparentes indícios de retomada do crescimento do desmatamento na Amazônia, com a agravante de se estar ingressando numa conjuntura econômico-política favorável a esse desdobramento. Em março de 2010, a taxa de desmatamento foi 35% maior que a de 2009, segundo o Imazon. E de agosto de 2009 a fevereiro de 2010, foi 23,7% mais alta. Em janeiro último, por

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