Índice da edição de 02/02/2010

Estatísticas de acesso ao EcoDebate, em janeiro de 2010 Pesquisa sugere que a maioria dos pais não percebem se seus filhos estão com sobrepeso ou obesos, por Henrique Cortez Crescimento populacional e desenvolvimento econômico, artigo José Eustáquio Diniz Alves A reforma agrária, artigo de Bruno Peron Loureiro Sibutramina, adeus a mais uma pílula mágica. Reeducação alimentar é o único caminho, artigo de Américo Canhoto Ibama concede licença prévia para Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no

Estatísticas de acesso ao EcoDebate, em janeiro de 2010

Relatório: EcoDebate Intervalo: 01/01/2010 - 31/01/2010 Total de Visitas 98.754 Total de Visitantes Únicos 71.352 Total de Páginas (Impressões) 459.931 Total de Hits 3.237.239 Total de Bytes Transferidos 61.02 GB Média diária de Visitas: 3.185,61 Média diária de Páginas: 14.836,48 (crescimento de 46,75% em relação a 2009) A série histórica das estatísticas, a contar de maio/2008, está disponível na página de “Estatísticas” 24629

Pesquisa sugere que a maioria dos pais não percebem se seus filhos estão com sobrepeso ou obesos, por Henrique Cortez

Foto: Marcello Casal JR/ ABr [EcoDebate] Um novo estudo [How do parents of 4 to 5-year-old children perceive the weight of their children?], realizado nos EUA com mais de 800 pais e 439 crianças, publicado na edição de fevereiro da revista Acta Paediatrica, alerta para a dificuldade dos pais em avaliar, de forma correta e isenta, o sobrepeso ou obesidade em crianças com 4 ou 5 anos de idade. De acordo com

Crescimento populacional e desenvolvimento econômico, artigo José Eustáquio Diniz Alves

[EcoDebate] A população mundial era de cerca de 250 milhões de habitantes no ano 1 da era Cristã e passou para 500 milhões, em 1500. Dobrou em mil e quinhentos anos. Por volta de 1800, a população mundial atingiu um bilhão de pessoas (dobrou em cerca de 300 anos) e as conseqüências iniciais da Primeira Revolução Industrial sobre o planeta foram apenas residuais até aquele momento. Ao redor de 1922,

A reforma agrária, artigo de Bruno Peron Loureiro

[EcoDebate] Reforma agrária é uma dessas questões que se reservam aos super-heróis das políticas públicas. Ainda que dentro do desejável, possível e necessário para uma sociedade mais justa, as propostas de divisão de terras no Brasil incidem em interesses conflitantes: de um lado, os insatisfeitos com o pouco de que dispõem; de outro, os cães que rosnam com o osso na boca. A concentração de propriedade é abusiva neste país, portanto é

Sibutramina, adeus a mais uma pílula mágica. Reeducação alimentar é o único caminho, artigo de Américo Canhoto

[EcoDebate] Embora a muitas pessoas que lutam contra o ganho de peso possa parecer estranho; mas, é saudável o alerta que a Anvisa fez a respeito do remédio para emagrecer Sibutramina. No progresso humano não há atalhos, nem mágicas – qualquer escolha tem um preço; ás vezes alto demais. No caso dos efeitos colaterais; alguns não têm volta em tempo hábil (antes da morte); outros e possível contornar e administrar. Li alguns

Ibama concede licença prévia para Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o presidente do Ibama, Roberto Messias Franco, dão coletiva sobre a concessão da licença ambiental para a construção da Hidrelétrica de Belo Monte (01/02/2010). Foto: Marcello Casal Jr/ABr O Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu ontem (1º) a licença prévia para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). O documento, assinado pelo presidente do Ibama,

Usina Hidrelétrica de Belo Monte: Reação de índios e ribeirinhos à construção é imprevisível, diz dom Erwin Kräutler

Instalação da usina hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu (PA) deverá inundar uma área total de 440 km2 - um terço da área de Itaipu. Estudos dos anos 80 previam a inundação de 1.225 km2. Imagem Terra Magazine. O presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), dom Erwin Kräutler, afirmou ontem (1º) que é imprevisível a reação dos povos indígenas e das populações ribeirinhas contrárias ao projeto da Hidrelétrica de Belo

MPF/MG vai investigar impacto integrado de várias barragens nas bacias dos rios Doce, Jequitinhonha e Mucuri

MPF/MG quer avaliar impacto da construção de várias barragens em mesma bacia hidrográfica - O Ministério Público Federal em Governador Valadares (MG) instaurou inquérito civil público para investigar o impacto integrado dos empreendimentos hidrelétricos nas bacias hidrográficas daquela região, em especial nas bacias do Rio Doce, Rio Jequitinhonha e Rio Mucuri. A investigação irá abranger tanto as centrais hidrelétricas já construídas como as previstas para serem implantadas nos próximos anos. A

Prefeitura no RS desapropria área de lixão ilegal

Desde 1983 o lixão da Camélia, em Tapes, no Rio Grande do Sul, é um problema. Não somente ambiental, mas também para a família do senhor Alvelino Teixeira da Silva, que receberam de herança terras com um depósito de lixos irregular e que atualmente opera sem licença ambiental expedida pelo órgão ambiental estadual há quatro anos O fato é que na sexta feira (22/01) através de uma ação de desapropriação de

Solicitação de apoio a ação Cyber-ativista contra o Lixão da Camélia na cidade de Tapes/RS

Amigos Verdes, simpatizantes, ativistas ambientalistas de todo o Brasil e de nossa cidade de Tapes/RS, pedimos seu apoio para uma ação cyber-ativista na Rede de mundial de computadores, a fim de solicitar aos poderes constituídos da cidade de Tapes e do Estado, para que sejam procedidos o fechamento e posterior recuperação da área do Lixão da Camélia, que há 27 anos polui o meio ambiente na região do Butiazal de

Sebrae considera o carnaval deficitário na área econômica e ambientalmente insustentável

O carnaval é uma festa “deficitária” na área econômica econômico e “insustentável” na questão ambiental. Os recursos aplicados pelos governos no evento poderiam ser substituídos por incentivos do setor privado, e o lixo gerado nos desfiles das escolas de samba, principalmente, deveria ser reaproveitado. A avaliação é da gerente da Área de Economia Criativa do Sebrae - Rio, Heliana Marinho. “Do ponto de vista econômico, pelos nossos cálculos, o carnaval

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