A Era dos movimentos sociais acabou?

Movimento versus Organização O PT, Lula e os movimentos sociais Mov. sindical. Exemplo de ‘estatização’ do movimento social? Numa sociedade profundamente desigual como a brasileira, o movimento social sempre desempenhou um papel importante. Basta lembrar aqui da importância do movimento camponês, operário e estudantil que se formou a partir de meados da década de 50 no país. Esses movimentos denunciavam, se opunham e lutavam contra a modernização conservadora em curso na sociedade

A crise ambiental e a nossa Casa Comum

A percepção dos brasileiros de que os EUA são o maior culpado pelo aquecimento global – percepção correta, uma vez que é o país que mais contribuiu historicamente para o acúmulo de gases do efeito estufa na atmosfera – leva à essência do problema do aquecimento global: o consumo excessivo. "Vivemos numa cultura da estupidez e da insensatez. Não é estúpido e insano que 500 milhões sejam responsáveis por 50%

Pegada Ecológica: De quantos planetas você precisa?

Imagem: Stockxpert A água que gasta no banho, a comida que põe no prato e até o tempo em que deixa a luz acesa. O consumo de recursos naturais de uma pessoa pode ser convertido em área. Cálculos internacionais indicam que, para sustentar seu estilo de vida, o brasileiro precisa em média do equivalente a três Maracanãs por ano – área usada, por exemplo, para cultivar alimentos, gerar energia e construir

Ativistas na Bolívia acusam mineradoras e multinacionais de dificultar acesso a água no país

Água contaminada por mineradoras na Bolívia. Foto AP/DW Em tempos de mudança do clima, a água se torna artigo escasso. Ativistas pedem que governos garantam por lei o direito básico a recursos hídricos, para evitar que a água vire instrumento de exploração econômica. Devido à exploração indiscriminada de recursos naturais e às mudanças climáticas, cerca de um bilhão e meio de pessoas no mundo sofrem com falta d'água. De acordo com a

COP 15: As questões da mudança climática na África, artigo de Tegegnework Gettu

África subsaariana sofre com crescentes ciclos de secas. Foto Getty Images [Le Monde] Desde 2008, os países da África intensificam seus esforços com a intenção de formar uma coalizão para as negociações em curso sobre a mudança climática. Agora, em Copenhague, eles se esforçam para enfatizar seu ponto de vista, suas preocupações e suas expectativas. A África é muito vulnerável. As alterações climáticas comprometem as condições de vida das populações em um

COP 15: As tempestades de Copenhague, artigo de Washington Novaes

[O Estado de S.Paulo] Eventos extremos, como as chuvas dramáticas, não estão acontecendo apenas em São Paulo, no Sul e em outras partes do País. Outros tipos de tempestade estão acontecendo também em Copenhague, na reunião da Convenção do Clima - de onde estas linhas estão sendo escritas na quinta-feira. Elas acontecem até mesmo nas negociações para um acordo que possa levar todos os países a reduzir suas emissões de

COP 15 Dinheiro do clima, artigo de Míriam Leião

[Blog Mìriam Leitão, O Globo] Um espectro ronda Copenhague: o dinheiro. Há discussões filosóficas, geopolíticas, científicas, ambientais mas tudo pega mesmo é na hora de discutir o financiamento. Dinheiro já oferecido some da mesa, moeda fácil é oferecida por milagreiros, e os lobbies correm atrás de miragens monetárias. No fundo, o que se discute aqui é quanto os poluidores pagarão e quem vai receber. Alta, louríssima, voz forte, a jornalista da

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