É preciso comer menos carne para salvar a Terra?

Fabrice Nicolino, autor de Bidoche, L’Industrie de la viande menace le monde (Éditions Les Liens que Libèrent), respondeu, dia 16 de outubro, às questões dos leitores do Monde.fr sobre os efeitos nocivos do aumento massivo do consumo mundial de carne sobre o meio ambiente e a saúde. Os diálogos com Fabrice Nicolino estão publicados no Le Monde, 16-10-2009. A tradução é do Cepat. 20592

REDD: Cuidado com as miragens no combate ao desmatamento

A proteção das florestas tropicais é uma das grandes questões das negociações sobre o clima. Para combater o desmatamento, que causa 20% das emissões de gás do efeito estufa, a comunidade internacional discute há vários anos um mecanismo financeiro chamado REDD, sigla para Reducing Emissions from Deforestation and Degradation (Redução de Emissões derivadas do Desmatamento e da Degradação). No papel, a ideia parece simples: os países que conseguirem frear o

Corte de 20% de CO2 é enrolação climática, artigo de Claudio Angelo

[Folha de S.Paulo] O governo se prepara para definir, na próxima terça-feira, a meta de redução de emissões que o Brasil levará à conferência sobre mudança do clima de Copenhague, em dezembro. Caso opte pela proposta de "consenso", de oferecer como compromisso brasileiro apenas a redução do desmatamento na Amazônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará não apenas abdicando do papel de liderança que diz querer ter, como também

Doenças tropicais negligenciadas cobram um preço amargo, artigo de Donald G. McNeil Jr

Países muçulmanos carregam nos ombros "uma carga devastadora" das doenças tropicais negligenciadas do mundo, segundo um artigo [The Neglected Tropical Diseases and Their Devastating Health and Economic Impact on the Member Nations of the Organisation of the Islamic Conference] publicado no Public Library of Science Neglected Tropical Diseases. O artigo, uma combinação de análise e editorial escrito pelo editor do jornal, Peter J. Hotez, mostra que os estados-membros da Organização da

Especilista afirma que a camada mais grossa de gelo do Ártico desapareceu

A cobertura de gelo plurianual do Oceano Ártico desapareceu, um acontecimento surpreendente que tornará mais fácil abrir rotas de navegação polar, afirmou um especialista na quinta-feira. Vastos mantos impenetráveis de gelo plurianual, que podem atingir 80 metros de espessura, bloquearam por séculos o caminho de navios em busca de uma rota mais curta pela mítica Passagem Noroeste do Atlântico ao Pacífico. Eles também impossibilitavam a ideia de navegar pelo topo do

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