Índice da edição de 07/03/2009

Justiça Federal de Marabá, Pará, julga 32 processos sobre trabalho escravo e 28 réus são condenados Procuradores consideram exemplares as condenações por trabalho escravo em Marabá Nota Pública da CPT sobre as declarações do presidente do STF, Gilmar Mendes Portaria da Funai define procedimentos para identificação de terras indígenas em MS Turismo na Amazônia: o novo vilão do meio ambiente Pesquisa identifica que episódios de seca ameaçam o sequestro de carbono na Amazônia Regularização fundiária na

Procuradores consideram exemplares as condenações por trabalho escravo em Marabá

O único temor é que as sentenças demorem para ser executadas. O sudeste do Pará concentra mais de 70% das denúncias por trabalho escravo que chegam à Justiça Federal Procuradores da República que trabalham e que já trabalharam em Marabá, no sudeste do Pará, consideraram “fundamentais” e “exemplares” as condenações de 28 pessoas acusadas por trabalho escravo na região. 10762

Nota Pública da CPT sobre as declarações do presidente do STF, Gilmar Mendes

“Ai dos que coam mosquitos e engolem camelos” (MT 23,24) A Coordenação Nacional da CPT diante das manifestações do presidente do STF, Gilmar Mendes, vem a público se manifestar. No dia 25 de fevereiro, à raiz da morte de quatro seguranças armados de fazendas no Pernambuco e de ocupações de terras no Pontal do Paranapanema, o ministro acusou os movimentos de praticarem ações ilegais e criticou o poder executivo de cometer ato

Portaria da Funai define procedimentos para identificação de terras indígenas em MS

A Fundação Nacional dos Índios (Funai) publicou ontem (6) no Diário Oficial uma portaria que estabelece critérios para os estudos que identificarão as terras tradicionalmente ocupadas pelos Guarani-Kaiowa e Guarani-Nhandeva na região sul de Mato Grosso do Sul. A portaria diz que quando os técnicos precisarem estudar as áreas particulares ou de terceiros, a Fundação Nacional do Índio (Funai) notificará o governo de Mato Grosso do Sul, pedindo que um servidor

Turismo na Amazônia: o novo vilão do meio ambiente

Trecho de floresta, na Amazônia É o que revela uma pesquisa realizada no baixo Rio Negro. Assunto será abordado na Reunião Regional da SBPC em Tabatinga (AM) O turismo na Amazônia pode vir a ser o novo vilão do meio ambiente, ao lado do desmatamento ilegal da floresta e da poluição dos rios causada pela exploração mineral. Uma pesquisa realizada pelo geógrafo Mauro do Nascimento, docente da Universidade do Estado do Amazonas

Pesquisa identifica que episódios de seca ameaçam o sequestro de carbono na Amazônia

Folha morta em razão da seca de 2005. Crédito: Peter Vitzthum A Amazônia é mais sensível à seca do que se acreditava, segundo uma nova pesquisa conduzida na maior floresta tropical do mundo. O estudo, publicado na edição desta sexta-feira (6/3) da revista Science, apresenta a primeira evidência sólida de que episódios de seca causam perdas massivas de carbono em florestas tropicais, principalmente por meio da mortalidade de árvores. 10748

Regularização fundiária na Amazônia: enfim, uma solução? artigo de Ronaldo Pereira Santos

“Outro ponto de estrangulamento na Medida Provisória é a retomada das posses daqueles acima de 2.500 ha. É praticável onde a bala é o imperador?” A regularização fundiária ou legitimação de posse é um conjunto de medidas jurídico-administrativas que visa ordenar o domínio, a propriedade ou a posse de particulares em terras públicas. Estas ações indicam quem é dono de qual terra, onde se encontra, tamanho e – o mais importante

Trilhões de dólares para a economia mundial. E bastaria um euro por dia para alimentar uma criança

Imagem: Corbis/ Charles Waller Se a cada seis segundos uma criança morre de fome no mundo, a culpa é de qualquer um de nós, como indivíduo, como sujeito de uma coletividade, como sujeito político. Bastariam apenas 35 centavos para encher a seu prato diário. E o discurso não muda se pensamos nos bilhões de pessoas que não tem comida suficiente e para os quais a comunidade internacional – capaz de encontrar,

Planos de estímulo econômico podem aumentar as emissões de gases que provocam o efeito estufa

Termelétrica a carvão, nos EUA, em foto de arquivo Os planos de estímulo econômico que estão sendo implementados em todo o mundo poderão impor aos países um crescimento rápido das emissões de gases que provocam o efeito estufa, anulando em parte as iniciativas verdes neles incluídas. É o que apontam algumas análises. Os pacotes de corte de impostos, créditos e gastos extras têm sido propagandeados por suas credenciais ambientalistas pelos governos que

A resposta do Brasil à crise econômica não tem nada de verde

Brasil apresenta resposta cinza para a crise verde - "Sapo não pula por boniteza, mas porém por precisão". Quem resgata o ditado popular que Guimarães Rosa tornou célebre é o professor Luiz Gylvan Meira Filho, pesquisador-visitante do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, para lembrar que com a crise econômica os governos tiveram que intervir na economia, independentemente de gostarem ou não disso. "Mas esta é uma

Ministério da Ciência e Tecnologia abandona informações de projetos ligados ao mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL)

Uma visita ao site do Ministério da Ciência e Tecnologia pode dar a medida do compasso de espera, quase abandono, das questões ligadas ao mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) no âmbito do Protocolo de Kyoto, acordo mundial para redução de emissões de gases que provocam o aquecimento global. A posição dos projetos de MDL em todo o mundo, que tinha atualização quinzenal ou mensal está parada desde setembro de 2008,

Le Monde: O açaí, fruto da globalização

Açaí, em foto do Le Monde É preciso chegar às 3 da manhã. A noite está escura, a temperatura é agradável e o porto de Belém fervilha. A cidade ainda dorme, mas tudo que essa parte da Amazônia brasileira recebe de riquezas desembarca aqui, no cais, em uma agitação confusa e colorida. Há dezenas de variedades de frutas exóticas, legumes com formatos estranhos, peixes de água doce de um tamanho desconcertante.

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