Índice da edição de 14/08/2008

Amazônia e as novas frentes de expansão mineral e do agronegócio no sul e sudeste do Pará, artigo de Rogério Almeida Siderúrgica Usimar não é mais signatária do Pacto Nacional contra a escravidão A crise hídrica na China As exportações representam um terço das emissões da China IBAMA embarga 18,5 mil hectares de floresta em Altamira por desmatamento ilegal Plataforma Dhesca pede anulação de licenças ambientais de usinas do Rio Madeira Minc rebate CNEN e diz

Amazônia e as novas frentes de expansão mineral e do agronegócio no sul e sudeste do Pará, artigo de Rogério Almeida

[EcoDebate] Batista Afonso é um militante dos direitos humanos numa explosiva região da Amazônia, o sudeste do Pará, onde é o coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no município de Marabá, cidade pólo da região. Afonso é advogado e integra o colegiado nacional da CPT, instituição ligada à Igreja Católica alinhada na defesa da reforma agrária. A disputa pela terra na região sudeste do Pará imortalizou a mesma

A crise hídrica na China

Aparentemente o tema nada interessa ao Brasil, mas isto é apenas aparente, principalmente se a China continuar com grandes problemas socioambientais, com impactos globais.Bem, mas em que a crise hídrica chinesa nos interessa? Vejamos algumas considerações. Por Henrique Cortez, do EcoDebate. 3565

IBAMA embarga 18,5 mil hectares de floresta em Altamira por desmatamento ilegal

A Operação Guardiões da Amazônia aplicou cerca de R$ 40 milhões em multas no município de Altamira, centro-oeste do Pará. Já são 152 Autos de Infração lavrados, 50 Termos de Apreensão e Depósito e 91 Termos de Embargo e Interdição durante esses 70 dias de atuação. Além disso, 11,6 mil metros cúbicos de madeira serrada e em tora foram apreendidos nos pátios das empresas, depósitos ou por estarem sendo transportados

Plataforma Dhesca pede anulação de licenças ambientais de usinas do Rio Madeira

A relatora da Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Dhesca), Marijane Lisboa, disse ontem (13) em audiência pública na Câmara dos Deputados que as licenças ambientais para as usinas do Rio Madeira foram “precipitadas e devem ser anuladas”. “Nós questionamos a forma como a política energética brasileira tem sido definida. Isso tem sido feito em gabinetes fechados, por técnicos da área de energia, sem o acesso da

Minc rebate CNEN e diz que Angra 3 não terá licença sem o depósito definitivo para o lixo nuclear

Mais polêmica para Angra 3 - O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, marcou sua posição contra a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) e afirmou que a posição do Ibama sobre Angra 3 já está tomada: sem reservatórios nos parâmetros definidos, a usina nuclear não terá a licença de operação concedida pelo órgão ambiental federal. Segundo Minc, a Cnen está "criando problema" ao dispensar a exigência de um novo

Baía de Sepetiba, RJ:: ThyssenKrupp e Vale do Rio Doce: consórcio que traz morte e destruição, artigo de Sandra Quintela

Adital - Em outubro de 2006 é lançada no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do município do Rio de Janeiro, a pedra fundamental da planta industrial de uma das maiores empresas do mundo no ramo de mineração, siderurgia e tecnologia de ponta no setor automotivo. Será a maior siderúrgica a ser instalada na América Latina. Cinco milhões de toneladas de placas de aço, 100% voltadas para exportação: 3

Angra 3 e o lixo radioativo, artigo de Rebeca Lerer

[Folha de S.Paulo] O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, bem que tentou minimizar o custo político da emissão da licença para a usina nuclear Angra 3, alegando que a decisão do governo Lula já fora tomada quando ele assumiu o cargo em abril. Minc lembrou seu passado ambientalista, se declarou contra a energia nuclear e colocou Angra 3 na conta da sua antecessora Marina Silva para tentar escapar da

Precisamos nos livrar do petróleo, entrevista com Amory Lovins, cientista-chefe do Instituto das Montanhas Rochosas

Pesquisador americano diz que podemos resolver a crise energética sem abrir mão do conforto O instituto onde Amory Lovins trabalha com sua equipe está num vale rochoso a 2.000 metros de altitude. No inverno, a temperatura cai para 40 graus negativos. Mesmo assim, os prédios com paredes de pedra do instituto usam apenas duas lareiras. As janelas captam o calor do sol. É suficiente para cultivar abacaxis e bananeiras. É

Prospecção de petróleo ameaça biodiversidade na Amazônia

Estudo afirma que exploração pode afetar futuro de animais e povos indígenas na Colômbia, Peru e Brasil WASHINGTON - Os projetos de prospecção petrolífera e de gás natural na região oeste da Bacia Amazônica se transformaram em uma ameaça para a biodiversidade e os povos indígenas da região, assegurou hoje um estudo publicado na internet pela revista "PLoS ONE". Matéria da Agência EFE, no Estadao.com.br, quarta-feira, 13 de agosto de 2008,

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