Índice da edição de 30/07/2008

Grandes complexos hidrelétricos na Amazônia: entre os riscos e a ilegalidade. Entrevista especial com Gustavo Pimentel DETER constata queda no desmatamento da Amazônia em junho Minc diz que não dá para comemorar queda no desmatamento na Amazônia em junho Carajás, da floresta ao aço, artigo de Raimundo Gomes da Cruz Neto Funai inicia demarcação de terras indígenas no Mato Grosso do Sul ‘Raspar’ o fundo do barril de petróleo é um novo risco significativo ao

Grandes complexos hidrelétricos na Amazônia: entre os riscos e a ilegalidade. Entrevista especial com Gustavo Pimentel

Duas importantes notícias em relação aos projetos de construção de hidrelétricas em rios da Amazônia foram divulgadas nesta semana. A primeira é sobre a hidrelétrica de Jirau. A empresa vencedora da licitação para construção dessa hidrelétrica, a Suez, apresentou um novo projeto que prevê a instalação da barragem nove quilômetros do local inicial e diz que com isso os riscos ambientais diminuirão. Segundo o ambientalista Gustavo Pimentel, essa é a

DETER constata queda no desmatamento da Amazônia em junho

De acordo com o sistema DETER – Detecção do Desmatamento em Tempo Real, 870 km2 da floresta foram mapeados como corte raso ou degradação progressiva durante o último mês de junho, período em que 28% do território esteve coberto por nuvens. Mesmo com o aumento da área observada em junho, pois 46% da Amazônia Legal não pôde ser vista pelos satélites no mês anterior, houve redução de 20% em relação

Minc diz que não dá para comemorar queda no desmatamento na Amazônia em junho

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse ontem (29), ao comentar a queda de 20% no desmatamento da Amazônia entre os meses de maio e junho medido pelo Sistema de Detecção em Tempo Real (Deter), divulgada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que “não dá para comemorar” porque o desmatamento “ainda é muito grande”. Em junho, o Inpe registrou 870 quilômetros quadrados de novas áreas de floresta degradada.

Carajás, da floresta ao aço, artigo de Raimundo Gomes da Cruz Neto

[EcoDebate] Não faz muito tempo, pelo menos 40 anos, era quase tudo floresta, com poucas iniciativas de criação de gado e animais para o transporte de castanha-do-pará, produto gerador da economia local. A principal atividade era a coleta da castanha que produzia as relações sociais entre os considerados donos dos castanhais, os castanheiros, tropeiros, barqueiros e encarregados de barracões. 3153

Funai inicia demarcação de terras indígenas no Mato Grosso do Sul

Despejo Guarani Kaiowá Nhanderu Marangatu - Dez/2005 - Fotos: Egon Heck/Cimi Nove meses após firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Procuradoria Geral da República, a Fundação Nacional do Índio (Funai) inicia, neste mês, os trabalhos para a demarcação de terras indígenas no Mato Grosso do Sul (MS). Seis grupos de antropólogos chegam a partir de ontem (29) ao estado para identificar quais áreas eram ou ainda são,

Estudo afirma que as mudanças climáticas custarão bilhões de dólares aos EUA

As alterações climáticas custarão bilhões de dólares aos EUA, diz uma nova série de relatórios do Centro de Integrado de Pesquisa Ambiental (Center for Integrative Environmental Research - CIER) da Universidade de Maryland. Os pesquisadores concluíram que as despesas já começaram a acumular e são crescentes. Ao combinar os dados existentes com novas análises, os oito estudos avaliam o impacto econômico das alterações climáticas sobre o Colorado, Geórgia, Kansas, Illinois, Michigan,

Mudança climática atinge América Latina e pode piorar

(EFE) Turistas se reúnem para assistir à ruptura do glaciar Perito Moreno; geleira se desprende periodicamente SANTIAGO - A queda no mar de gigantescos pedaços de gelo que se desprendem no extremo sul do Chile e da Argentina deixa maravilhados, a cada ano, milhares de turistas, mas também aponta para mais uma das dramáticas provas do aquecimento global. Por Rodrigo Martínez, da Agência Reuters, no Estadao.com.br, terça-feira, 29 de

Levantamento mostra que quase 5 mil km2 da floresta são devastados a cada ano

Foto: Dida Sampaio/AE Destruição sem fim - A cada ano, a Amazônia Legal perde, em média, 0,5% de suas florestas. O percentual parece pequeno, mas equivale a uma área de quase 5 mil quilômetros quadrados. Os cálculos foram feitos pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). A organização não-governamental (ONG) divulga hoje um levantamento que mostra um crescimento de 23% na taxa de destruição da mata em

Governo enterra de vez biodiesel feito só com mamona

Para a ANP, combustível é muito viscoso e pode danificar os motores; oleaginosa foi carro-chefe no programa do biodiesel. Mas Minas e Energia diz que processo de fabricação consegue trazer ao óleo de mamona a viscosidade exigida pela norma da ANP. O governo descartou a possibilidade de produzir biodiesel usando apenas óleo de mamona, segundo resolução da ANP (Agência Nacional do Petróleo) publicada em março, informa Humberto Medina. Celebrado pelo presidente

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