Índice da edição de 17/07/2008

pesquisa ecológica: Muito além do ativismo Na 60a Reunião Anual da SBPC pesquisadores mostram que Amazônia não serve para produção de cana-de-açúcar para etanol Investimentos em ferrovia, atividades sustentáveis e compensações por redução de emissões de carbono podem ajudar a preservar a Amazônia Estudo afirma que países em desenvolvimento não podem depender apenas dos investimentos privados para garantir energia elétrica A batalha pela sobrevivência da biodiversidade da Amazônia diante das mudanças climáticas Operações do Ibama

pesquisa ecológica: Muito além do ativismo

O professor Thomas Michael Lewinsohn, coordenador do programa de Pós-Graduação em Ecologia do IB:" É importante ficar claro que não existe oposição entre preservação ambiental e qualidade de vida" (Foto: Antoninho Perri) A pesquisa ecológica no Brasil soma pouco mais de três décadas. Nesse período, ela constituiu-se como uma das ciências que mais se desenvolveram no país. Ocorre, porém, que os estudos poderiam ter atingindo um patamar ainda mais avançado, não

Na 60a Reunião Anual da SBPC pesquisadores mostram que Amazônia não serve para produção de cana-de-açúcar para etanol

O desafio do aumento da produção de biocombustíveis do país sem envolver a região amazônica Os três participantes da mesa-redonda Sustentabilidade na produção de etanol e alternativas aos biocombustíveis foram unânimes, segunda-feira, na "60ª Reunião Anual da SBPC", na recomendação de que a Amazônia deve ser preservada e não se adequa à produção de cana-de-açúcar. Paulo Barreto, do Imazon, alertou para o risco de expansão da pecuária para a região amazônica,

Investimentos em ferrovia, atividades sustentáveis e compensações por redução de emissões de carbono podem ajudar a preservar a Amazônia

"Quanto mais dinheiro na Amazônia, menos floresta em pé", diz Paulo Roberto Moutinho, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) A dinâmica do desmatamento é aparentemente simples. A alta do petróleo aumenta a pressão sobre o etanol. A demanda por etanol leva ao plantio de cana-de-açúcar em detrimento ao plantio de soja. A diminuição da oferta de soja aumenta o preço do grão, que por sua vez tem que ser

Estudo afirma que países em desenvolvimento não podem depender apenas dos investimentos privados para garantir energia elétrica

'Governo tem de intervir no setor elétrico' Estudo afirma que países em desenvolvimento não podem depender apenas dos investimentos privados para garantir energia elétrica. Por Juliana Sayão, especial para a PrimaPagina. Os países em desenvolvimento não podem depender apenas dos investimentos privados para garantir o suprimento de energia elétrica, afirma um estudo do Centro Internacional de Pobreza, uma instituição de pesquisa do PNUD resultado de uma parceira com o IPEA (Instituto de

A batalha pela sobrevivência da biodiversidade da Amazônia diante das mudanças climáticas

No caso dos peixes que se adaptaram a águas com menos oxigênio, a maior exposição aos raios ultravioletas com o avanço do efeito estufa é inevitável e pode ser extremamente prejudicial. Daniela Amorim de Campinas para o "JC e-mail": As queimadas na Amazônia contribuem não apenas para o aumento da temperatura na Terra pela emissão de gases de efeito estufa, como também pela interrupção do ciclo de absorção do carbono. Sem

Operações do Ibama contra desmatamento ilegal evitaram derrubada de 2 mil km2 da Amazônia

Ministro Carlos Minc e Diretor Flávio Montiel na coletiva sobre operações do Ibama Em coletiva de imprensa, o ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, e o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Flávio Montiel, anunciaram os resultados das operações de fiscalização contra o desmatamento da Amazônia neste primeiro semestre. O Ibama aplicou 2.512 multas no valor total de R$ 499.372.250,07. Foram embargadas 641 áreas desmatadas, num total de 1041 km², equivalentes

Amazônia: Desmatamento fora de controle

Ao anunciar dados da destruição na Amazônia referentes a maio, ministro Carlos Minc diz que, sem maior investimento em projetos econômicos sustentáveis, derrubada de árvores deverá continuar. O governo não consegue impedir o avanço da fronteira agrícola na Amazônia Legal com os atuais sistemas de controle e fiscalização. Levantamento sobre as queimadas na região feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostra que as derrubadas ilegais de árvores destruíram 1.096

Usina Fortaleza Açúcar e Álcool, situada no município de Porteirão (GO), mantinha 244 homens na lavoura de cana em situação de trabalho degradante

Uma operação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Goiás (SRTE-GO) encontrou 244 trabalhadores em condições degradantes na Usina Fortaleza Açúcar e Álcool Ltda, em Porteirão (GO), no sul do estado. Além dos alojamentos precários, a fiscalização flagrou cortadores de cana-de-açúcar trabalhando sem condições de segurança e com alimentação de péssima qualidade, gerenciada por terceiros. Um dos principais problemas encontrados pelos fiscais foi a inadequação dos equipamentos de proteção

Justiça proíbe Anvisa de avaliar agrotóxico

Trabalho da Anvisa verificava a segurança das substâncias de 99 agrotóxicos, muitos deles usados em excesso no país. Decisão ocorreu após ação do sindicato das indústrias de defensivos agrícolas; Procuradoria Geral da República vai recorrer Liminar concedida pela Justiça Federal suspendeu o programa de reavaliação toxicológica de agrotóxicos comercializados no país, feito pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O trabalho iria avaliar, neste ano, ingredientes que compõem 99 agrotóxicos usados

Escopeta não é chocalho, artigo de José Luís Fiori

"Pode-se perguntar por que um Estado mais forte desejaria atacar um mais fraco, mas certamente esse não é o ponto. O fato decisivo é que, no nível interestatal, a unidade maior pode atacar os grupos mais fracos. Como não há quem possa impedir esses ataques, os grupos humanos mais fracos vivem em contínuo e inevitável estado de insegurança." - Norbert Elias, em "Envolvimento e Alienação, Editora Bertrand", Rio de Janeiro,

Alemanha planeja construir seu primeiro parque eólico marítimo

Ao contrário dos parques dinamarqueses, os alemães serão distantes do litoral Após ter tornado o empreendimento mais atraente para investidores, governo alemão espera que novas usinas eólicas no mar produzam até 25 mil megawatts em 2030. Projeto implica desafios financeiros e tecnológicos. Da Deutsche Welle, DW-WORLD.DE, 15.07.2008. 2788

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