Índice da edição de 31/07/2008

Matriz energética. O Brasil na contramão da história. Entrevista especial com Telma Monteiro A luta pelo direito à terra, artigo de João Pedro Stedile Nota dos movimentos sociais: O juiz federal de Marabá e os interesses da Vale Trabalho escravo: mais de 30 mil libertados desde 1995 Ministro da Agricultura admite plantio de cana-de-açúcar na Amazônia Desmatamento cresceu 98% em 11 meses Fracasso de Doha ameaça discussão climática e nuclear Acidificação dos oceanos nos próximos 100 anos

Matriz energética. O Brasil na contramão da história. Entrevista especial com Telma Monteiro

Para a pesquisadora autônoma na área de energia Telma Monteiro, os projetos de construção de hidrelétricas no Rio Madeira e em Belo Monte somam uma série de problemas não considerados pelo governo federal brasileiro. Em relação à matriz energética do país, ela diz que o Brasil está sendo ultrapassado, pois não vem aproveitando seus recursos para ser menos atingido pelas conseqüências do aquecimento global. “Nós estamos indo completamente na contramão

A luta pelo direito à terra, artigo de João Pedro Stedile

O Brasil é uma das sociedades mais injustas e desiguais do mundo. Em nenhum outro lugar há tanta diferença entre os mais ricos e os pobres. Os ricos acumulam cada vez mais riquezas e são menos de 1% da população. Acumulam patrimônio em terras, empresas, imóveis e saldos bancários. Estão cada vez mais associados ao capital estrangeiro. Os pobres, os 40% que estão na base da pirâmide social, amargam a

Ministro da Agricultura admite plantio de cana-de-açúcar na Amazônia

Ministro da Agricultura acrescentou que o foco não é o plantio em áreas desmatadas BRASÍLIA - Às vésperas da definição de um zoneamento agrícola que indicará onde poderá haver o plantio de cana-de-açúcar e as áreas de restrição, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse nesta terça-feira, 29, que é possível, do ponto de vista agronômico, o plantio em áreas da Amazônia. Por Fabíola Salvador, de O Estado de S. Paulo,

Desmatamento cresceu 98% em 11 meses

Embora Deter aponte queda de 20% em junho, devastação da floresta este ano pode ser o dobro do ano anterior O Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) registrou 870 km2 de floresta derrubada ou degradada na Amazônia em junho, segundo boletim divulgado ontem pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Isso representa uma queda de 20,6% em relação a maio e de 38% se comparado a junho de

Fracasso de Doha ameaça discussão climática e nuclear

O fracasso da chamada Rodada de Doha do comércio global afeta o sistema internacional de negociações a ponto de tornar remota a perspectiva de acordos a respeito de outros temas, como o aquecimento global e a proliferação nuclear. "Se não conseguimos nem administrar o comércio, como vamos nos encontrar em posição de administrar novos desafios, como a mudança climática", disse a comissária de Agricultura da União Européia, Mariann Fischer Boel, depois

Acidificação dos oceanos nos próximos 100 anos ameaça a vida marinha

Um novo estudo avalia os efeitos da acidificação da água do mar e mostra que a redução do valor pH das águas superficiais dos oceanos terá drásticos resultados nos ecossistemas marinhos nos próximos 100 anos. A pesquisa, de cientistas da Suécia e Austrália, é a primeira investigação em como a redução do pH da água da superfície do mar atinge vida marinha. Por Henrique Cortez, do EcoDebate. 3177

A China amplia os investimentos em energia eólica

O parque eólico de Dabancheng, na provincia chinesa de Xinjiang. Na região de Xinjiang, a região mais ocidental da China, que anteriormente dependia da rota comercial entre a Ásia Central e cidades densamente povoadas no extremo leste, foi instalado um dos maiores parques eólicos da Ásia, com 118 turbinas gigantes. Até agora, as maiores instalações foram construídas ou estão em construção em Gansu, Mongólia Interior e de Jiangsu. Desde 2005, a capacidade

China: Poluição, principal causa de doenças

30% do país recebe chuva ácida O crescimento de dois dígitos das últimas três décadas levou prosperidade à China, mas impôs um elevado custo ambiental e humano. Neste ano, o país asiático ultrapassou os Estados Unidos e assumiu a primeira posição entre os maiores emissores de gases que provocam efeito estufa, e a poluição é a principal causa de morte por doença entre seus habitantes. Por Cláudia Trevisan, PEQUIM, no O

poluição atmosférica: Qualidade do ar em Pequim para os Jogos ainda preocupa

A notícia não podia ter vindo em momento pior – a três meses da abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, um estudo afirmava que a China é o país mais poluído do mundo. Um outro estudo recente da Agência das Nações Unidas para o Ambiente e da Organização Mundial de Saúde mostra que respirar durante um dia na capital chinesa equivale a fumar 70 cigarros. Por Rui Boavida, da Agência Lusa,

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