Biocivilização: o potencial brasileiro, entrevista com Ignacy Sachs

Defensor da biocivilização, o economista Ignacy Sachs diz que esse processo apresenta uma solução para os dilemas da humanidade. No entanto, ele alerta: “Não é possível discutir o problema da insegurança alimentar e da segurança energética a partir da biomassa, sem recolocar no centro do debate a questão de um novo ciclo de desenvolvimento rural”. Em entrevista concedida por telefone à IHU On-Line, na última semana, Sachs anuncia que estamos nos

transposição do rio São Francisco: Ibama multa governo federal em R$ 374 mil

A transposição do rio São Francisco --importante obra do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento)-- foi multada em R$ 374 mil por desmatar área às margens do rio e descumprir exigências feitas pelo órgão de licenciamento ambiental do governo. Por Marta Salomon, da Folha de S.Paulo, em Brasília, publicada pela Folha Online, 22/05/2008 - 11h01. 1529

Concessão de Belo Monte desafia governo

A agilidade em analisar processos de licenciamento ambiental do novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, terá uma prova difícil pela frente: a polêmica usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará. Trata-se de obra prioritária prevista no Programa de Aceleração do Crescimento, orçada em R$ 7 bilhões, com capacidade de produção de 11.181 MW e longo histórico de resistência. Vencer a oposição a esta hidrelétrica

Mais indústrias na floresta. Mangabeira expõe planos para Amazônia e é aclamado por ruralistas

O ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, saiu da Câmara ontem elogiado por representantes da bancada ruralista depois de expor seus planos para a Amazônia. No mesmo dia em que o novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, admitiu que o desmatamento voltou a crescer, Mangabeira disse ser preciso vincular a floresta à indústria, instalando na Amazônia empresas que transformem os produtos florestais. Para alegria de parlamentares ligados ao agronegócio

Sydney Possuelo, sertanista e ex-presidente da Funai: Quando se trata de índio, tudo é imposto goela abaixo

Para sertanista, problema não é atual e vem recrudescendo ao longo dos anos, o que causa ‘impaciência’ nos índios O sertanista Sydney Possuelo, ex-presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), vê as recentes ações violentas de indígenas em Altamira (PA) e Avaí (SP) como um reflexo da “indiferença” com que as reivindicações dos índios têm sido tratadas no País. Por Moacir Assunção, do O Estado de S.Paulo, 22/05/2008. 1525

denúncia: Expansão de agrocombustíveis destrói biodiversidade e comunidades na Colômbia

Uma liderança comunitária expulsa de onde vivia, Ligia Maria Cheverra, explica: “Nosso território foi entregue nas mãos dos produtores de óleo de dendê. Nós precisamos parar todas as monoculturas e os projetos que provocam um atentado contra a Colômbia." Estes agrocombustíveis vão afetar o continente inteiro. "Tudo vai ser perdido: a terra, a água, o ar, os animais, o povo. Tudo vai ser destruído. Na Colômbia, as pessoas que falam

Como esconder milhões de toneladas de trigo

A Oncca (Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário) procura branquear quatro milhões de toneladas de trigo, uma quarta parte da última colheita argentina que não foi declarada. É um reflexo do manejo irregular do mercado de grãos e do porquê os pequenos produtores não conseguem aceder às compensações. Segue a íntegra do artigo de Raúl Dallatorre publicado no Página/12, 17-05-2008. A tradução é do Cepat. 1522

A geopolítica dos biocombustíveis e a crise dos alimentos, artigo de Carlos Walter Porto Gonçalves

[Correio da Cidadania] O bloco de poder tecno-científico-agroindustrial-financeiro-midiático se vê, pela primeira vez, tendo que responder perante a opinião pública pelo aumento dos preços dos alimentos, ainda que diante do aumento da oferta. Não que não houvessem críticas fundamentadas sobre os riscos da aventura de submeter os alimentos à lógica da liberalização dos mercados. Havia muitas e boas. O complexo de poder tecno-científico-agroindustrial-financeiro-midiático é de tal modo abrangente e abarcador

fitorremediação: Vegetação descontamina solos poluídos por metais

Usar a própria natureza para preservar o meio-ambiente. Este é o princípio básico da pesquisa realizada no Instituto de Geociências da USP, que utiliza vegetação nativa para despoluir solos contaminados por metais. Além de ser ecologicamente correta, a pesquisa ainda traz vantagens econômicas e sociais no combate à poluição por mercúrio, chumbo, níquel e outros metais em áreas industriais ou de mineração. O projeto utiliza uma técnica ainda pouco conhecida

tecnologia de gaseificação: Alquimia moderna transforma lixo em energia

BOSTON - Não estamos falando de transformar chumbo em ouro, mas a General Electric está trabalhando em uma forma moderna de alquimia, a conversão de lixo em eletricidade. A empresa, que planeja obter 25 bilhões de dólares anuais em vendas de suas divisões ecológicas, até 2010, está trabalhando para adaptar sua tecnologia de gaseificação, empregada para queimar carvão de modo menos poluente, à transformação de lixo urbano em um gás

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