Se nada for feito, febre amarela urbana deve voltar – Médico da Fiocruz avalia que país está próximo de uma epidemia de dengue 4, mais grave que a atual, no Rio

A febre amarela urbana ameaça Rio e São Paulo, avalia o clínico Antônio Sérgio Almeida Fonseca, médico que em 1986 examinou em Nova Iguaçu (cidade na região metropolitana do Rio) o primeiro caso de dengue após décadas sem registros. A falta de eficácia do poder público no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das duas doenças, trará de volta, inevitavelmente, a febre amarela em sua forma urbana, estima o especialista.

Estudo revela complexidade do trabalho na agricultura orgânica

Agricultura orgânica vem crescendo e ganhando mercado no Brasil e já é praticada em mais de 120 países. Aqui, chegam a 15 mil os produtores, com 90% das unidades de produção do tipo familiar e 10% do tipo empresarial. Prosperam no mesmo ritmo os estudos sobre a agricultura orgânica focando seus aspectos ecológicos, econômicos e sociais, elegendo-a como alternativa para o desenvolvimento sustentável. Entretanto, ainda são escassas as informações referentes,

mudanças climáticas: IPCC usa cenários velhos de redução de CO2, diz grupo

O IPCC, painel de climatologistas das Nações Unidas que ganhou o Nobel da Paz no ano passado, está usando cenários falhos e obsoletos para estimar o quanto a humanidade precisa cortar suas emissões de gases-estufa para evitar uma tragédia climática global. Quem diz é o australiano Tom Wigley, climatologista do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (Ncar) dos EUA. Por Claudio Angelo, da Folha de S.Paulo, 07/04/2008. 52

mudanças climáticas: Metas de emissão de CO2 são desastre garantido, diz cientista

Hansen pediu que a UE repense suas metas, diminuindo a emissão de 550 para 350 partes por milhão de CO2. SÃO PAULO - James Hansen, chefe do Instituto de Estudos Espaciais Goddard da Nasa em Nova York, pediu nesta segunda-feira, 7, que a União Européia (UE) e seus parceiros internacionais repensem urgentemente as metas para redução na emissão de dióxido de carbono (CO2), pois eles podem ter subestimado grosseiramente a escala

UE já vê etanol como vilão e ameaça planos do Brasil

Manifestações recentes de governos, partidos e entidades sugerem uma abrupta mudança de humor dos europeus em relação ao uso de biocombustíveis, mas mais especificamente contra o etanol. As conseqüências para os Brasil podem ser graves, desde a falta de estímulo para a criação de um mercado mundial de etanol até a perda de terceiros mercados. Por Assis Moreira e Humberto Saccomandi, de Genebra e São Paulo, do Valor Econômico, 07/04/2008.

Fontes renováveis de energia, artigo de Heitor Scalambrini Costa

[EcoDebate] As mudanças climáticas se devem principalmente as emissões de gases de efeito estufa (GEE) para a atmosfera, provocadas pelo emprego dos combustíveis fósseis e pelo desmatamento. Atualmente a concentração na atmosfera de um dos principais GEE, o dióxido de carbono (CO2), é a maior dos últimos 650.000 anos. Até o final do século XVIII nunca a concentração de CO2 superou 300 partes por milhão (ppm), mas em 2007 chegou-se

Negócios e sustentabilidade, artigo de Danilo Pretti Di Giorgi

[Correio da Cidadania] Um dos maiores problemas da sociedade contemporânea mostrou sua cara feia em meados de março na cidade de São Paulo, quando conseguimos bater todos os recordes históricos de congestionamento nas ruas e avenidas da metrópole. Durante quatro dias, as marcas foram sendo sucessivamente superadas, até chegarmos no dia 13 de março a incríveis 221 quilômetros de vias travadas. 48

Dengue: incompetência e demagogia, artigo de Paulo Capel Narvai

“O mosquito "Aedes aegypti", diz a mídia, causa as mortes por dengue no Rio. Mas não é o mosquito que mata. É a política.” [Folha de S.Paulo] O mosquito Aedes aegypti, diz a mídia, causa as mortes por dengue no Rio de Janeiro. Apenas os "idiotas da objetividade" acreditam nisso, diria Nelson Rodrigues. Não é o mosquito que mata, mas a política. No cenário carioca, a política de saúde é vítima

Aquecimento beneficia Islândia

Potencial hidrelétrico sobe com derretimento de geleiras; país é pioneiro em energia limpa - O aquecimento global tem beneficiado economicamente pelo menos um país: a Islândia, nação-ilha localizada no Atlântico Norte. O derretimento intensificado de geleiras que alimentam seus rios aumentou a atividade hidrelétrica. “Ao compararmos dados hidrológicos sobre a quantidade de energia que veio da água nos últimos 60 anos, observamos um incremento nas últimas duas décadas”, afirma Thorstein

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