desmatamento: Ministérios iniciam guerra de números

Marina e Stephanes, que divergiram publicamente, agora tentam provar que estão certos. Após divergirem publicamente sobre as causas da expansão do desmatamento na Amazônia, os ministros do Meio Ambiente, Marina Silva, e da Agricultura, Reinhold Stephanes, apresentaram ontem números conflitantes para tentar confirmar suas versões. Segundo o Meio Ambiente, entre 2003 a 2006 houve um aumento da área plantada na Amazônia de 4,8 milhões de hectares para 6,5 milhões de

Ministro da Agricultura questiona dados do Inpe sobre desmatamento

Ao mesmo tempo em que a ministra Marina Silva (Meio Ambiente) desafiava produtores agrícolas a declararem uma moratória total à derrubada de árvores na Amazônia, o ministro Reinhold Stephanes (Agricultura) lançou dúvidas sobre os dados de aumento do desmatamento divulgados na quarta-feira (23). Esses movimentos mostram que se tornaram mais intensas ontem as divergências no governo sobre as causas da devastação. Por Marta Salomon, da Folha de S.Paulo, publicado pela

Taxa superestimada de desmate não altera novos resultados negativos

Após consulta do ‘Estado’, diretor do Inpe reconhece que números divulgados em outubro estavam errados - Os números divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em outubro sobre o desmatamento na Amazônia estavam errados, segundo apurou o Estado. Os dados mostravam que a taxa de derrubada da floresta havia aumentado 8% nos meses de junho a setembro em comparação com o mesmo período de 2006 - incluindo um

recadastramento de imóveis rurais: Cadastramento envolverá 80 mil imóveis rurais

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, reuniram-se nesta sexta-feira (25) para definir a operacionalização do cadastramento de imóveis rurais nos 36 municípios que mais desmataram a Amazônia em 2007. Esses municípios compreendem uma área entre 80 e 100 milhões de hectares, e abrigam cerca de 80 mil propriedades. Os trabalhos devem começar em 15 de fevereiro. ASCOM MMA, 25/1/2008 20:24 822

recadastramento de imóveis rurais: Plano não vai funcionar, dizem especialistas e produtores rurais

Recadastramento de imóveis rurais foi medida tentada em 2004, sem sucesso. Especialistas e produtores rurais avaliam que o pacote lançado pelo governo terá, no máximo, sucesso parcial contra o desmatamento. E pode até ajudar a aumentá-lo, induzindo-o em regiões menos críticas para abastecer frigoríficos nos municípios sob moratória. Por Claudio Angelo, Editor de Ciência e SÍlvia Freire, da Agência Folha, na Folha de S.Paulo, 26/01/2008 821

Desmatadores desafiam governo e continuam ceifando a floresta

Tratores continuam ceifando a floresta - Sobrevôo feito ontem em Mato Grosso revela que plano do governo para frear desmate pode ter chegado tarde demais. Além dos novos caminhos abertos para o gado na Amazônia, pátios das madeireiras estão cheios de toras prontas para a entrega. Por Rodrigo Vargas e Jorge Araújo, enviados especiais a Alta Floresta (MT), Folha de S.Paulo, 26/01/2008. 820

Pará: Quase 100% do desmatamento é ilegal

Menos de 1% dos desmatamentos, feitos no Pará, em 2007, são legais. Mais de 99% das investidas contra as florestas não respeitam limite de derrubada de apenas 20% e de 80% de proteção da vegetação nativa, exigido por lei. A informação é do titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semma), Valmir Ortega, que concedeu entrevista coletiva ontem, por ocasião da divulgação do Pará como o segundo Estado com

IBGE: Área de lavoura cresceu 275,5% em 11 anos

A região Norte do País registrou uma grande expansão da atividade agropecuária nas últimas três décadas. Números do último Censo Agropecuário do IBGE mostram que a área para lavouras perenes ou não cresceu 275,5% nos últimos 11 anos. Em relação a 1970, a expansão foi de 12 vezes. A reportagem é de Agnaldo Brito e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 26-01-2008. 818

Combate ao desmatamento na Amazônia, artigo de Nelson Batista Tembra

[EcoDebate] O aumento do desmatamento na região amazônica resultou inicialmente da exaustão das florestas da Mata Atlântica e do esgotamento progressivo das florestas tropicais da Ásia. De outro lado, o desequilíbrio estrutural nas outras regiões do Brasil, aliado à implantação de grandes empreendimentos, como a abertura de estradas, a construção de usinas hidrelétricas, a implantação de grandes projetos de mineração e os próprios projetos de assentamento e reforma agrária do

O preço da riqueza, artigo de Miriam Leitão

[O Globo] O Brasil pulou, em poucos anos, do sexto para o maior produtor de carne do mundo. Em 1991, o país produzia 56 milhões de toneladas de grãos; no ano passado, produziu 133 milhões de toneladas e virou um dos maiores produtores mundiais de grãos. É também o mais competitivo produtor de biocombustível. O sucesso do agronegócio brasileiro, porém, não pode ser nossa tragédia. 816

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