Aumenta o desmatamento na Amazônia. De novo. por Henrique Cortez

Mais uma vez o Ministério do Meio Ambiente "denuncia" o aumento do desmatamento e anuncia imediatas providências para sua redução ou, pelo menos, para evitar uma devastação sem controle. Como nos anos anteriores, os números apresentados não destacam o que é desmatamento legal e o que é ilegal. Este não é um mero detalhe, não apenas porque define claramente o tamanho da devastação, como também identifica situações completamente diferentes. 836

Para Marina, grãos e carne são culpados pelo desmatamento; Stephanes rebate

A SOJA DA DISCÓRDIA - Um dia após a notícia de que o desmatamento na Amazônia é recorde, o presidente Lula precisou intervir para tentar acabar com uma divergência pública entre dois de seus ministros - Marina Silva (Meio Ambiente) e Reinhold Stephanes (Agricultura) - sobre a causa da devastação. "Não é hora de acusar ninguém", disse Lula, quando Marina culpou o agronegócio e Stephanes contestou. O governo enviará à

Ambientalistas concordam com Marina Silva e criticam Stephanes

Ambientalistas que atuam na defesa da Amazônia deram razão à ministra Marina Silva sobre os motivos do aumento do desmatamento e reagiram com surpresa às declarações de Reinhold Stephanes. Segundo o coordenador da Campanha Amazônia do Greenpeace, Paulo Adário, Stephanes não pode garantir que a alta do desmatamento nos últimos cinco meses não está ligada à expansão do cultivo de soja. Ele lembrou que o grão só é plantado três

Governo do Pará reconhece avanço da pecuária sobre florestas do estado

O avanço da soja e da cana-de-açúcar no centro-sul do país tem “empurrado” a pecuária para a região Norte. A avaliação foi feita, no dia 24/01, pelo secretário estadual de Meio Ambiente do Pará, Valmir Ortega, ao comentar os números divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente, que apontam o estado como o segundo na lista de desmatamento, atrás apenas de Mato Grosso. Por Luana Lourenço, repórter da Agência Brasil

Presidente do Ibama reconhece pressão de obras do PAC sobre desmatamento

O presidente interino do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Bazileu Margarido, reconheceu que as obras do Programa da Aceleração do Crescimento (PAC) podem ser consideradas fatores de pressão sobre o desmatamento na Amazônia. “Estamos trabalhando e empenhando um esforço muito grande para que isso não aconteça”, afirmou. Por Luana Lourenço, repórter da Agência Brasil 832

Novembro de 2007 fica marcado pelas altas taxas de desmatamento em MT

Nove entre dez municípios no ranking do desmatamento estão localizados na bacia do rio Xingu Alta Floresta, MT - Em novembro de 2007, o desmatamento detectado pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) atingiu 571 quilômetros quadrados em Mato Grosso. Um aumento significativo em relação ao mesmo mês no ano de 2006, quando Mato Grosso perdeu 426 quilômetros quadrados em desmatamentos. O desmatamento ocorrido em novembro de 2007 foi 49% maior

Casa Civil detectou em 2005 falhas no Plano de Ação na Amazônia

Brasília, 24 (AE) - Uma análise feita pela Casa Civil em 2005 já detectava uma série de limitações do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal, lançado em 2004. As falhas observadas pelo governo federal na época seguiram existindo e, dessa maneira, não evitaram a volta da tendência de crescimento do desmatamento, de acordo com ambientalistas que acompanham o plano desde o seu lançamento.

A crise silenciosa da água, artigo de Ana Echevenguá

[EcoDebate] O consumo da água multiplicou-se por seis no século XX; ou seja, foi duplamente superior à taxa do crescimento demográfico do Planeta. Baseado em tais dados, calcula-se que, em 2025, cerca de 3,5 bilhões de pessoas estarão sofrendo com a escassez de água. A continuidade do efeito estufa e descaso com a defesa e preservação deste recurso em escala mundial reforçam o problema. 829

Ação Global do Fórum Social Mundial debate Pan-Amazônia em Belém, artigo de Rogério Almeida

[EcoDebate] Recursos hídricos, reservas minerais, entre elas produtos estratégicos, como o petróleo, uma flora com gigantescas possibilidades de pesquisa e exploração econômica pelas indústrias de fármacos e estética, o depósito cá se concentra, em terras amazônicas. Diversa em fauna e flora, gentes e modo de perceber e se apropriar das riquezas existentes, quando não saqueadas na Pan Amazônia (Brasil, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname),

Como se desmata, artigo de Míriam Leitão

[O Globo] Todo dia, três mil e quinhentos caminhões circulam na Amazônia com madeira ilegal. Mais de dois mil e quinhentos levam toras para as serrarias; pelo menos 900 grandes caminhões saem com madeira serrada para os consumidores em outros estados, principalmente para São Paulo. Nada é secreto, tudo se sabe. As áreas desmatadas viram campo onde já pastam 80 milhões de cabeças. 827

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