Somente 41% do pampa gaúcho está preservado, revela mapeamento do Bioma. Entrevista especial com Heinrich Hasenack

O mapeamento da cobertura vegetal do Bioma Pampa revelou que 41% do local está preservado. Para continuar com esse percentual positivo, o professor Heinrich Hasenack, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), garante que só existem dois caminhos: um “é identificar áreas bem conservadas de diferentes fisionomias no Bioma e transformar o que for possível em unidades de conservação”, e outro “é definir, para estes 41% com cobertura

Ibama multa Cebel em R$ 50 milhões por rompimento de barragem da PCH Apertadinho

Segundo informações da Gerex/Ibama, a gerência executiva do Ibama de Ji-Paraná com o Escritório Regional de Vilhena, em Rondônia, autuou a CEBEL S/A – Centrais Elétricas Belém S/A, em R$ 50 milhões, por causar poluição hídrica e degradação do leito e margens (matas ciliares), do rio Comemoração (Barão do Melgaço), em razão do rompimento da barragem da Pequena Central Hidrelétrica Apertadinho. Por Henrique Cortez, EcoDebate, 19/01/2008 897

Cresce derrubada da Amazônia, diz Inpe

Imagens do último trimestre indicam que pressão da soja sobre a floresta recrudesce em Mato Grosso. Por Marta Salomon, da Folha de S. Paulo, 18/01/2008 Um novo alerta sobre desmatamento na Amazônia será divulgado hoje pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) com base em imagens captadas por satélites no último trimestre do ano passado e que indicam a derrubada de matas em ritmo acelerado, numa média de mais de 1.000

Alpercata, no Vale do Rio Doce: Polícia notifica prefeitura por lixo em área de preservação

A Prefeitura de Alpercata, no Vale do Rio Doce, a 330 quilômetros de Belo Horizonte e com 7,1 mil habitantes, foi notificada ontem pela Polícia Militar do Meio Ambiente (PMMA) de Governador Valadares, por manter, sem nenhum tipo de licença ambiental, um depósito de lixo urbano numa Área de Preservação Permanente (APP) localizada às margens da BR-116 e de um córrego. De acordo com a PMMA, a prática vem

Comissão Européia diz que vai manter plano contra mudança climática

A Comissão Européia --braço executivo da UE (União Européia)-- afirmou nesta quinta-feira (17) estar firme em seu plano de combate à mudança climática e promoção das energias limpas. Isso apesar das críticas e advertências que a entidade está recebendo de governos e grupos que se opõem a suas medidas. Matéria da EFE, em Bruxelas, publicada pela Folha Online, 17/01/2008 - 17h06 893

ONU: Aumentam os desastres naturais relacionados às mudanças climáticas

A freqüência dos desastres naturais relacionados a mudanças climáticas vem aumentando, principalmente as enchentes, em relação à média registrada entre 2000 e 2006, segundo um relatório tornado público hoje pela Organização das Nações Unidas (ONU). Das 197 milhões de vítimas por desastres naturais, 164 milhões foram por inundações. Matéria de Isabel Saco, Genebra, Agência EFE 18 jan, publicada pelo UOL Notícias, 18/01/2008 - 13h47 892

É grave a situação no território étnico de Alcântara, artigo de Maristela de Paula Andrade

“O fechamento do litoral alcantarense significará a fome, não apenas para esses povoados do litoral, mas para as agrovilas, para todos os povoados que integram o território étnico de Alcântara” . Maristela de Paula Andrade é antropóloga e professora da Universidade Federal do Maranhão. Artigo enviado pela autora ao “JC e-mail”: 891

Luis Cappio, por que vieste incomodar-nos?, artigo de Pe. Paulo Suess

No conto “O grande inquisidor” de Dostoievski, o cardeal-inquisidor atravessa a praça de Sevilha para prender um sujeito no qual o leitor logo reconhece Jesus. “És tu?”, pergunta o inquisidor e responde rapidamente pelo outro: “Não digas nada, cala-te. Por que vieste incomodar-nos?”. Depois segue uma reflexão do inquisidor sobre as respostas que Jesus deu ao demônio, no fim de seu jejum de 40 dias, rejeitando o pão como privilégio,

El derecho humano al agua, artigo de Manuel E. Yepe

[EcoPortal] En nuestro planeta se está gestando una sigilosa guerra por el agua. La escasez y mala calidad del agua ponen en peligro la salud, el bienestar social y económico, la seguridad alimenticia y la diversidad biológica. Si el agua es escasa, la producción de alimentos también lo es y, de tal forma, ello no solo afecta a las actuales generaciones sino que amenaza a la supervivencia de las futuras.

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