Situação da saúde de índios no Vale do Javari é gravíssima, afirma diretor da Funasa

O diretor do Departamento de Saúde Indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Wanderley Guenka, afirmou que a situação de saúde dos povos que vivem na Terra Indígena do Vale do Javari, no Amazonas, é gravíssima. Segundo ele, a Funasa, sozinha, não é capaz de realizar as medidas necessárias para o atendimento da população. Por Beth Begonha, Repórter da Rádio Nacional da Amazônia. 939

Quase 90% dos municípios brasileiros não possuem Corpo de Bombeiros

Apenas 635 municípios do Brasil dispõem de uma brigada do Corpo de Bombeiros Militar, aponta levantamento realizado pela Agência Brasil. Isto representa 11,41% de todo o país, que tem 5.564 municípios, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em algumas das cidades em que o Corpo de Bombeiros não está presente, cidadãos civis se organizam e formam brigadas de incêndio. Os chamados “bombeiros comunitários” recebem treinamento para

Jacarezinho: depoimentos e local do crime indicam execuções e responsabilidade da polícia na morte de menino de 3 anos

Na última quinta-feira, 10 de janeiro, uma ação policial na favela do Jacarezinho levou à morte de 6 pessoas (7, segundo a polícia), sendo uma delas Wesley Damião da Silva Saturnino Barreto, de 3 anos. No dia seguinte, logo pela manhã, a Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência esteve na comunidade ouvindo depoimentos e vendo o local onde aconteceram três das mortes, inclusive a do pequeno Wesley. Segue

Água Escassa – À beira do apagão

O esvaziamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas devido à escassez de chuvas, que traz de volta o fantasma do apagão de energia, tem na represa de Três Marias, na Região Central de Minas, um exemplo gritante. Somente entre os dias 8 e 10 deste mês, a capacidade do lago caiu de 42,53% para 41,92%, em plena estação chuvosa. Em janeiro do ano passado, o volume era de 85,65%. A área

Muda nativa recupera áreas degradadas

Em um hectare, a recomposição da vegetação em margens de rios com plantio de mudas nativas custa em média R$ 3 mil, segundo informações do biólogo Alex Marcel Melotto, que desenvolve estudos técnicos no Viveiro da Geonativa Florestal, localizado no Indubrasil, em Campo Grande. Segundo ele, a solução primária para a recuperação de áreas degradadas é o florestamento, que significa plantar diversas espécies de mudas nativas. "Para você fazer

trabalho escravo: Mato Grosso mantém 2° lugar

Tendência é que número de resgatados aumente em 2008, em virtude da nomeação de novos 82 auditores fiscais do trabalho. Estatística da Comissão Pastoral da Terra (CPT) mostra que Mato Grosso é o segundo estado com mais trabalhadores libertados nos últimos doze anos. Conforme o relatório, 4.690 trabalhadores já foram liberados no Estado de situações semelhantes ao trabalho escravo ou dele propriamente dito. Somente de janeiro a outubro

Resenha: Uma análise sócio-antropológica do deslocamento compulsório provocado pela construção de barragens

“Os efeitos sociais vão além do impacto físico das águas, pois implica na mudança de hábitos e da relação que os habitantes haviam estabelecido com o curso d'água transformado em lago”. Leia o texto, enviado ao “JC e-mail” por Gutemberg Armando Diniz Guerra, professor da UFPA, sobre a tese “Lamento e dor. Uma análise sócio antropológica do deslocamento compulsório provocado pela construção de barragens”, de Sonia Maria Simões Barbosa Magalhães

GM anuncia parceria para produção mais barata e ecológica de etanol

A General Motors (GM) fechou um acordo com a também americana Coskata para produzir etanol, anunciou ontem o presidente da montadora, Rick Wagoner, durante a abertura do Salão Internacional do Automóvel, em Detroit, nos EUA. A Coskata desenvolveu um processo utilizando microorganismos e biorreatores, que, segundo Wagoner, permitem que se use desde capim até pneus velhos para produzir etanol de forma mais barata e ecológica que qualquer outro método.

Kênia um ano atrás, por Roberto Malvezzi (Gogó)

[EcoDebate] Um ano atrás estávamos no Kênia, sempre naquele ambiente dos Fóruns Sociais Mundiais, onde tudo nos parece possível. Naquele momento o sonho de ‘uma outra África possível”, “outro Kênia possível”, sempre tem uma força especial onde gente sonhadora, utópica, chame como quiser, expressa sua inconformidade com o mundo em que vivemos. Afinal, a situação é comprovadamente grave, mas não nos é permitido sermos conseqüentes com sua gravidade. 930

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