Lula manda checar dados do desmate. Governo desconfia dos dados do Inpe

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que a Polícia Federal e o ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura façam uma checagem em campo para confirmar se houve aumento do ritmo de desmatamento da Amazônia nos últimos cinco meses de 2007. Nas palavras de um auxiliar direto, há "desconfiança" na cúpula do governo a respeito do alerta que o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou na quarta-feira

Lula diz que houve alarde no anúncio do desmatamento

Presidente admitiu explicitamente que os números do desmatamento estão 'sob investigação' BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não acredita que o país esteja passando por um novo surto de desmatamento e acha mesmo que houve "alarde" na divulgação dos números do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Especiais), na semana passada. Sem citar a ministra Marina Silva, Lula criticou o Ministério do Meio Ambiente e as organizações não-governamentais, e

Marina Silva admite que números são indícios de desmatamento

'O Deter é um sistema diferente, não é para taxa, é para fiscalização de desmatamento', disse ministra SINOP - A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou nesta quarta-feira, 30, que os dados que mostram aumento no desmatamento na Amazônia estão corretos. Marina admitiu, porém, que os números apurados pelo sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) e divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam "indícios"

Governo inicia operação contra desmatamento na Amazônia

Operação contra desmate só é menor que a montada para o Pan e a desocupação de Serra Pelada, nos anos 80. O desmatamento na Amazônia brasileira virou caso de polícia. Enquanto avalia os números sobre as áreas de floresta derrubada e formula políticas de médio e longo prazos, o governo prioriza a operação de vigilância armada sobre a Amazônia, a ser desencadeada dentro de uma semana. Por Vannildo Mendes

Homicídios avançam em regiões de desmatamento e grilagem

24 cidades onde crédito foi cortado por causa da devastação estão entre as mais violentas do País - É onde o Estado não chega que a violência cresce. O segundo Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros, divulgado ontem pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), mostra que onde cresce o desmatamento, a grilagem de terras, o contrabando de armas e o tráfico de drogas é onde estão os maiores números

trabalho escravo: Entidades tentam inibir exploração de bolivianos em SP

Brasileiros, bolivianos e coreanos representantes de mais de 15 entidades se reuniram pela primeira vez ontem na SRTE/SP (Superintendência Regional do Trabalho e Emprego) para discutir soluções para a exploração de trabalho de imigrantes, principalmente bolivianos, nas oficinas de costura em São Paulo. Por Marina Gazzoni, Colaboração para a Folha, na Folha Online, 30/01/2008 - 10h10.(leiam, ainda, a nota do EcoDebate) 787

A água e os alimentos se tornarão recursos de potenciais conflitos, adverte Jacques Diouf (FAO)

Parece óbvio que temos alimentos para todos no mundo, entretanto não é simples assim adverte Jacques Diouf, diretor-geral da Organização da Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Segundo o dirigente da FAO, em entrevista para o Le Monde, 26-01-2008, a procura por alimentos aumenta a cada dia e pressiona recursos naturais já escassos como a água. A FAO organizará em 2008 dois encontros: o primeiro discutirá o tema

Justiça barra construção de Usina Dardanelos por danos ambientais

A Justiça de Aripuanã, no noroeste extremo de Mato Grosso, aceitou pedido do Ministério Público Estadual e ordenou a paralisação das obras da Hidrelétrica de Dardanelos. A usina, orçada em R$ 700 milhões, é uma das principais apostas do Governo para gerar energia no Centro-Oeste. Há, porém, temores quanto aos impactos ambientais da obra. Ambientalistas protestam contra o empreendimento e afirmam que o projeto destruiria um complexo de cachoeiras, o

Amazônia: Quem disse que é nossa? por Marcelo Coelho

[Folha de S.Paulo] A Amazônia não é uma prioridade real para os brasileiros, mas é uma prioridade mundial. Vem da Amazônia a má notícia de que o desmatamento cresceu além das previsões. Mas o que se chamava de boa notícia, em anos anteriores, afinal não era nada de tão bom assim: registrou-se, apenas, que o ritmo da devastação estava caindo e não que a tivessem interrompido, por um dia

Líder arrozeiro diz que grupo não sai da terra indígena Raposa Serra do Sol. Índios vão esperar que governo retire os arrozeiros até março

Não há possibilidade de grandes produtores agrícolas entrarem em acordo com o governo federal para deixar a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, área de 1,7 milhão de hectares em Roraima. A afirmação foi feita ontem (29) pelo presidente da Associação dos Arrozeiros de Roraima, Paulo César Quartiero. Em entrevista à Agência Brasil, ele disse não acreditar na realização de uma operação para retirar os produtores à força. Por Marco

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