Kyoto, Eficiência Energética e as Condições Materiais da Subjetividade, por Mayron Régis

[EcoDebate] - Por mais ingênuo que possa parecer, bastaram as assinaturas de líderes políticos do mundo inteiro validando o Protocolo de Kyoto, no começo de 2005 – o século XX se estafou de maus e bons exemplos de tratados, resoluções e protocolos assinados pela paz, pela preservação do meio ambiente, contra armas nucleares e etc – e a esperança de que a humanidade frearia o seu ímpeto auto-destrutivo abriu asas

Preocupações de um Conservador de Nascentes, por Osvaldo Ferreira Valente

As minhas preocupações são derivadas de outras preocupações: primeiro, da dificuldade de o produtor rural, principalmente quando localizado em áreas de cabeceiras, conseguir manter a produtividade de suas fontes de água (nascentes e poços); segundo, da crença de que a aplicação das leis ambientais e dos recursos hídricos é suficiente para resolver todos os problemas relacionados com a revitalização e conservação das fontes de água citadas; e, terceiro,

ESPECIAL, IBGE: 72 milhões não têm alimentação suficiente

Pesquisa inédita do IBGE revela que dois em cada cinco brasileiros têm restrições na alimentação Adriana Brendler, Agência Brasil ABr - Rio - Cerca de 14 milhões de pessoas convivem com a fome no país e mais de 72 milhões de brasileiros estão em situação de insegurança alimentar - ou seja, dois em cada cinco brasileiros não têm garantia de acesso à alimentação em quantidade, qualidade e regularidade suficiente. 2345

transposição do rio São Francisco: Caneco de ouro por João Suassuna

[EcoDebate] - Na gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, as questões do Velho Chico foram tratadas de modo singular. Até prova em contrário, o total desconhecimento do ambiente natural por onde corre o rio foi uma constante em seu governo, a ponto de sua excelência ter dado início a um programa que chamou de "Compromisso pela vida do rio São Francisco". Junto com uma comitiva de políticos, foi à nascente

Assalto à água, por Ermanno Allegri

Adital - O Enlazando Alternativas 2, EA2, evento paralelo ao encontro dos chefes de Estado e de Governo da América Latina e Caribe e os da União Européia, inaugurou suas atividades com a abertura solene da Seção do Tribunal Permanente dos Povos sobre Políticas Neoliberais e Transnacionais Europeas em América Latina e Caribe, na noite de ontem, 10. Houve destaque especial hoje, dia 11, aos Serviços Públicos da Água.

Mega-biodiversos e mega-obras por Mayron Régis

As cabeças dos indígenas cobertas com penas – quase pássaros em corpos de humanos. Os corpos pintados com símbolos. Indígenas da nação Gavião residem ou estão exilados em uma ilha, próxima da cidade de JI-Paraná, estado de Rondônia, uma ilha não porque esteja cercada de água, mas sim porque está cercada por soja, pecuária e hidrelétricas – a tríade perfeita dos pedaços mais cobiçados do planeta, a Amazônia e o

O Parque Nacional Chapada das Mesas e a problemática de recursos para sua implementação, por Jadilson Cirqueira de Sousa

[EcoDebate] No dia 12 de Dezembro de 2005, finalmente e após intensa luta dos ambientalistas da região de Carolina, o Presidente da República assinou o Decreto criando a Unidade de Conservação denominada de Parque Nacional Chapada das Mesas, com área de 160.000ha, atingindo os municípios de Estreito, Carolina e Riachão. A partir de então o órgão licenciador ambiental (IBAMA) passou a aceitar a Unidade de Conservação (PARNA Chapada das Mesas)

Cia. Siderúrgica do Atlântico: Ação judicial tentará impedir catástrofe ambiental em Sepetiba

Ação judicial contra o despejo de rejeitos de dragagem na Baía de Sepetiba, planejado pela Cia. Siderúrgica do Atlântico (uma associação do grupo alemão ThyssenKrupp com a Cia Vale do Rio Doce) foi apresentada hoje no Fórum de Justiça do Rio de Janeiro por associações de pescadores de Itaguaí, Pedra de Guaratiba, Ilha da Madeira e Mangaratiba e pelo Fórum de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Zona Oeste, coletivo que congrega

Construção de usinas no Rio Madeira pode desalojar cerca de duas mil pessoas. Ambientalista diz que construção de hidrelétricas atinge diretamente as populações ribeirinhas

Construção de usinas no Rio Madeira pode desalojar cerca de duas mil pessoas Cristiane Ribeiro, da Agência Brasil ABr - Porto Velho – Cerca de 2 mil pessoas que vivem às margens do Rio Madeira, em Rondônia, poderão desalojadas com a construção das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, conforme prevê o projeto da construção do complexo. A população ribeirinha vive da pesca e com o empreendimento terá que

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