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O governo pretende permitir a exploração na faixa de fronteira por estrangeiros

Até o fim do ano, segundo o Ministério de Minas e Energia, a indústria de mineração será chamada pelo governo para discutir a maior reforma no marco regulatório do setor em mais de quatro décadas. O Código de Mineração foi promulgado em 1967 e finalmente será mudado. A intenção do governo é encaminhar ao Congresso, no início de 2009, um conjunto de projetos de lei que inclui a criação de uma agência reguladora, a permissão à exploração por estrangeiros na faixa de fronteira e o uso do direito minerário como garantia aos pedidos de financiamento bancário. Por Daniel Rittner, do Valor Econômico, 18/11/2008.

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Evento aborda a realidade das comunidades afetadas pela Estrada de Ferro Carajás


Cruzamento do trem de passageiros com vagões transbordando de minério de ferro. Foto da Agência de Notícias Repórter Brasil

Uma comitiva, composta pelo padre Dario Bossi e pelos irmãos religiosos Antonio Soffientini e Bruno Haspinger, visitou a procuradora-geral de Justiça, Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro, no dia 23.

O motivo da visita foi convidar oficialmente o Ministério Público a participar do seminário “Justiça nos trilhos - A Vale do Rio Doce e as veias abertas” a ser realizado no próximo dia 11 de outubro (sábado), na cidade de Açailândia.

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Nota dos Movimentos Sociais: A Vale intensifica agressão aos trabalhadores

A Mineração Onça Puma, pertencente à Companhia Vale do Rio Doce – Vale, desde 2003 tem criado inúmeros transtornos à população do município de Ourilândia do Norte e Tucumã e principalmente ao trabalhadores rurais assentados no Projetos de Assentamentos Campos Altos e Tucumã, criados pelo INCRA, nos municípios de Ourilândia do Norte, Tucumã e São Félix do Xingu.

Nas áreas urbanas as populações e se vêem ameaçadas pelo crescimento acelerado e descontrolado da população, que migra de outros Estados, de outros municípios da região, e da zona rural. Todos influenciados pelo discurso do desenvolvimento e da empregabilidade. O resultado tem sido o aumento da violência, da prostituição, dos acidentes de trânsito, a falta de habitação, a falta de água potável, a superlotação nas escolas, a falta de serviços de atendimento à de saúde, o alto índice alcoolismo, a facilidade para o comércio de drogas, e a mendicância.

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Justiça Federal condena Vale a indenizar índios por uso de terras no Pará

O juiz Carlos Henrique Borlido Haddad, da Justiça Federal de Marabá, condenou a Vale a compensar financeiramente os índios xikrin pelo uso de suas terras, no sudeste do Pará. Mais de R$ 650 mil serão depositados em favor das associações de cada aldeia. Decreto presidencial de 1997 que deu à Vale o direito de exploração mineral na região de Carajás também determinou à companhia a “prestação de assistência às populações indígenas residentes no entorno do empreendimento”. Por Marco Antônio Soalheiro, da Agência Brasil.

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Comunidades do Semi-árido baiano não aceitam mineroduto em suas terras

[EcoDebate] Olho D’Água é uma comunidade tradicional na região Semi-Árida da Bahia, tem cerca de 50 famílias, que vivem do que plantam em pequenas roças e dos animais que criam nas caatingas ao redor. O maior problema dessa comunidade e de outras da região vem sendo a falta de água. Quase todas essas famílias têm sua cisterna de captação de água de chuva, abrem e limpam seus tanques e cuidam das lagoas. Quando o período de seca se prolonga por mais de nove meses, se valem de cacimbas (olhos d’água) que a natureza caprichosa deixou como dádiva de Deus. Por João Batista Pereira, CPT de Bom Jesus da Lapa.

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Nossas ou deles? artigo de Lúcio Flávio Pinto

O Pará é o lugar mais importante para a estratégia da Companhia Vale do Rio Doce. Já é hoje e será ainda mais no futuro. Essa importância está presente em todos os discursos. O Estado sabe qual é a parte que lhe cabe nesse bolo? O que lhe caberia se tivesse mais poder sobre essa partilha?

A Companhia Vale do Rio Doce investirá o equivalente a 59 bilhões de dólares (em torno de 100 bilhões de reais) nos próximos cinco anos, dentro e fora do Brasil. Poucas empresas no mundo podem apresentar um plano qüinqüenal desse porte. Como a Vale atua em todos continentes, marcando presença em vários países, o fato de reservar US$ 20 bilhões ao Pará (quase 40% do total) mostra a importância do Estado na estratégia da companhia.

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Amazônia e as novas frentes de expansão mineral e do agronegócio no sul e sudeste do Pará, artigo de Rogério Almeida


[EcoDebate] Batista Afonso é um militante dos direitos humanos numa explosiva região da Amazônia, o sudeste do Pará, onde é o coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no município de Marabá, cidade pólo da região. Afonso é advogado e integra o colegiado nacional da CPT, instituição ligada à Igreja Católica alinhada na defesa da reforma agrária. A disputa pela terra na região sudeste do Pará imortalizou a mesma como a mais sangrenta do país. Capítulo escrito com grande violência na década de 1980, com o registro estimado em quase 800 casos de mortes contra camponeses, com quase cem por cento de impunidade.

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Movimentos sociais debatem expansão da mineração no sul e sudeste do Pará, artigo de Rogério Almeida


Foto: Agência Amazônia

[Ecodebate] Compreender os principais determinantes da exploração do extrativismo mineral nos países periféricos, contextualizar a exploração mineral no sul e sudeste do Pará, identificando os principais problemas e desafios são alguns dos objetivos do Seminário “A Expansão da Mineração no Sul e Sudeste do Pará: Problemas e Desafios”, a ser realizado entre os dias 15 a 17 de agosto em Xinguara, sudeste do Pará. O evento é uma iniciativa Comissão Pastoral da Terra (CPT), UFPA e o Projeto Cartografia Social, e conta como o apoio da Paróquia de Xinguara e da ONG Centro de Educação, Pesquisa e Assessoria Sindical e Popular (CEPASP).

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A insustentável leveza da poeira venenosa, artigo de Serrano Neves

[EcoDebate] Os problemas criados pela mineração em Paracatu (RPM/Kinross), enfim, alcançaram a grande mídia através de reportagem de O Estado de Minas do dia (13 de julho, pág. 21), e a peneira com que tampavam o Sol caiu.

O tremendo impacto sócio-ambiental vinha sendo disfarçado pela poeira do desenvolvimento, do emprego e da renda, estratégia dirigida pela RPM/Kinross que posa de “mãe de Paracatu” divulgando números sobre benefícios sociais e maquiagem ambiental, em flagrante desrespeito à inteligência dos paracatuenses. Poeira do desenvolvimento, a mesma poeira de rocha arseniopirita que tolda o ar espalhando veneno sobre as pessoas e sobre o meio-ambiente.

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Barragem de rejeitos de mineração ameaça Lima com risco de desastre ambiental

Nesta sexta-feira, 18/07, o governo de Lima declarou estado de emergência, após ameaça de vazamento em uma barragem de rejeitos de mineradora, com riscos para a contaminação da principal fonte de água local. Por Henrique Cortez, do EcoDebate, com informações do jornal Diario la República e Agências.

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Aspectos da mineração da Vale em Ourilândia, Pará, artigo de Raimundo Gomes da Cruz Neto

No inicio da década de 80, do século passado, nos últimos cinco anos de governo da ditadura militar, a Construtora Andrade Gutierrez, por meio de compra e concessão do governo federal, apropriou-se uma área de 400.000 hectares, no município de São Felix do Xingu-Pa, as margens do rio Fresco e rio Branco, para implantação de um projeto de colonização particular.

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Governo prepara mudanças na mineração

Novo marco regulatório do setor prevê tributação maior da extração e regulamentação da atividade em terras indígenas. Motivada pela alta dos preços das commodities no mundo e pela escassez de fertilizantes, proposta já é criticada pelas empresas. Por Valdo Cruz e Sheila D´Amorim, da Sucursal de Brasília, da Folha de S.Paulo, 15/06/2008.

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Austrália e Haiti são aqui, artigo de Egon Heck

[Correio da Cidadania] Quando a fumaça vai baixando e as espessas nuvens vão se desfazendo em nevoeiros transparentes, é possível vislumbrar o intenso vai e vem dos interesses que se movimentam por detrás do debate da Raposa Serra do Sol e da questão indígena em geral.

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Contaminação faz crianças do Peru nascerem com alto nível de chumbo no sangue

As operações mineradoras em La Oroya, uma das cidades mais contaminadas da América do Sul, são as responsáveis pelos altos níveis de chumbo existentes no sangue de grande parte dos recém-nascidos desta localidade peruana, afirmaram neste domingo especialistas. Matéria da Agência EFE, em Lima, publicada pela Folha Online, 08/06/2008 - 21h02.

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mineração: Grandes projetos aprofundam pobreza

Abundância de minérios causa saque violento das riquezas da região


FOTO:MARICHIBA
A exploração mineral teria efeito negativo sobre populações tradicionais

Durante pesquisa realizada para o curso de Mestrado em Serviço Social, a professora Nádia Socorro Fialho Nascimento acompanhou, na década de 1990, os impactos sócio-econômicos causados pela implantação do Projeto Caulim em duas localidades do município de Barcarena, denominadas Montanha e Curuperé. A professora testemunhou o processo de expropriação e posterior desagregação daquelas comunidades, integradas por uma população nativa, ligada por fortes laços de parentesco e religiosidade, praticantes da pesca, da caça e do extrativismo. Leia o restante do texto…

exploração mineral: Uma ameaça à ecologia, artigo de Luiz Leitão

[O Tempo] Embora o alto preço de um produto seja indicativo de sua escassez e devesse contribuir para a redução do seu consumo, para a maioria das commodities este dogma não tem funcionado.

Ameaças a santuários ecológicos e regiões ainda virgens do planeta crescem na proporção direta da cotação do petróleo e de alguns minerais, pois altos preços tornam viável a prospecção de óleo, gás e minérios nos mais inóspitos recantos, como o Ártico, onde se delineia uma disputa pelas generosas reservas de hidrocarbonetos lá existentes. Leia o restante do texto…

MPF e MP/MA recomendam adiamento da audiência pública sobre termelétrica, da Diferencial Energia e da MPX Mineração

Procedimento Administrativo MPF/PR/MA nº 1.19.000.000331/2008-88 - RECOMENDAÇÃO PR/MA/ASS n.° 006/2008 Leia o restante do texto…

O renascer de Nova Marilândia - Degradada pelo garimpo de diamantes, cidade cria 200 granjas e dá a volta por cima

NOVA MARILÂNDIA (MT). Os cerca de três mil habitantes de Nova Marilândia, no Centro Sul mato-grossense, não querem saber mais de diamantes ou garimpo, motivo de riqueza de poucos e desgraça de muitos até o fim dos anos 80, na região conhecida como Alto Paraguai. Lino Rodrigues, Enviado especial, do O Globo, 09/04/2008. Leia o restante do texto…