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Catadores de lixo são afetados pela falta de apoio do poder público


Catadores de lixo compreendem seu papel ambiental

Na cidade de São Paulo faltam políticas públicas para integrar os catadores de lixo e auxiliá-los na organização de grupos e cooperativas. A conclusão é da assistente social Marina Pacheco e Silva de Rezende Puech, a partir dos resultados de sua pesquisa de mestrado defendida recentemente na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.

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Procurador-geral enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contrário à importação de pneus usados


O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contrário à importação de pneus usados. O documento se refere à ação em que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pede ao STF que declare constitucionais todos os atos do governo federal que regulam as restrições à importação de pneus usados e casse decisões judiciais que permitem a prática.

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Justiça cancela audiência pública sobre a construção de depósito de lixo químico em Paracambi, RJ

Mega-depósito de lixo químico e industrial poderia colocar em risco o Rio Guandu, que abastece 8 milhões de pessoas no Grande Rio.

Na noite de 30/10, a Juíza de Paracambi, Dra. Luciana Fiala de Siqueira Carvalho, deferiu favoravelmente 2 Ações Populares Ambientais impetradas pelo ecologista Sérgio Ricardo e pela ONG Quinto Elemento e cancelou a Audiência Pública convocada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, FEEMA e CECA para licenciar a implantação de mega-depósito de lixo químico e industrial de propriedade da empresa Essencis a ser instalado no Município de Paracambi, na bacia hidrográfica do Rio Guandu, colocando em risco e vulnerável o abastecimento de 8 milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e na Capital (Rio de Janeiro).

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Estudo revela que plásticos oxibiodegradáveis não se decompõem na natureza como esperado


© Miguel Boyayan - Representação da degradação e da decomposição de plásticos no solo

Os consumidores mais atentos já devem ter notado que certas sacolas plásticas, dessas utilizadas para embalar produtos comprados em supermercados, drogarias e lojas as mais diversas, trazem a informação de que são confeccionadas com plástico oxibiodegradável. Esse tipo de plástico começou a ser produzido no final dos anos 1980 e, segundo seus fabricantes, são ambientalmente corretos porque se decompõem rapidamente na natureza. Com isso minimizariam uma série de riscos ambientais decorrentes do descarte desses produtos, como a impermeabilização do solo e a contaminação de lençóis freáticos. Agora uma pesquisa concluída recentemente por um pesquisador brasileiro mostra que não é bem assim. O engenheiro de materiais Guilherme José MacedoFechine, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, realizou uma bateria de testes com um tipo de plástico oxibiodegradável vendido no mercado nacional e constatou que, apesar de ele se fragmentar e virar pó, não é consumido por fungos, bactérias, protozoários e outros microorganismos – condição necessária para ser considerado biodegradável e desaparecer do solo ou da água. Por Yuri Vasconcelos, na Pesquisa FAPESP - Edição Impressa 152 - Outubro 2008.

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Ambientalista denuncia licitação de cartas marcadas para o lixo carioca


Foto de arquivo EcoDebate

ALERTA À IMPRENSA E A SOCIEDADE: faltando 2 meses para deixar o governo, o Prefeito César Maia, na calada da noite promove milionária licitação para o lixo da cidade.

O fato é gravíssimo já que o futuro prefeito, a ser eleito no próximo dia 26/10, vai assumir literalmente “engessado” com uma empresa durante 5 anos, ou seja todo mandato e ainda mais um ano.

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Ibama multa município de Itapemirim, ES, em R$ 1,5 milhão por crime de degradação ambiental


Foto de arquivo Ecodebate

O Município de Itapemirim, região sul do Espírito Santo, foi multado em um milhão e quinhentos mil reais por crime de degradação ambiental. Fiscais da Superintendência do Ibama no Espírito Santo, em operação conjunta com a Polícia Ambiental, receberam denúncia da Linha Verde de que a Prefeitura estava desrespeitando o embargo de uma área que estava sendo feita de depósito de lixo irregular, lixão.

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Lixo em qualquer canto, artigo de Ana Echevenguá e Rodrigo Moretti

[EcoDebate] “Policiais militares de Nova Trento (…) encontraram medicamentos enterrados num terreno no interior do município (…) O denunciante levou os policiais até um sítio, que seria de propriedade de Airton Antônio Dalbosco, vereador eleito pelo PMDB (…) foram encontrados 110 frascos de remédios, 21 bisnagas de pomadas, 17 ampolas, 36 potes de vidro com medicamento em pó (…). Indícios indicam a possibilidade de que outros remédios tenham sido queimados no local” **.

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Lixo em São Paulo: Colapso do lixo atinge 67 cidades

A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) desencadeou ontem uma ação para interditar os aterros de 67 municípios de São Paulo, dos quais 9 começaram a ser notificados na semana passada. A medida atinge 1,1 milhão de pessoas. São lixões que funcionam sob as mesmas condições desde os anos 80, com toneladas de resíduos empilhadas de forma precária, próximas de rios e de áreas residenciais, a maior parte sem coleta seletiva ou reciclagem, segundo o governo estadual. Sem as correções exigidas há quase um ano, esse locais ameaçam contaminar com chorume áreas de mananciais como a Represa Billings, usada para abastecer 15% da Grande São Paulo, os lençóis freáticos do Vale do Ribeira e áreas de preservação permanente no litoral e no oeste do Estado. Por Diego Zanchetta, do O Estado de S.Paulo, 02/10/2008.

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Lixo em São Paulo: Litoral tem 6 aterros em estado crítico. Lixão desativado recebe 200 t de dejetos por dia, em Prudente

Na reclassificação da Cetesb realizada em setembro, 6 cidades dos litorais norte e sul estão entre as 67 com aterros em situações críticas: Cananéia, Caraguatatuba, Ilha Comprida, Itanhaém, Mongaguá e Ubatuba. “Se Ubatuba não fizer uma estação de transbordo do lixo até novembro, o aterro será interditado”, adverte o diretor de Controle de Poluição da Cetesb, Marcelo Minelli. Procurada, a prefeitura informou que as obras estão em andamento. Por Diego Zanchetta, Rejane Lima e Simone Menocchi, do O Estado de S.Paulo, 02/10/2008.

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A poluição já retirou 240 milhões de m3 de água da Represa Billings

A queda de 20% na capacidade de armazenamento representa prejuízo para a população e poder público, já que o volume seria suficiente para abastecer a cidade de São Paulo por até dois meses. O assoreamento, causado pelo uso irregular do solo na área de proteção de mananciais, ainda faz com que o reservatório tenha o espelho d”água reduzido. A perda, irreversível, é de 12,6 km² ou quase 2.000 campos de futebol.Por Adriana Ferraz, do Diário do Grande ABC, 28/09/2008.

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Águas cristalinas recebem no caminho muito lixo e se tornam os maiores poluidores da Baía de Guanabara

Da nascente à foz, o triste destino de três rios - As mesmas águas que abastecem populações em suas nascentes transformam-se, poucos quilômetros adiante, nas maiores fontes de poluição da Baía de Guanabara. Repórteres do GLOBO percorreram, da nascente à foz, três dos principais rios que deságuam na baía - São João de Meriti , Sara puí/Iguaçu e Roncador - e viram de perto como vão parar no cartão postal da cidade quantidades gigantescas de lixo flutuante. Ao todo, são 80 toneladas despejadas diariamente na baía por 55 rios. Taís Mendes, do O Globo, 28/09/2008.

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‘Minhocasa’: Sistema doméstico de compostagem converte resíduo orgânico em fertilizante

Lixeira viva - De essencial, a lata de lixo virou item supérfluo na cozinha da antropóloga Nicole Roitberg, 31. Há um ano, cascas de fruta, aparas de verdura, restos de alimentos, borra de café e saquinhos de chá têm outro destino: a Minhocasa, um sistema de compostagem doméstica em que minhocas convertem resíduos orgânicos em fertilizante natural. Por Janaina Fidalgo, da Folha de S.Paulo, 04/09/2008.

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São Paulo: Meias medidas para o lixo

O atraso na implantação de coleta seletiva eficaz do lixo da cidade condenará moradores de pelo menos dois bairros populosos a continuar sofrendo com a desvalorização de seus imóveis, a poluição ambiental e as ameaças à saúde, por causa do pior dos maus vizinhos: o aterro sanitário. Perus, nas vizinhanças da Serra da Cantareira, a oeste da capital, que desde 1979 é castigado pelos incômodos do Aterro Bandeirantes, abrigará um novo, com capacidade de receber mais de 6 mil toneladas de lixo diariamente. Outro aterro será instalado em São Mateus, na zona leste, onde a população suporta, desde 1992, o acúmulo de 30 milhões de toneladas de lixo, dispostas em montanhas de 150 metros, no saturado Aterro São João. Do O Estado de S.Paulo, Domingo, 31 de Agosto de 2008.

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lixo: Um drama que vem embalado, artigo de Washington Novaes

[O Estado de S.Paulo] A campanha eleitoral na TV e no rádio mostra, principalmente nos grandes centros urbanos, uma temática semelhante, que quase se resume às questões dos transportes, da violência, da educação e da saúde. Quase não está presente nas propostas e discussões a questão dos resíduos, do lixo. E, no entanto, é das mais graves que enfrentam as cidades, das mais populosas às menores. Convém relembrar que já em 2002 eram coletadas 230 mil toneladas diárias só de lixo domiciliar e comercial no País (1,3 quilo por pessoa/dia), sem falar em resíduos de construções (mais que o domiciliar e comercial), lixo industrial, de estabelecimentos de saúde, lixo tecnológico e - ausência absoluta - lixo rural produzido principalmente pelos excrementos de mais de 200 milhões de cabeças de gado bovino, dezenas de milhões de suínos, bilhões de aves. Pouco se sabe também de quanto lixo urbano não é coletado. Fala-se em mais de 10 mil toneladas/dia. E em mais de metade dos municípios todos os resíduos vão para lixões a céu aberto.

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Lixo reciclável recuperado no país ainda é pouco e recuperar lixões é prioridade do governo, diz secretário


Enquanto cada brasileiro produz em média 920 gramas de lixo sólido por dia, a quantidade de lixo reciclável que é recuperada, seja na coleta seletiva seja por catadores, chega apenas a 2,8 kg por ano, por habitante. “É um volume baixo em relação ao que é produzido porque, na verdade, a coleta seletiva atinge um percentual só do volume produzido”, afirmou, em entrevista à Agência Brasil, o secretário nacional de Saneamento Ambiental, Leodegar Tiscoski.

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OMC quer que o Brasil regulamente as importações de pneus recauchutados até o final do ano


Europa quer reforma das leis ambientais brasileiras

GENEBRA - A Europa quer uma reforma nas leis ambientais brasileiras que limitam as importações de pneus recauchutados até outubro, ameaçando aplicar retaliações contra os produtos nacionais exportados se nada for feito. Ainda nesta semana, a Organização Mundial do Comércio (OMC) irá anunciar qual será o prazo que o Brasil terá para modificar suas leis. O Itamaraty defende que a modificação da lei ocorra apenas no final de 2009. Por Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo, na Agência Estado, terça-feira, 26 de agosto de 2008, 18:04.

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Prefeitos fracassam na busca de soluções para a questão do lixo


As dificuldades dos 26 prefeitos de capital que encerram seus mandatos este ano, dos quais 20 candidatos à reeleição, em equacionar a questão do lixo em seus municípios, deixaram latente a possibilidade de apagão ambiental. Há 12 capitais sem aterro sanitário. Entre as outras 14, há pelo menos cinco em que a destinação final de resíduos está a menos de um ano do esgotamento. Por César Felício e Bettina Barros, no Valor Econômico, 25/08/2008.

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Pesquisadores da Poli-USP calculam que são dispensados na natureza, em média, 14,9 milhões de pneus por ano


Em 2006, foram reciclados no Brasil 48,1 milhões de pneus que não prestam mais para uso em automóveis, o equivalente a 240,6 mil toneladas. No mesmo ano foram produzidas no país cerca de 54,5 milhões de unidades. Outras 28,6 milhões foram importadas, sendo parte comprada para reforma e venda como pneus meia-vida. Por Thiago Romero, da Agência FAPESP.

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