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UTE de Barcarena: Ministério Público discorda de licença ambiental para construção de termoelétrica

Termelétrica a carvão, foto de arquivo
Termelétrica a carvão, foto de arquivo

O Ministério Público do Pará discorda da licença ambiental concedida à Vale para construção de uma usina termoelétrica, no município de Barcarena, e poderá entrar com uma ação na Justiça solicitando a sua suspensão. A licença foi liberada pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente do Pará, COEMA, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

Para o promotor Raimundo Morais, a usina termoelétrica de Barcarena representa uma ameaça ambiental por causa da grande quantidade de carbono que será despejada na atmosfera. “São mais de dois milhões e meio de toneladas de carbono por ano, o que significa um volume equivalente à emissão de todos os carros do Rio de Janeiro durante um ano”, disse.

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Ibama libera licença de instalação para Usina de Jirau e diz que novo local não trará impactos ambientais maiores

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O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Roberto Messias, fala à imprensa sobre a liberação da licença de instalação para Usina de Jirau, no Rio Madeira (RO). Ao lado, a secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Isabella Teixeira Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

As obras da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO) já podem começar. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai publicar hoje (14) a licença de instalação que vai permitir o início do canteiro de obras e a construção de uma ensecadeira, que servirá para desviar o rio enquanto as turbinas da hidrelétrica são instaladas.

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Blogosfera: Minc e Tolmasquim: visão holística? no Blog Telma Monteiro

Continua o festival de besteiras sobre licenças ambientais, turbinas e áreas alagadas que os jornalistas nos obrigam a ler ao divulgar entrevistas de Maurício Tolmasquim, Carlos Minc e Edison Lobão, respectivamente presidente da Empresa Pesquisa Energética (EPE), Ministro do Meio ambiente e Ministro de Minas e Energia.

Quem precisa de “visão holística” é o próprio Maurício Tolmasquim que só consegue pensar em obter licença ambiental para satisfazer as empreiteiras. Joga toda a culpa da incompetência no planejamento do desenvolvimento do Brasil nas Ongs, no Ministério Público e no Judiciário. Aliás ele errou, porque o Judiciário tem sido um grande aliado dele e do resto do governo, quando ignora as ilegalidades perpetradas nas emissões de licenças ambientais para projetos de aproveitamentos hidrelétricos, energia nuclear e termelétricas. Continua…

Para acessarem a íntegra do post no Blog Telma Monteiro, clique aqui

UTE de Barcarena: Usina a carvão da recebe a licença prévia do Coema (Conselho Estadual de Meio Ambiente)

A Vale avança para licenciar uma usina termelétrica no Estado do Pará que, além de contribuir para sujar a matriz energética brasileira, deve frustrar o plano do governo de criar um projeto de reflorestamento sustentável na área de Carajás, uma das mais desmatadas da região amazônica.

A usina, de US$ 898 milhões, utilizará carvão mineral importado da Colômbia e emitirá 2,2 milhões de toneladas de CO2 ao ano –o equivalente a 3,6% das emissões de todo o setor energético brasileiro em 2005. O carvão mineral é o mais sujo dos combustíveis fósseis. Matéria de Afra Balazina, da Folha de S.Paulo.

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MPX no Maranhão: o licenciamento de uma peça fóssil, artigo de Mayron Régis

[MPX in Maranhão: the licensing of a piece fossil]

[EcoDebate] Está mais do que na hora de cortar esse papo de que os ambientalistas atravancam o par e passo das beatitudes mundiais e brasileiras rumo ao progresso social e econômico – isso ainda persiste?-, bastando atarefar as atuais e próximas gerações com propostas esdrúxulas de desenvolvimento sustentável do tipo consuma menos carne e o mundo será menos predador com as florestas tropicais como se ainda fosse possível acreditar nisso tal qual se acreditava em jogadores de futebol que entravam em campo, em campeonatos de futebol do sul ao norte do Brasil, pelo amor ao time. A era do futebol arte caiu no esquecimento a medida que os times se profissionalizaram e os jogadores saiu de campo com um contrato assinado com algum time da Europa ou da Ásia. Como o romantismo também foi pro espaço, dir-se-ia que ela e eles já foram tarde – pra quem quer que seja ficaram as transmissões dos campeonatos á tarde e à noite – empurrar goela a dentro a próxima conquista da copa do mundo, da próxima copa América e por ai vai.

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UTE de Barcarena: Tudo dominado? nem tanto…, artigo de Nelson Tembra

[UTE de Barcarena: All dominated? or not ... article by Nelson Tembra]

[EcoDebate] Com a Usina Termo Elétrica (UTE) de Barcarena a Vale pretende gerar 600 megawatts (MW) de energia por ano. A metade seria utilizada pela empresa e o restante disponibilizado pelo sistema de distribuição interligado da região Norte, com investimento total estimado em US$ 800 milhões e emprego do combustível carvão mineral que seria trazido ainda nem se sabe bem de onde, se da Colômbia ou Moçambique, para diversificar a matriz energética, em razão da necessidade de garantir ‘segurança no fornecimento de energia’.

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Ibama enfrenta pressão para decidir por licença para Jirau

[Ibama faces pressure to decide on license for Jirau]

Uma guerra de bastidores está sendo travada no IBAMA em torno da liberação ambiental para o consórcio Energia Sustentável do Brasil (Enersus) instalar seus primeiros canteiros de obras da usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira. A nova batalha envolve o envio de uma avalanche de documentos à autarquia pela Odebrecht, contestando a mudança na localização da usina, e um ofício colérico do Enersus questionando a “moralidade” da equipe técnica do IBAMA responsável pelo licenciamento da hidrelétrica. Por Daniel Rittner, de Brasília, no Valor Econômico, 03/11/2008.

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O ‘desmanche’ da legislação ambiental brasileira: os Juízes vão permitir? artigo de Telma Delgado Monteiro

[The "dismantling" of the Brazilian environmental law: the judges will allow? article by Delgado Telma Monteiro]

[EcoDebate] Fiquei em silêncio nos últimos quatro dias. Não tive ânimo para escrever sobre minha indignação quanto ao que está acontecendo nos processos de licenciamento ambiental no Brasil. Hoje não resisti.

Lá no rio Madeira as obras da usina de Santo Antônio prosseguem como se o documento da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) sobre a presença dos Índios Isolados na região, nunca tivesse existido. Ontem (29), o Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, resolveu que pode dar uma licença “parcial” – nova modalidade - para a usina de Jirau e o Tribunal de Contas da União (TCU) soltou uma bomba em que recomenda ao governo agilizar a oferta de empreendimentos hídricos no Brasil.

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Operação Marambaia: Investigações surgiram a partir de denúncias em Aracati

De acordo com o superintendente da Polícia Federal no Ceará, Aldair da Rocha, órgãos ligados ao meio ambiente concediam licenças ambientais irregulares em áreas de preservação.

As licenças ambientais irregulares que geraram a Operação Marambaia foram liberadas para empreendimentos imobiliários nas praias do Futuro, Cumbuco, Aracati, em Crateús e no município de Guaramiranga, na Serra de Baturité, segundo declarou em entrevista coletiva nesta tarde, o superintendente da Polícia Federal (PF) no Ceará, Aldair da Rocha. A entrevista foi concedida nesta quarta-feira, 28, na sede da Polícia Federal (PF) em Fortaleza. O resultado da concessão irregular foi a degradação ambiental das localidades, prejuízo a dunas e o assoreamento de rios. Desde maio do ano passado vem investigando irregularidades na concessão de licenças ambientais em áreas de preservação ambiental. Redação O POVO Online, 29 Out 2008 - 18h21min.

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Operação Marambaia: Presa no Ceará a cúpula do meio ambiente das três esferas de administração (federal, estadual e municipal)

A Polícia Federal prendeu quatro pessoas ligadas aos órgãos de proteção ao meio ambiente no Ceará, entre eles os titulares do Ibama, Semace e Semam. Os acusados teriam cometido irregularidades na concessão de licenças em áreas de preservação ambiental no Estado

Os gestores dos principais órgãos do meio ambiente no Ceará, das três esferas de administração (federal, estadual e municipal), foram presos ontem pela Polícia Federal, na chamada Operação Marambaia. A principal acusação contra eles é a de que teriam autorizado irregularmente licenças ambientais para construção de imóveis em áreas de preservação. Foram detidos o superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis no Ceará (Ibama-CE), Raimundo Bonfim Braga (Camundo); o superintendente estadual do Meio Ambiente (Semace), Herbert Rocha; a secretária do Meio Ambiente e Controle Urbano de Fortaleza (Semam), Daniela Valente, e o chefe do Ibama na cidade de Aracati, Antônio César Rebouças. O superintendente do Ibama-CE, Raimundo “Camundo”, foi preso em São Paulo. Ele teria ido à capital paulista participar de uma solenidade de premiação. Os outros três foram detidos pela PF em Fortaleza, por volta das 6h30min. Ainda na noite de ontem, por volta das 20h30min, o Juiz Ricardo Ribeiro, da 11ª Vara Federal, que decretou as prisões temporárias, concedeu a libertação de Daniela Valente e Herbert Rocha. Por Thiago Cafardo, Cláudio Ribeiro e Demitri Túlio, da Redação O POVO Online, 30 Out 2008 - 01h17min.

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Ministério Público ameaça processar diretoria do Ibama caso seja concedida licença ambiental às obras da usina de Jirau


A Cachoeira de Santo Antônio, que será submersa caso se construa a usina de mesmo nome no Rio Madeira. Essa barragem ficaria ali, e a de Jirau, 126 quilômetros rio acima Foto: Wilson Dias/ABr

O Ministério Público Federal advertiu o IBAMA que poderá questionar a probidade administrativa de seus diretores caso seja concedida licença ambiental às obras da usina de Jirau sem realização de novos estudos. Em ofício enviado na semana passada ao presidente da autarquia, Roberto Messias Franco, o procurador Mário Lúcio de Avelar afirma que a mudança do local de construção da hidrelétrica traz “impactos ambientais, sociais e econômicos não devidamente mensurados” e avisa que a ausência de estudos complementares poderá resultar em ação com base na Lei 8.429/92, que disciplina a conduta dos gestores públicos. Por Daniel Rittner, no Valor Econômico, 28/10/2008.

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MPF quer que Ibama assuma licenciamento ambiental de usina de etanol em Roraima

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O Ministério Público Federal (MPF) em Roraima quer que o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) assuma de imediato todo o processo de licenciamento ambiental da usina de etanol Biocapital, que será instalada no município de Bonfim, na fronteira com a Guiana Inglesa.

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Justiça suspende licença ambiental de empresas de carcinicultura em Bacabeira/MA

Áreas de cultivo estariam localizadas no manguezais, área de preservação ambiental

A Justiça Federal suspendeu as licenças prévias e de instalação de carcinicultura, concedidas às empresas Asa Carcinicultura e Dantas Camarões do Nordeste Ltda.

A pedido do Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA), a Justiça Federal suspendeu as licenças prévias e de instalação de carcinicultura (cultivo de camarão), concedidas às empresas Asa Carcinicultura e Dantas Camarões do Nordeste Ltda. Elas estão proibídas de realizar qualquer obra, instalação ou operação de empreendimentos de carcinicultura no Campo de Perizes, município de Bacabeira (MA).

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complexo de usinas do rio Juruena: Parecer da Funai diz que estudo que permitiu licenciamento de usina é contraditório


Nasce o rio Tapajós na confluência dos rios Teles Pires e Juruena. Foto: Margi Moss, Projeto Brasil das Águas

Parecer técnico concluído em agosto na CGPIMA (Coordenação de Patrimônio Indígena e Meio Ambiente) da Funai afirma que o principal estudo que permitiu o licenciamento do complexo de usinas do rio Juruena (região noroeste de Mato Grosso) –onde um canteiro de obras foi invadido e incendiado por índios no sábado– é “contraditório”, “incompleto” e não permite estimar os reais impactos das obras ao meio ambiente e aos índios. Por Rodrigo Vargas, da Agência Folha, em Cuiabá, 15/10/2008 - 08h02.

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TCU vê má qualidade em estudos ambientais

Numa auditoria para verificar as razões da baixa presença de hidrelétricas nos últimos leilões de energia, o Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu não apenas que existem gargalos no IBAMA, conforme queixas freqüentes dos empresários na área de infra-estrutura, mas apontou a “qualidade inadequada” dos estudos de impacto ambiental encaminhados à autarquia no processo de licenciamento. A auditoria recomendou ao IBAMA criar “mecanismos para apenar (punir) responsáveis” pelos estudos de má qualidade. Hoje, de acordo com o tribunal, não há nenhuma previsão de penalidade aos técnicos que assinam estudos (EIA-Rima) incompatíveis ou inadequados. Por Daniel Rittner, de Brasília, no Valor Econômico, 13/10/2008.

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Minc prevê licença de Jirau este ano e descarta falta de crédito


A Cachoeira do Teotônio, que será submersa caso se construam as usinas de Jirau e Santo Antônio no Rio Madeira Foto: Wilson Dias/ABr .

Apesar das novas exigências impostas pelo Ministério do Meio Ambiente, a licença ambiental para a construção da usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO), deve sair ainda este ano, de acordo com o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Por Rodrigo Viga Gaier, da Agência Reuters.

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Condomínio ameaça área verde de 5 milhões de m2 em Bertioga

No local, há até espécie considerada quase extinta; Cia City promete compensação ambiental

Um projeto para a construção em Bertioga de um condomínio com 2.050 imóveis ao norte da Praia de São Lourenço, numa área de restinga cercada por mata nativa, com 5 milhões de metros quadrados (equivalentes a três parques iguais ao do Ibirapuera ou 502 campos de futebol oficiais), foi apresentado no dia 5 de setembro ao Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema). O empreendimento já provoca uma mobilização de ambientalistas e moradores da Baixada Santista contrários à ocupação de um espaço usado pelo IBAMA como Área de Soltura de Animais Silvestres. Por Diego Zanchetta, do O Estado de S.Paulo, 04/10/2008.

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Os licenciamentos ambientais de mentirinha, por Henrique Cortez

O título deste artigo é menos absurdo do que pode parecer à primeira vista. Nos últimos anos, estão cada vez mais freqüentes as denúncias de EIA-RIMAs tecnicamente inconsistentes ou fraudulentamente produzidos. E isto é um problema extremamente sério.

Para compreender, de forma sintética, o que são e para que servem os EIA-RIMAs recomendamos a leitura das informações em http://www.geofiscal.eng.br/eia.htm , que serão muito úteis aos leitores.

Voltando à questão principal, já é evidente que surgiu uma indústria de EIA-RIMAs pré-fabricados apenas e tão somente para atender às exigências legais mínimas. A cada dia surgem novos questionamentos sobre a veracidade destes estudos.

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