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Alimentação e medicamentos tradicionais aumentam o consumo de animais selvagens na China

A China, reconhecidamente, é a maior responsável pela captura de animais selvagens, para fins alimentares e produção de medicamentos “tradicionais”. Relatório da Traffic, uma rede internacional monitoração do comércio de espécies selvagens, destaca que o consumo chinês está aumentando rapidamente, o que coloca diversas espécies em riscos adicionais de extinção. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.

O relatório “The State of Wildlife Trade in China” informa que a medicina tradicional chinesa cresce à taxa anual de 10%, com impactos nas populações de animais e de plantas medicinais, que têm diminuído rapidamente, em valores estimados de 15 a 20%.

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Sobrepesca européia ameaça o atum azul

[European overfishing threatens the blue tuna, by Henrique Cortez]

Funcionários do mercado Tsukiji, em Tóquio, inspecionam um lote de atum-azul: a espécie corre o risco de desaparecer. Foto de Kiko Nogueira. Fonte: Planeta Sustentável.
Funcionários do mercado Tsukiji, em Tóquio, inspecionam um lote de atum-azul: a espécie corre o risco de desaparecer. Foto de Kiko Nogueira. Fonte: Planeta Sustentável.

Estudo da Technical University of Denmark (DTU Aqua) e da University of New Hampshire, avalia que o atum azul, no atual ritmo de sobrepesca, deve desaparecer ao longo de todo o nordeste do oceano atlântico e do mediterrâneo. Não será a primeira vez, porque o atum azul desapareceu das águas dinamarquesas na década de 1960. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.

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Reino Unido: morte de 2 bilhões de abelhas custará £54 milhões em perdas na economia

[UK: Death of 2 billion bees will cost £ 54 million in losses in the economy, by Henrique Cortez]

Centenas de apicultores, em 5/11, realizaram uma manifestação em Downing Street, sede do governo britânico, para exigir imediata ação governamental. Bilhões de abelhas do Reino Unido já morreram de causas ainda desconhecidas e os apicultores exigem saber por que razão.

Uma em cada três colônias de abelhas foi perdida ao longo do ano passado. Receia-se que não seja possível evitar a perda de dois bilhões de abelhas neste inverno (no hemisfério norte), o que seria uma grande redução da quantidade total destes vitais polinizadores. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.

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Estudo mostra que população da jararaca-ilhoa pode ter caído pela metade em dez anos; Pesquisadores suspeitam de tráfico de animais

jararaca-ilhoa (Bothrops insularis)
jararaca-ilhoa (Bothrops insularis)

A população da jararaca-ilhoa (Bothrops insularis), que só existe na Ilha da Queimada Grande, a 33 quilômetros de Itanhaém (SP), pode ter sido reduzida à metade em um período de dez anos, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores do Instituto Butantan.

O estudo, publicado na revista South American Journal of Herpetology, indica que há cerca de 2.100 serpentes na ilha – aproximadamente a metade do número encontrado na literatura. A estimativa, feita por grupo que estuda a espécie desde 1995, faz parte de um estudo que tem apoio da FAPESP na modalidade Auxílio Regular a Pesquisa. Por Fábio de Castro, da Agência FAPESP.

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Operação promete salvar mais de 332 mil filhotes de tartarugas


A Operação Pró-Quelônios, realizada por servidores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) na Reserva Biológica (Rebio) Abufari, centro-oeste do Amazonas, já salvou, em menos de três meses, 600 quelônios adultos das armadilhas de traficantes de animais. Agora, nas primeiras semanas de novembro, a operação chega a sua fase mais importante: a eclosão dos filhotes. A expectativa da chefia da Rebio é superar o recorde do ano passado, quando foi registrado o nascimento de 332 mil tartaruguinhas.

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Tartarugas marinhas em Cabo Verde correm risco de extinção

Caretta caretta
Foto tartaruga, Caretta caretta (Nomes comuns: cabeçuda ou mestiça), fonte Atlas Virtual da Pré-História

Cidade da Praia, 26 out (Lusa) - Uma em cada três tartarugas que chegou este ano às praias da ilha cabo-verdiana da Boa Vista foi morta, indicam os cálculos dos ambientalistas, alertando que em uma década esta espécie pode estar extinta.

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Estudo tenta determinar que espécies devem ser salvas da atual extinção em massa


Foto: WWF

O planeta está passando pela sexta onda de extinção em massa e isto deve ter severos impactos na biodiversidade do planeta, caso se confirme o desaparecimento, até o final do século, de 50% das espécies animais e vegetais. Pesquisadores da University of California, Santa Barbara, em artigo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, PNAS, tentam avaliar quais espécies vegetais devem ser salvas da extinção. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.

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Tecnologia ajuda a monitorar as espécies ameaçadas de extinção no Pará

Programas de computador ampliam o poder de previsão dos cientistas quanto aos fenômenos relativos à distribuição da biodiversidade amazônica. O tempo gasto hoje nas pesquisas com a geração de mapas de distribuição potencial de plantas e animais ameaçados poupará, no futuro, o acúmulo de perdas econômicas e ecológicas para a Região Amazônica.

Na Amazônia paraense, ecólogos e sistematas aplicam técnicas de modelagem ambiental para identificar e mapear a ocorrência dos nichos ecológicos de espécies ameaçadas. Os mapas produzidos com auxílio de softwares avançados resultam de uma das etapas do Projeto “Espécies Ameaçadas e Áreas Críticas para a Biodiversidade no Estado do Pará”, parceria entre o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e a Conservação Internacional (CI), que dá continuidade ao Biota Pará – programa de inventariamento e mapeamento da fauna e flora paraense. Os resultados obtidos vão auxiliar a elaboração de políticas públicas de conservação ambiental, como o Programa Extinção Zero, lançado pelo Governo do Pará no início de 2008.

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Aquecimento global ameaça os cangurus, icones da Austrália


Canguru (Antilopine Wallaroo). Imagem do University of Chicago Press Journals

Um aumento na temperatura média de apenas dois graus Celsius poderia ter um efeito devastador sobre as populações de cangurus. É o que afirma um estudo da James Cook University, na Austrália. O estudo “Australia’s Savanna Herbivores: Bioclimatic Distributions and an Assessment of the Potential Impact of Regional Climate Change,” será publicado na edição de dezembro (81:6) da revista Physiological and Biochemical Zoology. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.

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Mamíferos enfrentam ameaça crescente de extinção


Gorila. Imagem do animalshow.hpg.ig.com.br

O desmatamento tropical, a caça predatória e outras crises ambientais estão eliminando os mamíferos do planeta com uma rapidez sem precedentes, de acordo com uma nova pesquisa publicada pela revista Science

A avaliação mais abrangente de mamíferos já feita até hoje – da baleia azul até o morcego-zangão – confirmou que mais de 20% das espécies está ameaçada de extinção, sendo necessários ainda dados adicionais para apurar o status de centenas de outras.

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Um em cada quatro mamíferos do mundo corre risco de extinção


O relatório atualiza a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN, que ao todo inclui 44.838 espécies

Um quarto dos mamíferos do mundo corre risco de extinção, afirmou um relatório divulgado na segunda-feira, acrescentando que a destruição dos habitats deles e a caça eram os principais motivos de seu desaparecimento.

O documento, o mais amplo do tipo realizado até hoje e de cuja elaboração participaram 1.700 pesquisadores, mostrou que a população de metade das 5.487 espécies de mamífero do mundo encontrava-se em declínio. Incluem-se no grupo dos mamíferos desde a gigantesca baleia-azul ao minúsculo morcego-nariz-de-porco-de-kitti. Por Alister Doyle, da Agência Reuters.

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Abelhas produtoras de alimentos em perigo de extinção/Abejas, productoras de alimentos en peligro de extinción en el mundo, artigo de María Isabel Cárcamo

[EcoPortal.net] El uso masivo de agrotóxicos es una parte importante del problema. Científicamente está comprobado que ciertos insecticidas usados en agricultura son extremadamente tóxicos para las abejas. Tal es el caso del imidacloprid, fipronil, cipermetrina y endosulfán, entre otros, cuyo uso ha aumentado sustancialmente en nuestro país en los últimos años. La producción de miel está disminuyendo en Uruguay y durante la zafra 2007/2008 se estima que alcanzará apenas el 40% de los niveles tradicionales. La Argentina que es el “surtidor mundial” de miel seguido por México, produciendo hasta 75.000 toneladas, ha sufrido en los últimos años una baja del 27% en la producción debido a las sequías y a las grandes extensiones de monocultivo de soja, dejando como consecuencia una subida del 60% en el precio de la miel.

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Mais de 400 vertebrados estão ameaçados de extinção em São Paulo


A onça pintada é um dos animais em condição crítica que serão protegidos. Celso Junior/AE

Entre as espécies consideradas criticamente ameaçadas estão o tatu-canastra, a onça-pintada, a ariranha

SÃO PAULO - Pelo menos 436 espécies de animais vertebrados do Estado de São Paulo estão sob algum grau de ameaça de extinção. O dado foi apresentado ontem pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente no Jardim Zoológico da capital, dez anos após a última divulgação de uma lista de fauna em risco no Estado. Por Giovana Girardi, de O Estado de S. Paulo.

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Aves estão em declínio no mundo. Situação do Brasil é grave


Cada vez menos cantos - Uma em cada oito espécies de aves corre risco de extinção e o Brasil é o quarto país do mundo em número de espécies ameaçadas. As atividades humanas são as maiores responsáveis pela situação, um forte sinal de deterioração do meio ambiente global, como aponta o relatório “O estado dos pássaros do mundo”, divulgado ontem pela BirdLife International. O estudo destaca a situação emergencial do Cerrado brasileiro e ressalta a ameaça representada pelo cultivo de soja para a perda de biodiversidade. O Globo, 23/09/2008.

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Lista da flora brasileira ameaçada de extinção tem 472 espécies em risco; governo desconsidera outras mil


1.ª lista oficial no País em 16 anos se omite sobre 1.079 tipos de planta por “falta de dados”; entidade protesta

Em 16 anos, o número oficial de espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção aumentou mais de quatro vezes. A nova lista do Ministério do Meio Ambiente (MMA), divulgada ontem, incluiu 472 espécies, ante 108 em 1992, última relação oficial disponível. No entanto, há uma segunda lista com mais 1.079 espécies que também podem estar ameaçadas. Felipe Werneck, do O Estado de S.Paulo, 20/09/2008.

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Novas listas vermelhas da fauna e flora mostram risco de desaparecimento de 1,4 mil animais e 1,1 mil plantas em Minas Gerais


Encontrada no Leste de Minas, na divisa com o Espírito Santo, a Arara-Azul é uma das espécies criticamente ameaçadas de extinção e praticamente só é achada em cativeiro, como no criadouro autorizado da Fazenda Vale Verde. Foto de Marcos Michelin/EM/D.A Press

Silêncio nos campos e florestas - A biodiversidade mineira corre perigo. As novas Listas Vermelhas da Flora e da Fauna Ameaçadas de Extinção de Minas Gerais, prontas para serem divulgadas pelo governo do estado, mostram uma realidade assustadora: 1,4 mil animais e 1.127 plantas estão ameaçados. Desde 1995, houve aumento de 54% no número dos bichos em processo de vulnerabilidade. Os vilões são conhecidos: o desmatamento, a poluição e o comércio ilegal. Exemplares dos principais biomas integrantes da cobertura vegetal das paisagens mineiras também não ficam para trás. As plantas do cerrado são as mais afetadas, e 59,21% delas correm o risco de desaparecer. Do Estado de Minas, 16/08/2008

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Será que estamos no meio da sexta extinção em massa?


Anfíbios sobreviveram às extinções anteriores, mas com um terço de todas as espécies em risco, cientistas alertam para o peso das mudanças climáticas e de novas doenças (foto: divulgação)

Agência FAPESP – Os anfíbios resistiram bravamente às últimas cinco extinções em massa que assolaram o planeta, mas talvez não consigam se dar tão bem na próxima, que já pode ter começado.

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perda da biodiversidade: Estudo avalia a extinção de espécies arbóreas na Amazônia


Estudo publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences“, edição de 11/08/2008, diz que novas estradas, projetos agrícolas, madeireiras e a mineração estão atingindo áreas cada vez maiores da floresta amazônica e que informações do Millennium Ecosystems Assessment prevêem a extinção de uma grande fração das espécies arbóreas ao longo das próximas décadas. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.

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