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Estudo da FGV mostra que o Brasil terá 100% de saneamento básico só em 20 anos

[Study of FGV shows that Brazil will have 100% of basic sanitation only in 20 years]

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Com o atual ritmo de investimentos do país em saneamento básico, de R$ 10 bilhões por ano, o Brasil precisará de, ao menos, 20 anos para conseguir universalizar o serviço à toda a população.

A conclusão está na terceira etapa da pesquisa Impactos Sociais de Investimentos em Saneamento, divulgada ontem (4) em São Paulo, realizada pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV), a pedido do Instituto Trata Brasil.

De acordo com o estudo, seriam necessários recursos equivalentes a cinco Programas de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, para que toda a população do país passasse a ser atendida.

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RJ: Rio Guandu, que abastece 2/3 do estado, sofre com esgoto e proliferação de algas

[RJ: Guandu River, which supplies 2/3 of the state, suffers from sewage and algae blooms]

esgoto e proliferação de algas no rio Guadu
Foto: O Globo

Cedae diz que planta no Guandu não é tóxica e promete obra contra poluição

A água que abastece dois terços do estado se apresenta em duas cores antes de ser tratada na estação do Rio Guandu, da Cedae: o preto do esgoto e o verde da floração de algas, que em alguns casos podem conter cianobactérias com toxinas. O cenário foi observado em sobrevôo realizado por repórteres do GLOBO na segunda-feira. Por Tulio Brandão, do O Globo, 31/1082008.

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RJ: Ambientalistas condenam a proposta de investimentos no sistema de estações de ‘tempo seco’, transformando canais e valões em fossas

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A proposta da Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Rio de Janeiro de priorizar investimentos no sistema de estações de “tempo seco” tem recebido duras críticas de técnicos e ambientalistas que condenam a continuidade do lançamento de esgotos em canais e riachos.

Segundo o ambientalista Sérgio Ricardo, Diretor do Instituto Mobilidade e Ambiente Brasil, “a Natureza e os corpos hídricos não podem ser mais tratados pelos governantes como uma fossa se esgotos ou latrina a céu aberto”. O Instituto cobra do governo do estado a conclusão das obras do PDBG (Programa de Despoluição da Baía de Guanabara) que recebeu financiamento internacional do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no valor de mais de US$ 1 bilhão e, até hoje, passado 13 anos do início das obras (1995), diversas Estações de Tratamento de Esgotos não foram concluídas ou simplesmente não estão em operação, deixando de tratar grande volume dos esgotos que são lançados in natura em canais, valões, nas praias e nas águas da Baía de Guanabara, colocando em risco a saúde da população. Sequer o governo estadual cumpriu a contrapartida acertada com o BID que previa investimentos em ampliação da rede de esgotos e conclusão das obras.

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RJ: Para limpar baías e lagoas, governo vai usar rios e galerias pluviais como redes de esgoto


Foto de arquivo EcoDebate

O sistema de saneamento convencional - com tubulações distintas para esgoto e água pluvial - foi para o ralo.

Diante da dificuldade de fazer ligações da rede coletora às residências em regiões de maior aglomeração, como as favelas, o governo do Rio anunciou que dará prioridade a tecnologias de saneamento de tempo seco, que levam esse nome por só funcionarem em dias sem chuva. As verbas serão direcionadas para novas captações em redes pluviais e fluviais contaminadas com esgoto e estações de tratamento de rios poluídos - nos moldes das existentes no Rio Carioca e no Canal da Rocinha. Por Tulio Brandão, do O Globo, 23/10/2008.

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Pnad-2007 Primeiras análises: País alcança meta do milênio para oferta de água encanada e sul e sudeste melhoram o acesso à rede de esgoto


Imagem de arquivo Ecodebate

Sul e Sudeste registram melhores índices de acesso à rede de esgoto - A Pnad 2007: Primeiras Análises, divulgada ontem (21) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que, entre 2006 e 2007, o Brasil alcançou um aumento de 3 pontos percentuais na proporção da população urbana com acesso à rede de coleta de esgoto. Segundo o estudo, este foi o maior aumento registrado nos últimos 15 anos, passando de 54,4% em 2006 para 57,4% em 2007.

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Litoral de São Paulo vive crise de falta de saneamento


Foto de arquivo, EcoDebate

Índices de coleta e tratamento de esgoto do litoral norte não passam de 30%; esgoto chega aos rios e córregos e polui a praia. Migração gerou a formação de favelas que persistem principalmente entre Santos e Ubatuba; prefeituras tentam conter invasões.

Às vésperas do início da exploração da camada de petróleo no pré-sal -que deve injetar bilhões de reais em investimento nos próximos anos-, o litoral paulista enfrenta os maiores problemas socioambientais do Estado, com favelas e sem saneamento básico adequado, que fica mais evidente quando a poluição leva à proibição de banhos em praias. Da Folha de S.Paulo, 10/10/2008

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Pelo menos R$ 74 milhões do governo, destinados a obras sanitárias em regiões carentes, foram para o ralo


A pompa dada pelo poder público para definir um dos itens mais básicos de saúde — o banheiro — não se mantém na hora de controlar e fiscalizar os milionários repasses para os “módulos sanitários domiciliares”. Na segunda reportagem da série sobre a sangria com o dinheiro da saúde, o Correio e o Estado de Minas mostram que dos R$ 1,6 bilhão destinados à área, fiscalizados pela Controladoria-Geral da União, pelo menos R$ 74,8 milhões sumiram em banheiros fantasmas por todo o Brasil. Foram identificadas obras inacabadas, inutilizadas, problemas nas licitações e despesas com os convênios sem qualquer tipo de comprovação. Do Correio Braziliense, 25/08/2008.

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Vídeo: Estação de tratamento transforma esgoto em água potável

O condado de Orange, no sul da Califórnia, construiu uma estação de tratamento de água de 500 milhões de dólares que transforma esgoto em água potável. O maior desafio não é a tecnologia, mas sim convencer as pessoas a beber a água. Vídeo da Agência France-Presse, com 1m51s.

[Ecodebate, 21/08/2008]

Falha em tratamento de esgoto piora rio Tietê

A Sabesp despeja no Tietê esgoto tratado na Grande São Paulo por um sistema deficiente –incapaz de tirar elementos químicos que pioram a qualidade do rio no interior paulista. A conclusão está expressa em 11 linhas do relatório de qualidade das águas divulgado há duas semanas pela Cetesb, a agência ambiental paulista, que monitora os rios de São Paulo. Por José Ernesto Credendio e Conrado Corsalette, da Folha de S.Paulo, na Folha Online, 22/06/2008 - 09h21.

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Sabesp diz que obedece lei ambiental na manutenção do Tietê

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) diz que as estações de tratamento secundárias, que despejam fósforo e nitrogênio de volta nos rios, bastam para atender aos padrões de emissão de poluentes determinados pela legislação ambiental. da Folha de S.Paulo, na Folha Online, 22/06/2008 - 09h25.

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Engenheiro usa plantas ornamentais para tratamento de esgoto doméstico


O engenheiro civil Luciano Zanella: baixo custo de operação (Foto: Antoninho Perri)

Um sistema natural para tratamento complementar de esgoto doméstico que utiliza plantas ornamentais, sobre leito de bambu e brita, foi desenvolvido na Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) e testado na Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) pelo engenheiro civil Luciano Zanella. O sistema de pós-tratamento foi responsável por 30% da eficiência do sistema de tratamento na remoção de matéria orgânica e consiste em uma alternativa prática do ponto de vista operacional. Não há necessidade de uso de produtos químicos ou eletricidade e, por isso, o sistema torna-se ideal para pequenas propriedades, como sítios e fazendas. Por Raquel do Carmo Santos, Jornal da UNICAMP.

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Contaminação faz Justiça suspender cobrança de água em cidade baiana

A Justiça concedeu uma liminar na terça-feira (13) determinando que a Embasa (Empresa Baiana de Águas e Saneamento) suspenda a leitura e a emissão das contas de água para todos os 35 mil moradores da cidade baiana de Entre Rios (134 km de Salvador) -a empresa pode cobrar apenas a tarifa mínima, fixada em R$ 10. A liminar concedida, pelo juiz Anderson de Souza Bastos, contempla uma ação movida pelo Ministério Público contra a Embasa. Manuela Martinez, especial para o UOL, em Salvador, 14/05/2008 - 14h42 Leia o restante do texto…

rio Gravataí: Mais um rio em agonia no Rio Grande do Sul. Entrevista especial com Carlos Marchiori

Cerca de um ano e meio depois da tragédia que marcou o Rio dos Sinos com a mortandade de toneladas de peixes, um caso semelhante acontece no rio Gravataí, que abastece os municípios de Canoas, Alvorada, Viamão, Glorinha e Santo Antonio da Patrulha, além de desembocar no lago Guaíba e levar sua poluição para Porto Alegre também. A poluição do rio já era algo visível, e a tragédia, aguardada. “O governo do estado não quer cumprir com o seu papel, ou seja, ele não cumpre o que manda a lei 9943, que é a lei nacional dos recursos hídricos, principalmente no que tange ao plano da APA do Banhado Grande, o Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental, e ao Plano de Uso das Águas da Bacia do Rio Gravataí. (…) O governo do estado assiste a isso, empurra para os municípios e esses tentam fazer o que podem. No entanto, o governo não dá regramento, através desses dois planos de que falei anteriormente, para que o desenvolvimento possa se dar de forma que possa respeitar os limites que a natureza impõe”, disse o geólogo Carlos Marchiori em entrevista à IHU On-Line, realizada por telefone. Leia o restante do texto…

Uma nova tragédia está por vir? A situação do Rio Gravataí. Entrevista especial com Marcos Aurélio Chedid

Com o aumento das temperaturas na região metropolitana do Rio Grande do Sul nos últimos dias, a situação dos peixes da Bacia do rio Gravataí pode ser agravada. “A situação é preocupante, pois o aumento da temperatura pode causar o aumento da superfície da lâmina d’água e continuar com o processo da matéria orgânica com as águas do rio”, comentou o Secretário de Preservação Ambiental de Canoas Marcos Aurélio Chedid. Em entrevista à IHU On-Line, realizada por telefone, Chedid falou sobre as ações que estão sendo feitas para conter o problema e chama a atenção da população que ainda não está ligada às redes coletoras de esgoto. A IHU On-Line tentou ainda contato com os responsáveis pelas secretarias de proteção ambiental ou do meio ambiente das cidades de Cachoeirinha, Alvorada, Santo Antônio da Patrulha, Viamão e Glorinha, que dependem também do Rio Gravataí, mas nenhuma atendeu às solicitações de entrevista. Por Greyce Vargas, do IHU On-line. Leia o restante do texto…

Estudo aponta contaminação em 70% das águas superficiais do Brasil. Apenas 25% do esgoto coletado no país é tratado

A poluição tornou 70% das águas de rios, lagos e lagoas do Brasil impróprias para o consumo. É o que aponta relatório editado pela organização não-governamental Defensoria da Água, ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A pesquisa, que traz dados do período 2004-2008, envolveu 423 pesquisadores, 830 monitores de campo e cerca de 1.500 voluntários, que identificaram 20.760 áreas de contaminação em todo o país. Matéria de Luana Lourenço, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 24/03/2008. Leia o restante do texto…

Degradação da Cantareira

A Serra da Cantareira, uma das maiores florestas urbanas do mundo, reconhecida pela Unesco como Reserva da Biosfera, perdeu, nos últimos três anos, 1,4 milhão de metros quadrados de área verde, o que pode comprometer seriamente mais de cem mananciais que integram o sistema de abastecimento de água mais importante de São Paulo. O Sistema Cantareira fornece água a 9 milhões de habitantes - 53% da população da capital, além de moradores de dez cidades da Grande São Paulo. Publicado pelo O Estado de S.Paulo, 18/03/2008. Leia o restante do texto…

Mais um passo para a revitalização do Velho Chico

Obras para tratamento secundário de esgoto na ETE Onça vão permitir o alcance da Meta 2010 na bacia do Rio das Velhas e contribuir para a revitalização do São Francisco. Leia o restante do texto…

Estudo pioneiro otimiza tratamento de esgoto doméstico para reúso da água

Luiza Caires, especial para a Agência USP de Notícias

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