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Agência Internacional da Energia adverte para um aumento potencial de 6 graus C na temperatura

[Energy Agency warns of 6 °C rise in temperatures, by Henrique Cortez]

2008 World Energy Outlook
2008 World Energy Outlook

Nossa crescente voracidade por energia pode levar a temperatura do planeta a um aumento de 6°C, nos patamares do pior cenário possível, de acordo com os especialistas climáticos que integram o IPCC. Este cenário, de conseqüências potencialmente catastróficas, foi retirado dos relatórios do IPCC por ter sido considerado improvável, mas o risco foi reafirmado pela AIE, o que equivale dizer que não é tão improvável assim. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.

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Efeito oásis para mitigar ilhas de calor, artigo de Antonio Pralon

[Oasis effect to mitigate heat islands, article by Antonio Pralon]

“Em termos de legislação, ainda temos muito chão pela frente, até que a energia solar receba os devidos incentivos para uso em larga escala”

Antonio Pralon é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e bolsista Capes em estágio pós-doutoral no Instituto Francês do Frio Industrial. Artigo enviado pelo autor ao “JC e-mail”:

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Um projeto que muda a matriz energética na Amazônia, artigo do Eng.Agr. Gert Roland Fischer

[A project that changes the energy matrix in the Amazon, article by Eng.Agr. Gert Roland Fischer]

O projeto altera a matriz energética da Amazônia. Com a utilização de matéria prima florestal disponível em todas as partes da fronteira agrícola produz-se um novo insumo: Energia elétrica. Os sub-produtos dessa matriz entre outros são: carvão, alcatrão e ácidos pirolenhosos.

A energia elétrica gerada pela queima de lixo orgânico ou biomassa em caldeiras turbinadas a vapor SUBTITUI com vantagens a queima do óleo diesel ou BPF.

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Governo federal gastará mais de R$ 1 bilhão com energia elétrica em 2008

Os gastos com energia elétrica dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário já chegam a R$ 738 milhões em 2008. A quantia é 30% maior que o orçamento gasto, por exemplo, no Ministério da Cultura neste ano. E apesar do “apagão” energético de 2001, o gasto tem sido exponencial entre os órgãos da União. De 2002 a 2007, as despesas aumentaram 72%, em valores atualizados (veja a tabela ). Se considerado ainda o aumento do consumo nas festividades natalinas, apesar da mudança para o horário de verão, a administração pública deve ultrapassar R$ 1,1 bilhão em gastos com energia elétrica ao final de 2008, assim como ocorreu no ano passado. Milton Júnior, do Contas Abertas.

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Perdas e desperdícios no setor elétrico superam uma hidrelétrica

desperdício de água
As usinas hidrelétricas fornecem quase 90% de energia elétrica em todo o território brasileiro e, por isto, o desperdício de energia também significa um enorme desperdício de água.

Provocadas por ineficiência das concessionárias ou furto, as perdas do setor elétrico somaram, no ano passado, quase três vezes a energia a ser gerada pela usina de Santo Antônio, a primeira hidrelétrica do complexo do rio Madeira (RO), que começa a ser construída na Amazônia.

Os números são de auditoria sobre o setor elétrico feita pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Repassadas aos usuários nas tarifas de luz, essas perdas representaram, no ano passado, uma conta bilionária: R$ 4,7 bilhões foram pagos pelos consumidores. “Um certo nível de perdas é inevitável, mas, certamente, é gerenciável e passível de regulação”, diz o relatório. Por Marta Salomon, da Folha de S.Paulo, 26/10/2008.

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Economizar eletricidade é bom para a economia, artigo de Marcos Sá Corrêa


Foto SXC

[O Estado de S.Paulo] Trinta anos de sérios apertos no consumo de eletricidade pelo Estado da Califórnia criaram, desde 1978, 1,5 milhão de empregos extras. Parece mágica. Ou, pelo menos, bom demais para ser verdade. Mas é pura lógica de mercado, diz o professor David Roland-Host, de um centro de estudos sobre energia e uso sustentável de recursos naturais da Universidade de Berkeley.

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Texto e vídeo: Energia oceânica tem investimentos de US$ 15 milhões nos EUA


Turbina mareomotriz da Verdant Power sendo instalada em East River, NY.

Expectativa de viabilidade comercial é de 12 anos, atendendo 10% do país. Reportagem do New York Times explica o funcionamento das tecnologias. Do ‘New York Times

Os Estados Unidos investem milhões de dólares em fontes de energia alternativa. A expectativa é grande para soluções que sejam comercialmente viáveis. O setor de energia oceânica ainda é o menos desenvolvido, comparado a solar e eólica, mas seu potencial é tão grande que atrai empresas no mundo todo.

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Termelétricas a carvão continuam reinando absolutas, por Henrique Cortez

[Thermoelectric coal continues to reign absolute, by Henry Cortez]

Estudos afirmam que a simples redução da queima de carvão já seria o suficiente para reduzir a ameaça das mudanças climáticas, mas nada indica que, até o final do século XXI, o carvão deixe de reinar como principal fonte de geração de energia elétrica.

Em escala global, o carvão responde por 40% da geração de energia elétrica e novos projetos de usinas termelétricas a carvão continuam a ser instalados, mesmo diante da sua maciça emissão de CO2. A razão é muito simples: as reservas mundiais de carvão são estimadas em cerca de 7 trilhões de toneladas.

As reservas norte-americanas, chinesas e australianas são suficientes para atender a demanda durante alguns séculos, nas taxas de consumo atuais.

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Matriz energética: biomassa no lugar de combustíveis fósseis, artigo de Luiz Vicente Gentil


Roberto Fleury/UnB Agência

Os combustíveis fósseis da Matriz Energética Brasileira podem ser substituídos em parte pela energia da biomassa florestal ou agrícola com benefício ambiental, econômico e social. Inclusive afastando a ameaça do “apagão”, termo usado para a falta de energia no Brasil programada para 2012, se não houver novos investimentos e políticas públicas.

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economia verde: Energia fóssil gera menos emprego que renovável


Combustível limpo deve ter investimentos de US$ 630 bi até 2030, que se traduziriam em cerca de 20 milhões de novos empregos no setor, diz relatório.

Um novo relatório diz que a emergente economia verde poderia criar dezenas de milhões de novos “empregos verdes”. Brasil é citado no relatório na criação de empregos na área de reclicagem

NOVA YORK (Notícias da OIT) – Um novo estudo (1) sobre o impacto da emergente “economia verde” no mundo do trabalho diz que os esforços para combater as mudanças climáticas poderiam conduzir à criação de milhões de “empregos verdes” nas próximas décadas.

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EUA: ‘Taxa verde’ paga por consumidor sustenta marketing

Mais de 750 companhias de serviços públicos dos Estados Unidos afirmam ter encontrado uma nova maneira de conter o aquecimento global. Elas oferecem aos clientes a oportunidade de pagar um extra sobre suas contas de energia elétrica para a geração de “energia verde”. Mas, em muitos casos, boa parte do dinheiro é desviada para cobrir custos de marketing e pouca coisa segue para a geração de energia renovável adicional. Por Ben Elgin e Diana Holden, da BusinessWeek, no Valor Econômico, 22/09/2008.

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Economizar energia é proteger o PLANETA


Cada um tem que fazer sua parte e não esperar que o outro faça…

60 Dicas da Terra

1.Tampe suas panelas enquanto cozinha. Parece obvio, não é? E é mesmo! Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar.

2. Use uma garrafa térmica com água gelada. Compre daquelas garrafas térmicas de acampamento, de 2 ou 5 litros. Abasteça-a de água bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã. Você terá água gelada até a noite e evitará o abre-fecha da geladeira toda vez que alguém quiser beber um copo de água

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Biomassa terá participação crescente na matriz energética brasileira, prevê estudo

Pesquisa realizada pelo Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sinaliza que a geração de energia elétrica através da queima do bagaço da cana, a biomassa, poderá alcançar 10 mil megawatts (MW), o equivalente a uma usina de Itaipu.

Numa estimativa mais otimista, a geração poderá ser de 15 mil MW. “É muita energia”, afirmou, no dia 18/9, à Agência Brasil o coordenador do Gesel, Nivalde de Castro.

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Minc diz que o Brasil pode economizar o equivalente a uma hidrelétrica com troca de geladeiras


O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, fala sobre acordo com o governo alemão para incentivar o desmonte de geladeiras antigas, que ainda emitem gás CFC, responsável pela destruição da camada de ozônio Foto: Roosewelt Pinheiro/ABr

A substituição de cerca de 11 milhões de geladeiras brasileiras com mais de dez anos de fabricação, que ainda utilizam gases CFC (clorofluorcarbono) deve economizar cerca de 1.000 megawatts de energia e evitar emissões equivalentes a mais de 30 milhões de toneladas de gases de efeito estufa.

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Consumo eficiente de energia na América Latina pode trazer economia de R$ 65 bi


Os países da América Latina poderiam economizar, até 2018, cerca de US$ 36 bilhões, algo equivalente a R$ 65,5 bilhões, se optassem pela adoção de medidas para tornar o consumo de energia mais eficiente. A conclusão está no relatório Como Economizar US$ 36 bilhões – Sem Desligar as Luzes divulgado, no dia 15/9, em São Paulo, pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

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Governo negocia adesão ao consórcio internacional que desenvolve a fusão nuclear, tecnologia limpa, sem resíduo radioativo

Apadrinhado pela União Européia, o governo brasileiro decidiu negociar sua adesão plena ao consórcio internacional que desenvolve a chamada tecnologia do futuro na área energética - a geração de eletricidade por meio da fusão nuclear.

O objetivo dos participantes do projeto de Reator Experimental Termonuclear Internacional (na sigla em inglês, Iter) será comercializar, em meados do século, a instalação de usinas capazes de reproduzir as reações de fusão que acontecem em estrelas, como o Sol, para a produção de energia renovável, limpa e, em tese, barata. Por Denise Chrispim Marin, do Estado de S.Paulo, 15/09/2008.

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eficiência energética: A maior fonte de energia inexplorada do Brasil, artigo de Luis Alberto Moreno

Poucas pessoas estão cientes de uma fonte limpa de energia que poderia resolver grande parte do problema: a eficiência energética

[Folha de S.Paulo] Em 2007 , uma pesquisa do Latinobarômetro perguntou a cidadãos de toda a região se eles achavam que teriam de enfrentar racionamentos de energia no futuro próximo. Surpreendentes 80% disseram que estavam “muito preocupados” ou “um pouco preocupados” com essa possibilidade. Esses receios são alimentados pelas notícias sobre aumentos dos preços dos combustíveis, declínio da produção de petróleo e escassez de gás natural.

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Nos EUA, planos de expansão da energia renovável estão sendo derrubados pelas limitações da transmissão


Imagem parcial da fazenda eólica de Maple Ridge, em Tug Hill, NY

Quando os construtores da fazenda eólica de Maple Ridge gastaram US$ 320 milhões para instalar quase 200 turbinas eólicas na parte setentrional do Estado de Nova York, a idéia era ganhar dinheiro para gerar energia. Mas, às vezes, as linhas regionais de eletricidade ficam tão congestionadas que Maple Ridge é obrigada a desativar as turbinas, mesmo quando sopra um vento vigoroso. Por Matthew L. Wald*, do The New York Times [Wind Energy Bumps Into Power Grid’s Limits]

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