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USP forma primeira turma de professores indígenas

Parceria entre Secretaria da Educação e USP resultou em curso especial para atender necessidades de etnias

Na juventude, o guarani Marcílio de Castro, de 55 anos, que também atende pelo nome indígena Tupã, fugiu da aldeia onde morava no interior do Paraná para continuar a estudar “com os brancos”, como costumava dizer seu avô.

Mais de 30 anos depois, em nome da preservação de sua cultura, Tupã recebe hoje, com mais 80 índios representantes de 30 aldeias existentes no Estado, o diploma de curso superior na formatura da primeira turma de professores indígenas de São Paulo. Por Fábio Mazzitelli, do O Estado de S.Paulo, 13/10/2008.

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bullying: Violência escolar atinge 1 milhão de crianças a cada dia

Por dia, cerca de 1 milhão de crianças em todo o mundo sofrem algum tipo de violência nas escolas. Foi o que detectou uma pesquisa divulgada, no dia 8/10, pela organização não-governamental Internacional Plan, que atua em 66 países em defesa dos direitos da infância. O relatório é parte da campanha global “Aprender sem medo”, lançada também no dia 8. O objetivo é promover um esforço mundial para erradicar a violência escolar.

O Brasil foi incluído no estudo. E os resultados são alarmantes: 70% dos 12 mil estudantes pesquisados em seis estados afirmaram terem sido vítimas de violência escolar. Outros 84% desse total apontaram suas escolas como violentas.

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A última prova do ENEM foi considerada trabalhosa e difícil, mas não é verdade, por Henrique Cortez

[EcoDebate] De acordo com a Folha Online, Educação, de 01/09/2008 - 09h15, o mais difícil foi a redação, que discutiu a questão do desmatamento. Ao apresentar a questão do desmatamento na Amazônia, a prova restringia a três as opções para solucionar o problema: suspensão total do desmatamento; pagamento a proprietários para que parem de desmatar; e aumento da fiscalização.

A professora de redação do Objetivo, Elizabeth de Melo Massaranduba, comentou que: “Nas provas anteriores, o aluno podia escrever o que dava na telha. Neste ano, ele teve de escolher uma das soluções predeterminadas e mostrar os prós e os contras. É interessante, porém mais complicado. O aluno teria de contar com um bom conhecimento escolar para ir bem“.

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Bullying, um crime nas escolas


Crianças e adolescentes isolam, insultam, agridem colegas e expõem uma realidade alarmante: pais e colégios não sabem como lidar com agressões que começam cada vez mais cedo.

O termo é estranho, mas o significado é bem conhecido. A palavra bullying se refere às agressões e humilhações praticadas por um grupo de estudantes contra um colega, algo até comum no dia-a-dia escolar, mas que está longe de ser considerado normal. São xingamentos, ofensas, constrangimentos ou agressões físicas que geram angústia, sofrimento e podem causar danos psicológicos imensuráveis nas vítimas. Essas agressões, que costumavam aparecer na adolescência, estão sendo detectadas entre crianças, cada vez mais cedo. Tanto nas escolas públicas quanto nas particulares, onde os altos muros que as separam do mundo externo, em vez de protegê-las dos perigos “de fora”, muitas vezes alimentam atos ainda mais violentos cometidos do lado “de dentro”, uma vez que os pais não costumam levar as ocorrências às delegacias. Por Carina Rabelo, da Revista ISTOÉ, n° 2026.

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Sobre o olhar de ‘VEJA’ e de Nova Escola a respeito da educação no Brasil, artigo de Carlos Rodrigues Brandão

Como muitas pessoas que estarão lendo isto talvez não sejam, como nós também não somos, leitores costumeiros da revista VEJA, possivelmente não terão tomado conta de imediato de uma recente reportagem publicada entre as páginas 72 e 87 do número 33 da edição 2074 correspondente a 20 de agosto de 2008. A reportagem tem este nome: “você sabe o que estão ensinando a ele?” Escrita a partir de uma pesquisa com a pressa e as lacunas que de modo geral acompanham tais procedimentos em nossa mídia, a reportagem trás, no entanto, alguns dados oportunos e algumas idéias e críticas bastante sugestivas.

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Ideb aponta que 53% dos municípios estão abaixo da média nacional na avaliação da 4ª série

O Ministério da Educação (MEC) divulga hoje (21), em seu site, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2007 por município e escola. O indicador foi criado em 2005 e funciona como um termômetro da qualidade do ensino. Por Amanda Cieglinski*, da Agência Brasil.

Dos 5.485 municípios avaliados, 53% obteve nota abaixo da média nacional (4,2 pontos) em uma escala de 0 a 10, considerando-se as séries iniciais do ensino fundamental. Nos anos finais, o desempenho foi ainda pior: 60% das cidades abaixo da média nacional, que foi de 3,8.

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Municípios de São Paulo concentram as melhores notas do Ideb nas séries iniciais

Dos 12 municípios com as melhores notas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em 2007, considerando as séries iniciais do ensino fundamental, 11 estão no estado de São Paulo e um no Rio Grande do Sul. Já as regiões Norte e Nordeste concentram as cidades com as piores notas obtidas na avaliação. Por Sabrina Craide, da Agência Brasil.

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MEC disponibiliza conteúdos pedagógicos digitais em novos sites voltados para o professor


Elza Fiúza/ABr
Brasília - Imagem do Portal do Professor, lançado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad

Brasília - Duas ferramentas virtuais que podem modernizar o aprendizado em sala de aula foram lançadas ontem (18) pelo Ministério da Educação (MEC): o Banco Internacional de Objetos Educacionais e o Portal do Professor . Por Amanda Cieglinski, da Agência Brasil.

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Só 7 das 5.183 escolas estaduais de SP possuem padrões de ensino internacionais

Somente 7 das 5.183 escolas estaduais paulistas possuem qualidade de ensino equivalente ao verificado em países como Finlândia e Coréia, duas potências mundiais quando o assunto é educação. Duas delas são do ensino médio e outras cinco, escolas de 5ª a 8ª série do ensino fundamental. Da Folha Online, 15/05/2008 - 14h05 Leia o restante do texto…

Um em cada cinco pobres chega ao ensino médio

Unesco mostra que desigualdade econômica pesa mais no acesso ao ensino do que diferenças raciais

BRASÍLIA. As desigualdades econômicas pesam mais no acesso à educação do que as disparidades regionais e raciais. É o que mostra estudo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) que comparou dados de escolarização no Brasil. A maior diferença ocorre com jovens de 15 a 17 anos matriculados no ciclo médio. Entre os 20% mais ricos, 77,2% cursavam o ensino médio. Na faixa dos 20% mais pobres, só 24,5%, distância de 52 pontos percentuais. Por Demétrio Weber, do O Globo, 02/05/2008. Leia o restante do texto…

A associação entre comportamento e desempenho escolar em meninos e meninas aponta como a qualidade das relações estabelecidas na escola de educação infantil pode afetar o aprendizado

Fundamentos da educação – Uma pesquisa, feita no campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, investigou a associação entre comportamento e desempenho escolar entre meninos e meninas. O estudo indica como a qualidade das relações estabelecidas na escola de educação infantil pode afetar o aprendizado das crianças. Por Alex Sander Alcântara, da Agência FAPESP, 15/04/2008. Leia o restante do texto…

Um terço dos estudantes de 4ª série sabe o equivalente a um aluno da 1ª

Ministério da Educação elabora parâmetros inéditos para dizer o que se deve esperar da criança em cada fase escolar. Por Lisandra Paraguassú, BRASÍLIA, para O Estado de S.Paulo, 23/03/2008. Leia o restante do texto…

Governo propõe trocar dívida de aluno por trabalho em área carente

Projeto prevê quitar Financiamento Estudantil de médico ou professor recém-formado que aceitar ir para interior - O governo federal planeja trocar educação superior por trabalho. Uma proposta do Ministério da Educação (MEC) quer colocar médicos e professores formados com auxílio do Financiamento Estudantil (Fies) trabalhando no sistema público de saúde e educação e, em troca, oferecer a quitação de seus empréstimos. Lisandra Paraguassú, BRASÍLIA, do O Estado de S.Paulo, 20/03/2008. Leia o restante do texto…

Falta de ensino fundamental compromete a qualificação do trabalhador, aponta diagnóstico

Cerca de 42% da população ativa de 15 a 64 anos do estado de São Paulo não completou o ensino fundamental. A constatação faz parte do Diagnóstico para o Programa Estadual de Qualificação Profissional, divulgado, no dia 19/03, pela Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho (Sert), na capital paulista. Matéria de Flávia Albuquerque, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 21/03/2008. Leia o restante do texto…

Um jovem deixa a escola a cada dois minutos

Com 800 mil crianças fora da sala de aula e um caso de evasão escolar a cada dois minutos, o Brasil tem a difícil missão de cumprir, até 2022, as metas do movimento Todos pela Educação. A partir de hoje, série de reportagens mostra as deficiências e aponta soluções para o sistema educacional. Por Paloma Oliveto, do Correio Braziliense, 16/03/2008. Leia o restante do texto…

Municípios gastaram média de R$ 2 mil/ano por aluno. Gasto em educação nem sempre se reflete em qualidade

Estudo indica que o Nordeste é a região com o maior contingente de alunos na rede municipal do País

SÃO PAULO - Os municípios brasileiros estão cumprindo a obrigação prevista na Constituição de aplicarem na educação um mínimo de 25% do total da receita proveniente de tributos, já incluídas as transferências oriundas de impostos. Além do cumprimento dessa obrigação constitucional, o nível de gasto médio dos municípios por aluno, em 2006, foi de cerca de R$ 2 mil. Nas grandes capitais foi de R$ 2.874, em média. Os dados fazem parte da radiografia sobre investimentos dos municípios em educação, divulgada pela edição 2007 da revista Multi Cidades e elaborada pela consultoria Aequus. Elizabeth Lopes - Agencia Estado, domingo, 16 de março de 2008, 15:34. Leia o restante do texto…

Em SP, 71% concluem ensino médio sem saber o básico de matemática

Exame com 1,8 milhão de estudantes da rede pública estadual avaliou também conhecimentos de português - Mais de 70% dos alunos da rede estadual de ensino concluíram o 3º ano do ensino médio sem saber operações matemáticas básicas como transformar uma unidade de medida de metro para centímetro ou resolver problemas de subtração de números decimais menores que 10. É o que mostram os resultados divulgados ontem do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp 2007), aplicado em novembro do ano passado a 1,8 milhão de alunos das escolas estaduais. Por Maria Rehder, do O Estado de S.Paulo, Sexta-Feira, 14 de Março de 2008. Leia o restante do texto…

Bolsa-Família ajuda a reter alunos, diz governo

Representante do programa afirma que evasão escolar deve-se à estrutura de ensino - Os dados que mostram um aumento do abandono escolar em municípios com alto atendimento do Bolsa-Família, como mostrou o Estado em reportagem publicada ontem , são vistos pelo governo com reserva. Tanto representantes do Ministério do Desenvolvimento Social quanto do Ministério da Educação (MEC) acreditam que o programa ainda é responsável por levar as crianças até a escola. A evasão, afirmam, acontece justamente quando o programa deixa de atendê-las, aos 15 anos. Por Lisandra Paraguassú, BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo, 10/02/2008. Leia o restante do texto…