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Níveis de metano na atmosfera começam a aumentar novamente, depois de uma década de estabilidade

[Levels of methane in the atmosphere began to rise again, after a decade of stability]

Image:2007 MBARI. Escape de metano no oceano Ártico, a partir do aumento de temperatura e descongelamento do permafrost.
Image:2007 MBARI. Escape de metano no oceano Ártico, a partir do aumento de temperatura e descongelamento do permafrost.

A quantidade de metano na atmosfera da Terra disparou em 2007, pondo fim a estabilidade que durou cerca de uma década. O aumento dos níveis de metano, que potencializam os riscos do aquecimento global, foi identificado por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Por Henrique Cortez*, do Ecodebate.

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Estudo apresenta provas concludentes de que o aquecimento polar está sendo causado pela ação humana

[Conclusive proof that polar warming is being caused by humans]

Nature Geoscience, October 2008, Volume 1 No 10 pp635-718
Nature Geoscience, October 2008, Volume 1 No 10 pp635-718

Tanto a Antártida quanto o Ártico estão menos gelados devido ao aquecimento global, disseram cientistas na quinta-feira, num estudo que amplia a comprovação do impacto humano sobre o clima de todos os continentes.

“Pudemos pela primeira vez atribuir diretamente o aquecimento tanto no Ártico quanto na Antártida a influências humanas”, disse Nathan Gillett, da Universidade de East Anglia, na Grã-Bretanha, sobre o estudo que ele realizou com colegas de Estados Unidos, Grã-Bretanha e Japão. Por Alister Doyle, da Agência Reuters, com informações complementares do EcoDebate.

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Temperaturas no Ártico atingem nível recorde


Escala anual média das anomalias da temperatura do ar (60 ° -90 ° N), baseado em estações terrestres (disponível online em http://www.cru.uea.ac.uk/cru/data/temperature/)(Fonte NOAA)

A região do Ártico está neste ano registrando temperaturas de outono recordes e a segunda maior perda de gelo oceânico da história, segundo o relatório anual da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

O Annual Arctic Report Card, compilado por 46 cientistas de dez países, ressalta ainda que o Oceano Ártico está mais quente e menos salgado à medida que o gelo derrete, e que as populações de rena parecem estar em declínio. Da BBC Brasil, 17 de outubro, 2008 - 19h05 GMT (16h05 Brasília).

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A maioria das geleiras do Alasca está se retraindo

A maioria das geleiras no Alasca está experimentando recuo significativo, especialmente as geleiras em altitudes mais baixas, de acordo com um novo relatório publicado pelo US Geological Survey http://www.usgs.gov/. Algumas destas geleiras começaram a retrair ainda no início do século 18. No entanto, mais de 99 por cento das grandes geleiras do Alasca estão recuando e algumas poucas estão avançando. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.

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(The methane time bomb) Aquecimento global faz oceano Ártico liberar metano

Cientistas descobriram no Ártico a primeira evidência de que podem estar sendo liberadas na atmosfera milhões de toneladas de metano, um gás do efeito estufa, vinte vezes mais potente do que o dióxido de carbono. Com informações de Steve Connor, Editor de Ciências, The Independent [The methane time bomb, Tuesday, 23 September 2008]

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Camada de gelo no Oceano Ártico atinge o 2o menor nível da história


A camada de gelo no Oceano Ártico, em 12/9/2008, era de 4,52 milhões de Km2. A linha laranja indica a área coberta por gelo de 1979 até 2000 no mesmo dia. A cruz em preto indica o Polo Norte geográfico. Credito do National Snow and Ice Data Center

WASHINGTON - O gelo do Ártico chegou neste verão (no hemisfério norte) à sua segunda menor extensão, superando ligeiramente o tamanho de 2007, mas ainda apontando para uma tendência de queda associada ao aquecimento global, disseram cientistas dos Estados Unidos na terça-feira. Por Deborah Zabarenko, da Agência Reuters.

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Geleiras dos Pirineus devem desaparecer até 2050


Geleira do Monte Perdido, nos Pirineus. Foto: SINC / Juan José González Trueba.

A imagem dos cumes gelados dos Pirineus, conjunto de montanhas na fronteira da França e Espanha, tornou-se muito menor nos últimos 15 anos e, de acordo com estudo recente, deve desaparecer completamente até 2050, em razão do aquecimento global. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.

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Vídeo: Aquecimento global

Em 4 anos, as secas, as inundações e os deslizamentos na região andina cresceram. Até o ano 2020, estima-se que 40 milhões de pessoas correm o risco de perder o acesso à água potável em decorrência do derretimento das geleiras andinas. Da Agência Brasil.

[Ecodebate, 09/09/2008]

Descongelamento do permafrost pode liberar dobro da quantidade de carbono na atmosfera


Pesquisa realizada Ted Schuur, professor de ecologia da Universidade da Flórida (University of Florida, Gainesville), publicada na revista Bioscience, afirma que o permafrost do hemisfério norte contém mais do dobro da quantidade de carbono na atmosfera, tornando-se um enorme contribuinte potencial para as mudanças climáticas, dependendo da forma com que este carbono for liberado. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.

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Plataformas de gelo no Canadá perderam 23% da área


O mapa mostra as plataformas de gelo da ilha Ellesmere

As plataformas de gelo localizadas na costa norte da ilha Ellesmere, no Ártico canadense, perderam 23% de sua área apenas neste ano, segundo informações da Universidade de Trent, no Canadá. Da BBC Brasil.

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Relatório do IPCC diz que geleiras estão derretendo com velocidade recorde


Segundo relatório, ritmo atual de derretimento dobrou, e em 2006 foram registradas perdas sem precedentes

GENEBRA - As geleiras estão derretendo com velocidade recorde desde o início deste século, segundo um relatório apresentado nesta segunda-feira, 1, durante a 29ª Sessão do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, em inglês). Matéria da Agência EFE.

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Derretimento no Ártico atingiu um ponto sem volta


Mapa do gelo em 27/8, com linha demarcando a extensão normal da calota. Reprodução

Cientistas americanos advertiram que a área coberta de gelo no Ártico se reduziu a seu segundo menor nível desde o início dos registros por satélite, há 30 anos - o pode indicar que o derretimento chegou a um nível em que seus efeitos começam a se tornar irreversíveis. Por Richard Black, Analista de meio ambiente da BBC News.

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Gelo ártico atinge segundo menor nível da história


O gelo do oceano Ártico recuou ao segundo menor nível já registrado, disseram cientistas dos EUA na quarta-feira. A situação é particularmente grave no mar de Chukchi, onde ursos polares foram recentemente vistos nadando ao largo da costa do Alasca. Por Deborah Zabarenko, da Agência Reuters.

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As mudanças climáticas podem liberar enormes estoques de gases estufa dos solos árticos

Estudo, realizado pela universidade Alaska Fairbanks, afirma que a liberação destes gases, estocados nos solos árticos permanentemente congelados (permafrost), realimentariam o aquecimento global, criando um círculo vicioso de aquecimento.

E, de acordo com a pesquisa, os modelos atuais de análise e projeção das mudanças climáticas não levaram em conta esta fonte extra de gases estufa. O carbono orgânico, contido dentro de um “cobertor” do permafrost, que cobre um quinto da massa da terra do mundo, se descongelado poderia liberar maciças quantidades de gases estufa na atmosfera, mas, até agora, ainda não foi possível calcular quanto de carbono está contido pelo permafrost. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.

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Aquecimento global ameaça os recursos hídricos no Himalaia


As mudanças climáticas constituem uma séria ameaça aos recursos hídricos na região do Himalaia, colocando em risco os meios de subsistência de 1,3 bilhões de pessoas, afirmaram especialistas, nesta quinta-feira 21/8, durante conferência na Semana Mundial da Água. Por Henrique Cortez, do EcoDebate, com Agências.

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O aquecimento global já reduz as geleiras dos EUA, afetando o volume de água no oeste do país

O fenômeno do degelo dos glaciares, que se acelera nos Andes, nos Alpes e no Himalaia, também está se acelerando nos EUA. Um exemplo pode ser aferido no Glacier National Park, no estado de Montana. Em 1910, existiam 150 geleiras no parque, agora, restam apenas 25, que perdem 9 % da sua massa por ano, podendo desaparecer entre 2015 e 2020. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.


Grinnell Glacier, no Glacier National Park, em 1981

Grinnell Glacier em 2005

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Mudanças climáticas na Antártida são influenciadas pela temperatura do oceano Pacífico


As oscilações de temperatura na Antártida ocidental estão ligadas às condições tropicais, no Oceano Pacífico, de acordo com uma nova análise de núcleos de gelo, conduzida por cientistas do National Center for Atmospheric Research (NCAR) e da Universidade de Washington (UW).

Os resultados mostram a ligação do continente mais frio do mundo com o aquecimento global e com eventos periódicos como El Nino. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.

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Estudo constata que o rápido recuo do gelo ártico ameaça os solos permanentemente congelados (permafrost)


A taxa de aquecimento climático, no norte do Alasca, Canadá, Rússia, poderia ser mais do que o triplo anteriormente estimado, de acordo com um novo estudo do National Center for Atmospheric Research (NCAR) e do National Snow and Ice Data Center (NSIDC). Por Henrique Cortez, do EcoDebate.

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