novembro 9, 2009

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Índice da edição de 09/11/2009

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novembro 9, 2009

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Preservação dos recifes de coral: Afinal, natureza é fundamental! artigo de Carol Salsa

Recifes de Coral
Recifes de Coral. Foto WWF

[EcoDebate] Os recifes de coral são formações milenares feitas do carbonato de cálcio produzido por pequenos animais de corpo mole, chamados “pólipos”. Eles constroem uma espécie de carapaça calcárea onde se aloja formando junto a outros bilhões de pólipos as chamadas colônias que comporão a estrutura calcárea do recife.

Das 350 espécies de corais existentes no mundo, 18 delas encontram-se no Brasil, sendo que oito delas só existem em mares brasileiros.

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novembro 9, 2009

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Namastê ‘prá’ você também, artigo de Américo Canhoto

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SEGUNDO MEU AMIGO BUDA: OS ESTADOS DE VIDA SÃO BREVES MOMENTOS

[EcoDebate] “Bateu; levou!”. Somos pessoas ainda muito mais reativas do que proativas; nossa forma de sentir cada momento costuma ser uma resposta imediata e proporcional às ações externas positivas ou negativas que atuam sobre cada um de nós; além disso, como somos pessoas possessivas, também nos afeta tudo que atua sobre quem achamos que nos pertence; ou até sobre coisas materiais. Desse modo, em cada momento, cada um de nós vive uma condição fundamental que existe na vida de todos e que não é fixa – Especialmente nos dias de hoje, vamos do inferno ao paraíso (Estado de Buda) e vice versa em quase segundos.

Tenho um amigo que danou a engordar a olhos vistos e se espancando para ficar sentado na posição de lótus; alertei-o: Não vou te levar ao ortopedista, nem receitar remedinho homeopático prá luxação de quadril e de joelho – não! – trata de parar com isso – E, papo vai papo vem, descobri a razão; ele estava tentando seguir o budismo, tornar-se um Buda.

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novembro 9, 2009

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Sistema agroflorestal evita devastação e reduz emissão, artigo de Carine Correa

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Sistema agroflorestal pinus x erva-mate x soja aos dois anos e meio após a implantação. Propriedade de Gregorio Cigainski, Áurea, RS. Foto: Adroaldo José Waczuk, URICER-Campus de Erechim, RS/ Embrapa
Sistema agroflorestal pinus x erva-mate x soja aos dois anos e meio após a implantação. Propriedade de Gregorio Cigainski, Áurea, RS. Foto: Adroaldo José Waczuk, URICER-Campus de Erechim, RS/ Embrapa

Às vésperas da Convenção das Nações Unidas sobre o Clima, em Copenhague, na Dinamarca, onde países vão discutir redução de emissão de CO2, um projeto pioneiro executado há 22 anos por pequenos agricultores em Nova Califórnia, Rondônia, de atividades extrativistas pelo sistema agroflorestal, evita a devastação de mais áreas de floresta, contribuindo, assim, para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. O SAF (Sistema Agroflorestal) permite atividades extrativistas sustentáveis associadas à reconstituição de regiões degradadas.

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novembro 9, 2009

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Impacto do agronegócio sobre ambiente e saúde: desafios à produção de conhecimento

Na mesa, coordenada pela pesquisadora da Universidade Federal do Ceará, Raquel Rigotto, os palestrantes Vicente Almeida (Embrapa), Marcelo Firpo (ENSP/Fiocruz), Wanderlei Pignati (UFMT) e Lia Giraldo (CPqAM/Fiocruz)
Na mesa, coordenada pela pesquisadora da Universidade Federal do Ceará, Raquel Rigotto, os palestrantes Vicente Almeida (Embrapa), Marcelo Firpo (ENSP/Fiocruz), Wanderlei Pignati (UFMT) e Lia Giraldo (CPqAM/Fiocruz)

O grupo de trabalho (GT) Saúde e Ambiente da Abrasco convocou, na manhã de domingo (1/11), um debate sobre o processo produtivo do agronegócio e suas relações e consequências para a saúde pública e o meio ambiente no IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. Na mesa, coordenada pela pesquisadora da Universidade Federal do Ceará, Raquel Rigotto, os palestrantes Vicente Almeida (Embrapa), Marcelo Firpo (ENSP/Fiocruz), Wanderlei Pignati (UFMT) e Lia Giraldo (CPqAM/Fiocruz) falaram do macrofenômeno do agronegócio e sua relação com a economia, a produção industrial, a política, a pesquisa e a necessidade de transição para um novo modelo agroecológico no país.

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novembro 9, 2009

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Diante de omissão do governo, comunidade de Santarém que bloqueou balsas de madeireiros recorre ao MPF

Famílias que bloquearam balsas pedem ajuda para cobrar respostas por parte de instituições como Sema e Funai

Revoltadas pela ausência de representantes do governo em reunião que havia sido agendada para a última quarta-feira, comunidades ribeirinhas e indígenas que vivem na gleba Nova Olinda I, em Santarém, oeste do Pará, querem ajuda para exigir respostas às suas reivindicações. Em atendimento a esse pedido, o Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA), juntamente com o Ministério Público Estadual, estão informando instituições governamentais que uma nova reunião foi marcada para a próxima terça-feira, 10 de novembro.

Em protesto contra o desmatamento de seus territórios e a falta de regularização fundiária, desde 14 de outubro as comunidades vêm impedindo a circulação de balsas carregadas de madeira no rio Arapiuns.

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novembro 9, 2009

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MPF visita reservas extrativistas no Pará para propor plano de atuação ao governo

Invasão das áreas e falta de informações são alguns dos principais problemas

“Sei que tem gente boa/ Como muitos companheiros/ Lutando como guerreiros/ Pra expulsar os fazendeiros/ Junto com os madeireiros/ Sei que a luta não parou/ Porque muitos estranhos/ Na reserva estão entrando/ Querendo nos amedrontar/ Com armas que trazem/ Pensando em nos expulsar”.

Assim, com frases simples mas bastante esclarecedoras, é que a professora Maria de Jesus Carvalho sintetiza em poesia boa parte dos desafios enfrentados pelas 20 comunidades das reservas extrativistas (resex) do Pará, algumas das quais estão sendo visitadas pelo Ministério Público Federal no estado (MPF/PA) neste final de ano. O trabalho é para que essa e outras vozes possam ser ouvidas pelas instituições que têm a responsabilidade de atuar em favor dos moradores tradicionais dessas áreas.

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novembro 9, 2009

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Operação integrada de orgãos ambientais fecha lixões clandestinos no Rio

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Em operação integrada do Ministério do Meio Ambiente, da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro e da Prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, foram embargados, na manhã de 7/11, cerca de 70 lixões clandestinos no Bairro de Jardim Gramacho.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que participou da operação, disse que a atividade de despejo clandestino em áreas do entorno do Aterro Sanitário de Gramacho, que recebe legalmente o lixo do Grande Rio, colocava em risco não só manguezais da Baía de Guanabara, mas a saúde das pessoas que vivem na região e s vôos do Aeroporto Internacional Tom Jobim, devido à proliferação de urubus.

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Eco-Economia. Uma mudança de paradigma. Entrevista especial com Hugo Penteado

emissões de co2

“O não contato com a realidade é a principal crítica aos economistas. Eles não têm contato com a realidade e não entendem que o problema ambiental não brotou do nada, e sim do sistema econômico, das ações diárias das pessoas, e que existe uma necessidade de mudança de paradigma”. Assim, o economista Hugo Penteado define os profissionais da área econômica de hoje. Em entrevista, por telefone, à IHU On-Line, ele defende uma economia preocupada, principalmente, com a sociedade e com o meio ambiente e afirma que as ciências econômicas precisam dialogar com as demais ciências, já que a economia interfere no planeta e nos serviços ecológicos do qual todos nós dependemos.

Hugo Penteado é mestre em economia pela Universidade de São Paulo e trabalha no mercado financeiro há mais de 20 anos. É autor do livro Ecoeconomia – Uma Nova Abordagem (São Paulo: Lazuli, 2003).

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novembro 9, 2009

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Quanto mais a Amazônia aguenta de desmatamento? Perigos da floresta, artigo de Míriam Leitão

Projeção do aumento de temperatura ao longo do século 21
Projeção do aumento de temperatura ao longo do século 21

[O GLOBO] Quanto a floresta aguenta? Qual é o limite de desmatamento que a Amazônia suporta? Essas perguntas têm sido feitas pelo climatologista Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que, junto com seus alunos, tem escrito estudos publicados em revistas científicas do exterior. O último estudo conclui que 40% é o limite. Acima disso a floresta entra em colapso.

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novembro 9, 2009

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Mudanças Climáticas: Ameaça ignorada

The Psychology of Climate Change Communication

Os cientistas estão cansados de avisar, mas ainda há quem tape os ouvidos para os alertas sobre as mudanças climáticas. Uma pesquisa recentemente publicada nos Estados Unidos mostrou que a proporção de norte-americanos convencidos de que o homem é responsável por boa parte do aquecimento global despencou 40% desde o ano passado.

O resultado motivou pesquisadores da Columbia University a tentar entender por que, mesmo sabendo dos riscos ao planeta, algumas pessoas não conseguem processar essa informação. A pesquisa [The Psychology of Climate Change Communication] foi feita com base em enquetes realizadas em grupos tão diversos como fazendeiros africanos e eleitores conservadores dos Estados Unidos. Reportagem de Paloma Oliveto, do Correio Braziliense, com informações complementares do EcoDebate.

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novembro 9, 2009

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Aquecimento global deve provocar aumento de desastres naturais, afetando 175 milhões de crianças por ano

mudanças climáticas

Pequenas vítimas - Meninos e meninas sofrerão mais com a fome e doenças como a diarreia e a desnutrição.

Fome, sede, doenças e oceanos em fúria. Os cenários catastróficos previstos pela ciência caso o homem não consiga frear o avanço do aquecimento global afetarão drasticamente quem menos tem culpa pelas emissões de carbono na atmosfera. Enquanto delegados de quase 200 países se digladiavam na capital da Catalunha, tentando encontrar um consenso sobre números e cifras, a organização não governamental Save the Children fez um apelo: não se esqueçam das crianças.

No relatório Feeling the heat — child survival in a changing climate (Sentindo o calor — a sobrevivência das crianças nas mudanças climáticas), lançado em Barcelona, a ONG alerta que, na próxima década, 175 milhões de meninos e meninas serão afetados, a cada ano, por desastres naturais, como inundações, ciclones e secas. As estatísticas do informe são baseadas em dados oficiais do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), além de pesquisas do Banco Mundial e de universidades ao redor do planeta. Reportagem de Paloma Oliveto*, no Correio Braziliense.

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Lixo tecnológico: 5% do lixo sólido produzido vem do descarte de eletrônicos

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Lixo Tecnológico
Foto da Basel Action Network (BAN)

Ecologia combina com tecnologia?

O acúmulo de peças de aparelhos eletrônicos descartados já soma 5% de todo o lixo sólido produzido no mundo, de acordo com o Greenpeace. Este número é praticamente igual à quantidade de plástico despejada no meio ambiente. O agravante é que o lixo eletrônico cresce cerca de 5% ao ano – até três vezes mais que a média de todo o lixo produzido.

O tema será discutido na Conferência da ONU sobre Mudança Climática que acontece no mês que vem em Copenhague, na Dinamarca. E não é só o destino final dos aparelhos eletrônicos que ocupa a pauta da reunião: o rastro de carbono deixado pela fabricação e utilização desses eletrônicos também preocupa.

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novembro 9, 2009

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Crise Ambiental: Já somos demais?

Fila de emprego na China. Foto Reuters/ El País
Fila de emprego na China. Foto Reuters/ El País

Seremos 7 bilhões de habitantes no mundo em 2012 e 9 bilhões em 2050. O problema não é a fecundidade, que já está diminuindo, mas a má distribuição de recursos.

A gravidade da crise alimentar, o aumento inusitado da população nos países menos desenvolvidos e os efeitos da mudança climática são algumas razões para repetir a mesma frase: “Já somos demais”. E continuaremos crescendo. Em 2012 a população mundial alcançará 7 bilhões de pessoas. Reportagem de Verónica Calderón, no El País.

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novembro 9, 2009

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Áudio: Especialista recomenda cuidados com a saúde durante o calor

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As recentes temperaturas elevadas e a baixa umidade relativa do ar exigem alguns cuidados para manter a saúde em dia. Ricardo Tardelli, coordenador estadual de Saúde, SP, faz algumas recomendações, como substituir frituras por alimentos assados, assim como o sorvete de massa por picolé –especialmente de frutas.

Na hora de dormir, o local deve ser arejado e umedecido. Toalhas molhadas ou reservatórios com água nos quartos podem ser usados nos casos em que a pessoa não tiver um umidificador. Banhos muito quentes devem ser evitados, pois provocam o ressecamento da pele, diz Tardelli. Ouça outras recomendações neste podcast.

Podcast da Folha Online

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