setembro 8, 2009
20 anos de Reservas Extrativistas: é pra comemorar? artigo de Ecio Rodrigues
Agrocombustíveis: energia limpa? artigo de Carlos Lima
Dossiê EcoDebate: Demarcação de terras indígenas no Mato Grosso do Sul
Fiscalização liberta trabalhadores que forneciam carvão para a produção de ferro-gusa
Anvisa proíbe uso de agrotóxicos que contenham Endosulfan e acefato
Brasil já recolheu 19,7 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos em 2009
Estudo da Eletrobrás estima que a energia eólica tem custo mais baixo que as térmicas a gás e diesel
Fabricantes e importadores serão responsáveis por coleta e armazenagem de pneus
Fiocruz vai coordenar Observatório Nacional de Mudanças Climáticas
A Cidade na Geografia Econômica Global de Ricardo Gaspar. Crítica por Nabil Bonduki
UHE de Itapiranga: uma luta de mais de 30 anos. Entrevista especial com Pedro Melchior
Governo vetará o plantio da cana em 50% do país e ruralistas reagem
‘Países industrializados enfrentam inadimplência de CO2′. Entrevista com Hans Joachim Schellnhuber
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setembro 8, 2009
[EcoDebate] Há 20 anos o Movimento dos Seringueiros em conjunto com ativistas sociais e ambientais tinham algo único a comemorar: a criação de Reservas Extrativistas. Com a proximidade da Conferência das Organizações Unidas para Desenvolvimento e Meio Ambiente, a Eco 92, o surgimento dessa nova modalidade de Unidade de Conservação expressava a capacidade dos brasileiros em interpretar, de maneira peculiar, os ideais de Desenvolvimento Sustentável para a Amazônia.
setembro 8, 2009

Entre os dias 29 de agosto e 03 de setembro estou em Maputo, capital de Moçambique, atendendo a um convite feito pelo Transnational Instituto (TNI) uma entidade holandesa que vem realizado pesquisas a respeito da produção de energias renováveis na Alemanha, em Moçambique e no Brasil. Os estudos estão sendo apresentados durante um seminário internacional a respeito dos agrocombustíveis. Os agrocombustíveis aparecem como uma alternativa mágica em substituição aos combustíveis fósseis, em particular o petróleo. Este é o motivo que me fez escrever este breve artigo.
setembro 8, 2009

Coronel Sapucaia (MS) – Dentro de barracões de lona à beira de rodovia, índios da comunidade do Kurussu Ambá chegam a dormir no chão pela falta de espaço e de colchões Foto: Valter Campanato/ABr
- Sem terras, indígenas sobrevivem às margens de rodovia em Mato Grosso do Sul
- Às margens de rodovia, guarani kaiowá reivindicam “cemitério de antepassados”
- Índios de Amambai sonham com mais terra para produzir e reduzir dependência
- Fazendeiros dizem que demarcação em Mato Grosso do Sul é discussão econômica
- MPF: destinação de terras para os guarani kaiowá é caminho sem volta
- Índios atribuem violência em reserva à falta de espaço e entrada de brancos
- Área sob litígio aumenta tensão entre índios e fazendeiros na fronteira com o Paraguai
- Indígenas de Amambai reclamam de ameaças de fazendeiros e perseguição da polícia
- Produtores recorrem à segurança privada para evitar invasões de índios
- À espera de mais terras, famílias da reserva de Dourados enfrentam dificuldades
- Funai reconhece falhas na prestação de assistência aos guarani kaiowá
- Área homologada mostra diferença entre modo de vida indígena e de colonos
- Antropólogo diz que estudos não são jogo de cartas marcadas a favor de índios
setembro 8, 2009

Carvoaria ilegal, em foto de arquivo MMA
Um dia depois da Comissão Pastoral da Terra (CPT, ligada à Igreja Católica) divulgar relatório sobre a violência no campo no primeiro semestre – e o coordenador da comissão, Dirceu Fumagalli, apontar o Pará como estado mais violento e o setor de minério de ferro como um dos responsáveis pelos conflitos – fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego resgataram 11 trabalhadores explorados em situação análoga à de escravos na produção do carvão usado nos altos fornos de siderúrgicas.
setembro 8, 2009

Os produtores de algodão, cacau, café, cana-de-açúcar e soja não poderão mais utilizar agrotóxicos que tenham, em sua composição, o ingrediente ativo Endosulfan. A medida foi anunciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que suspendeu a importação e o registro de novos agrotóxicos à base dessa substância
A Anvisa proibiu também o uso de acefato nas culturas de amendoim, batata, brócolis, citros, couve, couve-flor, cravo, crisântemo, feijão, fumo, melão, pimentão, repolho, rosa e tomate.
setembro 8, 2009
O Brasil é o país que mais recolhe embalagens de agrotóxicos no mundo. Dados do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inPEV), entidade financiada pelas indústrias do setor, apontam que 24,4 mil toneladas de embalagens desse tipo foram recolhidas em 2008. Isso significa que 94% das embalagens vendidas são devolvidas para receber tratamento adequado.
setembro 8, 2009
Estudo da Eletrobrás estima que a energia eólica tem custo mais baixo que as térmicas a gás e diesel

Estudo elaborado pela Eletrobrás e apresentado, no dia 04/09, em um seminário promovido pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (Apimec/RJ) elimina um dos principais mitos ligados à energia eólica: de que se trata de uma fonte energética cara. O evento foi realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
setembro 8, 2009

Um sistema de logística reversa será aplicado a partir de agora para destinação correta de pneus inservíveis. Fabricantes e importadores serão responsáveis pelo resíduo e obrigados a coletar e dar destinação ambientalmente adequada na proporção de um para um. Isso significa que a cada pneu novo comercializado, um deverá ser recolhido. O ato do recolhimento se dará, obrigatoriamente, no momento em que o consumidor estiver fazendo a troca de um pneu usado por um novo, sem qualquer custo para o consumidor.
setembro 8, 2009

Leito seco de rio em Rondônia: situação cada vez mais comum no país (Foto: Gente de Opiniao)
Iniciativa do Ministério da Saúde criará órgão que reunirá dados sobre clima, saúde, meio ambiente, socioeconômicos e demográficos, gerados por diversas instituições para estabelecer uma rede cooperativa a fim de discutir propostas e desenvolver estratégias
Preocupado com as mudanças climáticas e suas repercussões sobre a saúde no Brasil, o Ministério da Saúde solicitou que a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp) e o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict), unidades da Fiocruz, criassem o Observatório Nacional de Mudanças Climáticas com o objetivo de reunir dados sobre clima, saúde, meio ambiente, socioeconômicos e demográficos, gerados por diversas instituições para estabelecer uma rede cooperativa a fim de discutir propostas e desenvolver estratégias para a área.
setembro 8, 2009
Foto de Itamar S. de Melo
O 3º Workshop em Biodegradação e Biorremediação será realizado pela Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) de 1 a 4 de dezembro , no Auditório do Instituto Agronômico – IAC em Campinas, SP. O evento vai reunir ecologistas, geneticistas e químicos especialistas de todo o mundo para discutir tópicos relativos à ecologia e ao uso potencial de micro-organismos e plantas para limpar o solo e a água.
Conforme o coordenador do encontro, o pesquisador da Embrapa Meio Ambiente Itamar Soares de Melo, “essa edição terá uma abordagem muito importante: a poluição de água, solo e ar, problemas que estão desafiando a comunidade internacional”.
setembro 8, 2009
Os estudos urbanos são essencialmente interdisciplinares. Não é possível analisar as cidades sob enfoques estanques, sob o risco de se cometer equívocos analíticos e de se perder aspectos fundamentais para o entendimento do processo de urbanização. Os diferentes olhares profissionais – do arquiteto/urbanista, do geógrafo, do sociólogo, do economista, do advogado, do antropólogo, do trabalho social – observam a cidade sob ângulos diferentes, revelando facetas impossíveis de serem vistas com as ferramentas analíticas exclusivas de uma só formação.
setembro 8, 2009
Depois de quase 30 anos esquecida, o PAC trouxe de volta às preocupações dos moradores da região de Itapiranga (SC), a construção de uma usina hidrelétrica que pode atingir até duas mil famílias. O projeto, segundo Pedro Melchior, coordenador do MAB da região, começou em 1934, depois foi retomado na década de 1970 e, em 2002, os estudos de impacto foram refeitos para que, então, cinco anos depois, a obra fosse incluída dentro do Programa de Aceleração do Crescimento. “A Desenvix e outras empresas que elaboram os estudos, como foi denunciado pelo MAB, não têm mais idoneidade para fazer o processo de estudo de viabilidade”, nos contou ele, nesta entrevista que concedeu à IHU On-Line por telefone. Melchior diz que muitas fraudes já foram encontradas em outros estudos, aplicados por essas empresas a frente do projeto da UHE de Itapiranga. “A lógica do setor privado não leva em conta a realidade concreta de quem vive nesta região nos estudos”, disse ele.
setembro 8, 2009


Imagem da Folha de S.Paulo.
Área em que serão vetadas plantações novas inclui a Amazônia e o Pantanal. Projeto, que será anunciado no dia 17, busca derrubar barreiras à venda do álcool no exterior; proibição terá que passar pelo Congresso.
Com um ano e dois meses de atraso, o presidente Lula vai anunciar o veto à expansão das plantações numa área de 4,6 milhões de quilômetros quadrados – mais da metade do território nacional- e em regiões que mantenham a vegetação nativa no restante do país. Essas serão as principais medidas do “selo verde” que quer imprimir ao projeto do álcool combustível, escanteado devido à prioridade ao pré-sal. Reportagem de Marta Salomon, na Folha de S.Paulo.
setembro 8, 2009

Em entrevista à “Spiegel Online”, Hans Joachim Schellnhuber, o conselheiro do governo alemão para proteção ao clima, argumenta que medidas drásticas devem ser tomadas para prevenir uma catástrofe. Ele está propondo a criação de um “orçamento” de CO2 para todos os habitantes do planeta, independentemente se vivem em Berlim ou Beijing. Reportagem de Christian Schwägerl, no Der Spiegel.











