julho 6, 2009

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Relatório alerta para o balanceamento dos biocombustíveis e dos recursos hídricos

custos do etanol de milho

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Pesquisadores da Rice University afirmam que os EUA devem ter cuidado que a nova ênfase no desenvolvimento dos biocombustíveis como uma alternativa ao petróleo importado e levar em consideração os potenciais prejuízos para os recursos hídricos da nação.

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julho 6, 2009

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Sucesso da campanha Tremembé. O primeiro passo

[Por Norbert Suchanek, para o EcoDebate] Alguns meses atrás a ONG ONG Retten den Reggewald promoveu uma Campanha (veiculada pelo Ecodebate) pela Demarcação da Terra Indígena Tremembé de São José e Buriti, no Ceará. A campanha foi um sucesso, com cerca de 10 mil e-mails enviados à FUNAI (órgão federal responsável pela demarcação das Terras Indígenas). Como resultado concreto desta ação, a Coordenadora de Assuntos Fundiários da FUNAI se reuniu com os Tremembé, na sede da FUNAI do Ceará, em Fortaleza, e prometeu iniciar a demarcação da terra neste mês de julho.

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julho 6, 2009

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7 argumentos contra energia nuclear, artigo de David Fig

nuclear

[EcoDebate] Nem só no Brasil, mas também em Portugal e em outros países lusofônicos, existem políticos que favorecem a energia nuclear. No momento, por exemplo, o website de um bloco de partidos de esquerda português colocou em debate público o uso da energia nuclear como proposta de programa de governo, a ser apresentada nas próximas eleições, em outubro de 2009. Tendo em vista a escassez de informação sobre o tema na língua portuguesa, o Dr. David Fig, economista político e sociólogo ambiental da África do Sul, autor do livro “Uranium Road”, apresentou 7 argumentos porque a Energia Nuclear não vale! E o socialista Mike Kantey, Presidente da Coalizão Contra a Energia Nuclear da África do Sul, chamou a atenção para que as ações da esquerda não entre no caminho do urânio e do stalinismo.

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julho 6, 2009

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Diputados por un día : Una reforma a pedir de ’soja’, artigo de Graciela Cristina Gomez

admin

Mucho se dice y poco se hace para reformar la Ley 11.273,mal llamada de fitosanitarios. Sabemos que hay una media sanción del año 2004 que nunca encontró su mitad en algún cajón. Que hay varios proyectos,todos deficientes, ya lo dije en otra nota. Pero leer el Dictamen al que arribó la llamada Comisión de Medio Ambiente el 10 de junio pasado,es para analizar seriamente en qué estaban pensando los representantes del pueblo santafesino ,entre jarras de agua y cafecitos de por medio ,tratando de discernir , que más parece confundir ,el tríptico Ley-Decreto Reglamentario-Reforma Ley.

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julho 6, 2009

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Denúncia: A empresa SERQUIP continua destruíndo vidas no Bairro Camargos, em BH

O POVO LUTA E PEDE SOCORRO.

Amiga/o, eis, abaixo, links de vídeos que você precisa ver e ouvir. A EMPRESA SERQUIP, grande empresa de incineração de lixo hospitalar e Industrial – lixo tóxico – continua funcionando sob força de liminar, pois o COMAM não mais renovou a Licença de Operação dela. O povo do Bairro Camargos (e dos bairros próximos), de Belo Horizonte, continuam firmes na luta para expulsar a empresa SERQUIP que está causando tremendos danos à saúde do povo.

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julho 6, 2009

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Financiamento da seguridade social pesa mais para os pobres

admin

Proporção gasta por pobres com seguridade social é maior do que a dos ricos – Um estudo da Escola Nacional de Ciências Estatísticas, ligada ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirma análises sobre a injustiça tributária no Brasil. Segundo a dissertação de mestrado do economista Erito Marques de Souza Filho, os mais pobres gastam proporcionalmente mais renda do que os mais ricos para o financiamento da seguridade social (saúde, Previdência social e assistência social).

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julho 6, 2009

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Petrobras quer produzir em 2009 querosene para avião a partir de matérias renováveis

A Petrobras vai produzir até dezembro deste ano, em escala piloto, 50 mil litros de queresone de aviação (QAV) a partir de matérias-primas renováveis. O produto, denominado de BioQAV, está sendo produzido a partir de experiências desenvolvidas pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo Miguez (Cenpes), em 2008.

Os primeiros voos de aeronaves usando o novo combustível – segundo informações da Petrobras a que a que a Agência Brasil teve acesso – serão realizados ainda este ano, em fase experimental.

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julho 6, 2009

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Crise da carne do Pará esquenta a briga entre representantes dos criadores, organizações ambientais e o governo

pecuária

Após audiência pública no Pará, o clima esquenta entre representantes dos criadores, organizações ambientais e o governo e há quem diga que as repercussões podem levar ao “colapso” do setor de carnes no estado

Pecuaristas e ambientalistas: guerra? – O clima entre pecuaristas e seus representantes e ambientalistas está ficando quente demais, perigoso. A palavra explosivo não pode ser descartada. “Ou é jogo de cena?”. Ontem, em audiência pública no Pará, representantes dos frigoríficos afirmaram que o Ministério Público Federal foi “irresponsável”, agindo de maneira açodada ao mover ações contra fazendeiros e frigoríficos que comercializaram gado criado em áreas desmatadas. Matéria de Sebastião Nascimento, na Revista Globo Rural.

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julho 6, 2009

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Para ‘driblar’ o MPF fazendas punidas por desmatamento irregular na Amazônia repassam bezerros para outras não embargadas

Rebanho aprendido pela operação Boi Pirata (agosto/2008). Foto: Valter Campanato/ABr
Rebanho aprendido pela operação Boi Pirata (agosto/2008). Foto: Valter Campanato/ABr

Pecuaristas transferem gado para driblar Ministério Público – Pecuaristas de fazendas embargadas no sul do Pará, por causa do desmatamento irregular da Floresta Amazônica, decidiram negociar bois por meio de outras fazendas, não embargadas, para driblar o bloqueio. A operação para “esquentar” o gado para venda já é utilizada com transferência de bezerros – não considerados gado de corte, mas matrizes -, e agora será estendida para os bois.

Vinte e uma fazendas da região foram proibidas pelo Ministério Público Federal do Pará (MPF) de vender boi gordo para abate por terem área desmatada superior ao limite de 20% do total de sua propriedade. Elas foram multadas em R$ 2,1 bilhões e têm prazo de 120 dias para retirar o gado de seu território a partir da notificação. Nove delas pertencem ao Grupo Santa Bárbara, que tem o banqueiro Daniel Dantas como acionista. O Estado do Pará tem 109 mil fazendas de gado de corte. Matéria de Alberto Komatsu, no O Estado de S.Paulo.

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julho 6, 2009

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(Danos da cadeia da pecuária bovina na Amazônia) A oportunidade do imbróglio do boi, artigo de Roberto Smeraldi

Gado apreendido na fazenda Lourilândia durante a Operação Boi Pirata, do Ibama. Foto: Valter Campanato/ABr
Gado apreendido na fazenda Lourilândia durante a Operação Boi Pirata, do Ibama. Foto: Valter Campanato/ABr

O rebanho não precisa ser cortado: ainda se torna legal, mais rentável e agrega valor. Não parece um final feliz?

[Folha de S.Paulo] O BRASIL , de repente, se dá conta dos passivos do avanço da pecuária -com seu explosivo crescimento, na Amazônia, a partir de 2004. Justiça, sociedade civil e supermercados reagem, e cada um anuncia medidas em sua respectiva esfera: indenizações bilionárias, denúncia das ligações com grifes internacionais, sustação de compras.

O Banco Mundial resolve pedir de volta o dinheiro que havia concedido em 2006, afastando-se de riscos financeiros e reputacionais. E ainda há bastante coisa para vir. Saudável que isso esteja em pauta, mas, passada a atenção midiática -necessariamente passageira-, pode se voltar à rotina sem alternativas.

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julho 6, 2009

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BNDES usa suposta imprecisão do parecer técnico ambiental para justificar financiamentos para usinas do rio Madeira

Segundo o chefe do departamento de Estudos Ambientais do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Márcio Macedo da Costa, os pareceres técnicos do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) sobre o complexo do rio Madeira (RO) são imprecisos. Esta suposta imprecisão seria a justificativa para manter os empréstimos para o consórcio responsável pelas obras das hidrelétricas a despeito dos relatórios que colocam as obras como ambientalmente inviáveis.

Para Costa, o problema dos relatórios é que eles tratam de assuntos que ainda não são uma certeza no meio científico. “Devido à insuficiência de dados reais, não havia no parecer uma condenação total ao projeto, o que viabiliza os financiamentos”, explicou o economista. As declarações foram dadas durante o “Seminário Febraban de Finanças Sustentáveis”, realizado nesta semana em São Paulo. Matéria de Flávio Bonanome, Amigos da Terra – Amazônia Brasileira.

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julho 6, 2009

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Governo, inspirado nas plataformas de petróleo, planeja 5 usinas-plataformas no rio Tapajós

Modelo em estudo adota logística semelhante à da Petrobrás e elimina necessidade de construir vilas para operários

Tapajós terá 5 usinas inspiradas nas plataformas de petróleo – Resolvidos os entraves técnicos e ambientais da Usina de Belo Monte, o governo se esforça agora para desenvolver a próxima fronteira energética do País: o complexo Tapajós, no Pará, com potência estimada de 10,7 mil megawatts. A previsão é de construção de cinco usinas, duas delas no Rio Tapajós, que seguirão um conceito inovador: o de usinas-plataformas, projeto inspirado na logística utilizada pela Petrobrás em suas operações na Bacia de Campos.

Segundo o governo, esse conceito elimina a necessidade de construção de vilas no entorno das usinas, o que reduz o risco de desmatamento. Os funcionários serão levados de helicóptero para o trabalho, onde ficarão por períodos mais longos. No caso das plataformas da Petrobrás, os turnos são de 14 dias. Para as hidrelétricas, ainda não há definição sobre o tema. Matéria de Nicola Pamplona, do O Estado de S.Paulo.

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julho 6, 2009

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Hidrelétricas brasileiras na Amazônia peruana, artigo de Marc Dourojeanni

[A Gazeta] No rápido processo de ocupação da Amazônia peruana, caracterizado durante as últimas décadas por infra-estrutura viária, exploração petrolífera e aurífera, ademais da rápida expansão das atividades agrope-cuárias e florestais, tem surgido outro elemento determinante. Trata-se da exploração de seu potencial hidrelétrico. Os presidentes Alan García do Peru e Luiz Inácio Lula da Silva do Brasil lançaram formalmente, em 28 de abril de 2009, a proposta que deve culminar com a operação de um número indeterminado de grandes represas nos rios da Amazônia alta peruana que, segundo informado, deve principalmente abastecer a demanda energética do Brasil.

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julho 6, 2009

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Controlar trilhões resolverá tudo? artigo de Washington Novaes

[O Estado de S.Paulo] Um leitor habitual dos textos aqui produzidos pelo autor destas linhas considera-os “elucidativos”, embora às vezes “amargos” – o que julga compreensível, pela gravidade das questões expostas. É possível que seja assim – ainda que não se tenha a intenção -, diante do quadro inquietante das mudanças climáticas e do consumo de recursos naturais além da capacidade de reposição da nossa biosfera.

Uma dessas questões ainda há poucos dias (AFP, 24/6) levou o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan a reiterar no Fórum Humanitário Global que os políticos das nações ricas “enfrentarão a indignação e a ira da opinião pública se falharem no enfrentamento do desafio do clima”. O atual secretário-geral, Ban Ki-moon, na mesma semana, advertiu que o número de “refugiados ambientais” poderá chegar a 200 milhões em 2050. Eles já são 24 milhões. E uma das causas é a progressiva desertificação de terras (consumo excessivo de recursos naturais é um dos caminhos). Em 40 anos, um terço das terras de cultivo será abandonado. Mesmo no Brasil já há 180 mil km2 em processo de desertificação, principalmente no semiárido nordestino, onde vivem 18 milhões de pessoas. No mundo, são 250 milhões de pessoas afetadas pela desertificação, diz a respectiva convenção mundial (Rádio ONU, 22/6).

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julho 6, 2009

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Seguindo EUA, Brasil quer cobrar por emissão de CO2

admin

poluição

Modelo, a ser discutido até o fim deste ano, deve seguir programa dos EUA relacionado a mudanças climáticas

País quer cobrar por emissão de CO2 – Na esteira do programa econômico do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o governo brasileiro começou a preparar um modelo de tributação para créditos de carbono. O marco regulatório em estudo pode resultar na criação de um tributo direto sobre as emissões de dióxido de carbono (CO2).

O debate ganhou celeridade depois que Obama, ao apresentar o orçamento de 2009, propôs levantar US$ 646 bilhões até 2020 com novas leis relacionadas às mudanças climáticas. Ganha força a tese de que essa nova tributação pode abrir uma janela de oportunidade de investimentos e gerar emprego e renda em meio a um ambiente de recuperação econômica pós-crise. Além, é claro, de preservar o meio ambiente. Matéria de Adriana Fernandes e Edna Simão, no O Estado de S.Paulo.

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