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	<title>Comentários sobre: Fim do diploma de jornalista: retrocesso profissional e político, artigo de Luiz Gonzaga Motta</title>
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	<description>Cidadania e Meio Ambiente</description>
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		<title>Por: João Drummond</title>
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		<dc:creator>João Drummond</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 17:11:44 +0000</pubDate>
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		<description>O diploma pode ser um instrumento importante mas por si só não garante um jornalismo de qualidade. Quem crê nesta importância que busque o seu e vá para o mercado. Tentar eliminar concorrência com leis e canudos, é demonstração de falta de confiança na propria capacidade e ...no canudo.
Olha esta citação (não é minha)

&quot;
A excepcionalidade de que goza o jornalismo, dentre as instituições
democráticas, consiste em que seu poder não repousa num contrato social, numa delegação do povo por eleição ou por nomeação com diploma ou por voto de uma lei impondo normas. Para manter seu prestígio, e sua independência, a mídia precisa compenetrar-se de sua responsabilidade primordial: servir bem à população.

CLAUDE-JEAN BERTRAND, A Deontologia das Mídias. Tradução de
Leonor Loureiro. Bauru: Editora da Universidade do Sagrado Coração, 1999, págs.
22-23.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O diploma pode ser um instrumento importante mas por si só não garante um jornalismo de qualidade. Quem crê nesta importância que busque o seu e vá para o mercado. Tentar eliminar concorrência com leis e canudos, é demonstração de falta de confiança na propria capacidade e &#8230;no canudo.<br />
Olha esta citação (não é minha)</p>
<p>&#8221;<br />
A excepcionalidade de que goza o jornalismo, dentre as instituições<br />
democráticas, consiste em que seu poder não repousa num contrato social, numa delegação do povo por eleição ou por nomeação com diploma ou por voto de uma lei impondo normas. Para manter seu prestígio, e sua independência, a mídia precisa compenetrar-se de sua responsabilidade primordial: servir bem à população.</p>
<p>CLAUDE-JEAN BERTRAND, A Deontologia das Mídias. Tradução de<br />
Leonor Loureiro. Bauru: Editora da Universidade do Sagrado Coração, 1999, págs.<br />
22-23.&#8221;</p>
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		<title>Por: Missao Tanizaki</title>
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		<dc:creator>Missao Tanizaki</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 19:13:41 +0000</pubDate>
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		<description>´A Sociedade Brasileira deve concordar que Jornalismo sem Diploma dá margens para questões Não-ETICAS, mas também devem concordar que o Jornalismo sem Diploma abre espaço para qualquer Cidadão Brasileiro poderá expor suas idéias que poderão ser extremamentes importantes para promover, de FATO, o Desenvolvimento SOCIAL e Econômico do Brasil, de FATO, SUSTENTÁVEL.

O Jornalismo sem Diploma poderá fazer com que as IDÉIAS REVOLUCIONÁRIAS sejam colocadas a disposição da Sociedade Brasileira, sem CUSTOS EXTRAS que é o inverso do que vem ocorrendo a mais de 4 a 6 décadas, onde em tudo só se &quot;AVANÇA&quot;, através de Novos Impostos ou algo similar, onde se aplicam / utilizam o ARTIFÍCIO das &quot;Mentiras&quot; que se transformam em &quot;VERDADES&quot;.

MISSAO TANIZAKI
Fiscal Federal Agropecuário
Bacharel em Química
missao.tanizaki@agricultura.gov.br (com problemas, pretendo Excluí-lo)
missao.tanizaki@ada.com.br (NOVO)
missaotanizaki@yahoo.com.br (NOVO)
 
TUDO POR UM BRASIL / MUNDO MELHOR</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>´A Sociedade Brasileira deve concordar que Jornalismo sem Diploma dá margens para questões Não-ETICAS, mas também devem concordar que o Jornalismo sem Diploma abre espaço para qualquer Cidadão Brasileiro poderá expor suas idéias que poderão ser extremamentes importantes para promover, de FATO, o Desenvolvimento SOCIAL e Econômico do Brasil, de FATO, SUSTENTÁVEL.</p>
<p>O Jornalismo sem Diploma poderá fazer com que as IDÉIAS REVOLUCIONÁRIAS sejam colocadas a disposição da Sociedade Brasileira, sem CUSTOS EXTRAS que é o inverso do que vem ocorrendo a mais de 4 a 6 décadas, onde em tudo só se &#8220;AVANÇA&#8221;, através de Novos Impostos ou algo similar, onde se aplicam / utilizam o ARTIFÍCIO das &#8220;Mentiras&#8221; que se transformam em &#8220;VERDADES&#8221;.</p>
<p>MISSAO TANIZAKI<br />
Fiscal Federal Agropecuário<br />
Bacharel em Química<br />
<a href="mailto:missao.tanizaki@agricultura.gov.br">missao.tanizaki@agricultura.gov.br</a> (com problemas, pretendo Excluí-lo)<br />
<a href="mailto:missao.tanizaki@ada.com.br">missao.tanizaki@ada.com.br</a> (NOVO)<br />
<a href="mailto:missaotanizaki@yahoo.com.br">missaotanizaki@yahoo.com.br</a> (NOVO)</p>
<p>TUDO POR UM BRASIL / MUNDO MELHOR</p>
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	<item>
		<title>Por: marcelo</title>
		<link>http://www.ecodebate.com.br/2009/06/19/fim-do-diploma-de-jornalista-retrocesso-profissional-e-politico-artigo-de-luiz-gonzaga-motta/comment-page-1/#comment-4610</link>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 08:16:32 +0000</pubDate>
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		<description>Fiquei decepcionado com a profunda ignorância do Supremo Tribunal sobre o que é o campo jornalístico.  O Jornalismo é bem mais que domínio da língua e o relato dos fatos. Nesta decisão, eles ignoraram que na academia estudamos as teorias da comunicação, a ética jornalística, problematizamos e discutimos a relação da imprensa com a sociedade, a responsabilidade jornalística, a sociologia, filosofia da comunicação etc.  como formas de refletir sobre a profissão e não apenas utilizar técnicas narrativas. Todos esses conhecimentos são indipensáveis para a formação de um profissional com ampla visão de mundo e formação cultural. Não se pode resumir a atividade apenas como se fossemos &quot;contadores de histórias&quot;. É bem verdade que, no dia-a dia das redações alguns jornalistas parecem esquecer o que estudaram na academia. Mas imagina só, se com a exigência do diploma, a sociedade já se depara com um jornalismo sensacionalista, vendido, medíocre e desinformante, como será agora, que qualquer pessoa, sem aqueles conhecimentos que citei, sem uma reflexão sistemática, poderá se dizer jornalista? Como esperar que o jornalismo evolua e tenha mais qualidade? E como um dia ser professor  de uma área em que poderá nem haver mais interesse dos alunos em prestar vestibular para ela? O Supremo tratou a questão apenas como trabalhista e deixou de lado a complexidade da profissão e suas implicações sociais. E o jornalismo não é só uma questão de interesse das empresas que decidem ou não quem contratar. O jornalismo é acima de tudo uma profissão de interesse de toda a sociedade que tem o direito à informação verdadeira, ética e de qualidade, pré-requisitos que só a prática não garante. A decisão do STF significa um retrocesso e uma desvalorização não não só pela classe como também pela universidade, que apesar das dificuldades, ainda é o melhor lugar para se adquirir conhecimentos e cidadania. Sei que muitos defendem que diploma não garante ética e nem qualidade. E a falta dele, garante??É o mesmo que dizer estudem se quiser, pois dá no mesmo!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei decepcionado com a profunda ignorância do Supremo Tribunal sobre o que é o campo jornalístico.  O Jornalismo é bem mais que domínio da língua e o relato dos fatos. Nesta decisão, eles ignoraram que na academia estudamos as teorias da comunicação, a ética jornalística, problematizamos e discutimos a relação da imprensa com a sociedade, a responsabilidade jornalística, a sociologia, filosofia da comunicação etc.  como formas de refletir sobre a profissão e não apenas utilizar técnicas narrativas. Todos esses conhecimentos são indipensáveis para a formação de um profissional com ampla visão de mundo e formação cultural. Não se pode resumir a atividade apenas como se fossemos &#8220;contadores de histórias&#8221;. É bem verdade que, no dia-a dia das redações alguns jornalistas parecem esquecer o que estudaram na academia. Mas imagina só, se com a exigência do diploma, a sociedade já se depara com um jornalismo sensacionalista, vendido, medíocre e desinformante, como será agora, que qualquer pessoa, sem aqueles conhecimentos que citei, sem uma reflexão sistemática, poderá se dizer jornalista? Como esperar que o jornalismo evolua e tenha mais qualidade? E como um dia ser professor  de uma área em que poderá nem haver mais interesse dos alunos em prestar vestibular para ela? O Supremo tratou a questão apenas como trabalhista e deixou de lado a complexidade da profissão e suas implicações sociais. E o jornalismo não é só uma questão de interesse das empresas que decidem ou não quem contratar. O jornalismo é acima de tudo uma profissão de interesse de toda a sociedade que tem o direito à informação verdadeira, ética e de qualidade, pré-requisitos que só a prática não garante. A decisão do STF significa um retrocesso e uma desvalorização não não só pela classe como também pela universidade, que apesar das dificuldades, ainda é o melhor lugar para se adquirir conhecimentos e cidadania. Sei que muitos defendem que diploma não garante ética e nem qualidade. E a falta dele, garante??É o mesmo que dizer estudem se quiser, pois dá no mesmo!!</p>
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