abril 7, 2009

(0) Comentários

Algumas tecnologias usadas na captura e no sequestro de carbono, artigo de Carol Salsa

admin

Visão geral dos diferentes métodos de estocagem de CO2 em formações geológicas profundas
Visão geral dos diferentes métodos de estocagem de CO2 em formações geológicas profundas: 1) armazenamento em reservatórios de petróleo e gás vazios; 2) uso de CO2 para otimizar a extração de petróleo e gás; 3) formações salinas no mar (a) e no continente (b); 4) uso de CO2 para otimizar a extração de metano ou gás em camadas de carvão (arte: IPCC, no Ciência Hoje On-line).

[EcoDebate] Após uma varredura na web sobre o seqüestro de carbono, selecionamos algumas tecnologias aprovadas nas experiências realizadas num período de 19 anos, desde que a Statoil, empresa petrolífera da Noruega, começou suas atividades neste ramo de negócios, em 1990. A evolução do pensamento humano em tentar solucionar os problemas que vão surgindo no decorrer de séculos tem buscado na ciência resposta aos grandes desafios impostos em nome do desenvolvimento, hoje, após mudança de paradigma, crescimento econômico. A variável ambiental agora inserida nos contextos políticos, econômico-financeiros e sócio-ambientais através da sensibilização e conscientização de todos ao longo do tempo, promove tecnologias capazes de mitigar os efeitos diversos da poluição originada desde a fase industrial, entre os séculos XVIII e XIX até os dias atuais. Segundo historiadores, foi a combinação das invenções no campo da indústria têxtil e a máquina a vapor, principalmente na indústria dos transportes que, num período de 100 anos, de 1770 a 1870, caracterizaram e promoveram a grande Revolução Industrial.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(0) Comentários

Estamos diante de uma perigosa ‘onda’ de intolerância, por Henrique Cortez

paz
Imagem: Corbis

[EcoDebate] Seria de se esperar que, com o advento de um novo século, fosse iniciado um novo período de tolerância e de respeito ao outro, quem quer que seja.

No entanto, lamentavelmente, não é isto que se observa. Na prática, está evidente o crescimento de uma onda global de intolerância, de preconceitos e de absoluta rejeição aos que, de algum modo, são diferentes. Esta ‘onda’ de intolerância é crescente na Europa, no Oriente Médio, na Ásia e também Brasil.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(0) Comentários

Fiscalização resgata 35 pessoas de condição de trabalho degradante no Maranhão

Grupo estava em condição de exploração em fazenda de criação de gado no município de Codó

Ação do Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo do Maranhão, iniciada no dia 1º de abril e ainda em andamento, resgatou 35 pessoas de condição de trabalho degradante na atividade de roço de juquira, em uma fazenda de criação de gado. A operação, que contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, foi na BR 316, no trecho conhecido como Estrada das Cajazeiras, lugarejo pertencente ao município de Codó (MA).

Contratado por aliciadores – crime previsto no artigo 207 do Código Penal passível de pena de um a três anos de detenção mais multa – e endividados com os chamados gatos, o grupo estava instalado em alojamentos sem condições de higiene e alguns trabalhadores não tinham nenhum Equipamento de Proteção Individual (EPI). A água potável oferecida era insuficiente, o que levava o grupo a consumir água das grotas (poças de água de chuva localizadas no pasto). Além disso, os trabalhadores eram transportados para a frente de trabalho em pau-de-arara, misturados a equipamentos como enxadas e foices, situação que oferecia risco de acidentes.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(0) Comentários

Valor pago por serviços ambientais precisa ser competitivo

O presidente do Instituto Chico Mendes, Romulo Melo, a secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, a secretária de Biodiversidade e Floresta do Ministério do Meio Ambiente, Maria Cecília Wey de Brito e o diretor do Ministério do Meio Ambiente Braulio Dias participam do Seminário Nacional sobre Pagamentos por Serviços Ambientais Foto: Antonio Cruz/ABr
O presidente do Instituto Chico Mendes, Romulo Melo, a secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, a secretária de Biodiversidade e Floresta do Ministério do Meio Ambiente, Maria Cecília Wey de Brito e o diretor do Ministério do Meio Ambiente Braulio Dias participam do Seminário Nacional sobre Pagamentos por Serviços Ambientais Foto: Antonio Cruz/ABr

A secretária de Biodiversidade e Floresta do Ministério do Meio Ambiente, Maria Cecília Wey de Brito, afirmou ontem (6) que o valor pago por serviços ambientais precisará ser “suficientemente competitivo” com o de outras atividades econômicas para que a preservação seja efetiva. “Você consegue preservar e passa a ter um outro tipo de negociação”, disse, ao participar do Seminário Nacional sobre Pagamentos por Serviços Ambientais.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(1) Comentário

Stephanes define cinco pontos básicos a serem mudados no Código Florestal

Desmatamento em área de encosta. Foto de arquivo MMA
Desmatamento em área de encosta. Foto de arquivo MMA

O Código Florestal (Lei 4.771), que entrou em vigor no dia 15 de setembro de 1965, precisa ser mudado, por causa do longo tempo de vigência e principalmente pelo desenvolvimento que se verificou no campo de lá para cá. A reivindicação é feita tanto por ambientalistas quanto por agricultores, que, no entanto, trocam críticas e não se entendem quanto às modificações necessárias.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(0) Comentários

Cuidados com alimentação evitam problemas na páscoa

admin

peixaria
A Anvisa alerta para a necessidade de se observar a qualidade do pescado que será consumido durante a Semana Santa. É preciso verificar se a cavidade ocular do peixe está brilhante e se a carne está firme. Além disso, deve-se levar em conta a limpeza da peixaria Foto: Elza Fiúza/ABr

Com a chegada da semana santa, aumenta o consumo de peixes e chocolates na dieta dos brasileiros. Para 2009, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados estima que estarão à venda, no mercado nacional, mais de 26,4 mil toneladas de alimentos à base de chocolate. Dados da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (Seap) indicam que as indústrias comercializam três vezes mais peixes nesta época do ano.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(0) Comentários

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) trabalha na reavaliação de substâncias ativas utilizadas em agrotóxicos no Brasil

veneno

Um dado preocupa as autoridades sanitárias nacionais. Em 2008, o Brasil assumiu o posto de maior consumidor de agrotóxicos em todo mundo, posição antes ocupada pelos Estados Unidos. Só o mercado de agrotóxicos movimentou mais de US$ 7 bilhões.

Para proteger a saúde da população dos riscos associados ao uso destes produtos nas cultura agrícolas nacionais, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) trabalha na reavaliação de substâncias ativas utilizadas em agrotóxicos no Brasil. “Como o registro de um agrotóxico é eterno, a reavaliação ocorre quando há alguma alteração de riscos à saúde, em comparação aos riscos avaliados durante a concessão de registro de determinada substância ativa”, explica a gerente de avaliação toxicológica da Anvisa, Letícia Rodrigues.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(0) Comentários

Com o envelhecimento da população aumenta o número de internações no SUS por fraturas no fêmur

admin

Participantes da 2ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa
Participantes da 2ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa – Um Pacto Nacional pelo Envelhecimento Ativo e Saudável. Foto: Antonio Cruz/ABr

Projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram um crescimento significativo da participação de pessoas com mais de 65 anos na formação da sociedade brasileira. De acordo com o IBGE, a relação atual, de cerca de 25 idosos para cada grupo de 100 crianças e adolescentes até 14 anos, deverá mudar para 173 idosos para cada grupo de 100 crianças e adolescentes.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(0) Comentários

‘Reforma agrária deve ser entendida em forma ampla’, defende D. Tomás Balduíno

dom Tomás Balduíno. Foto da Wikipédia
dom Tomás Balduíno. Foto da Wikipédia

Próximo de completar 87 anos, dom Tomás Balduíno é o eterno ideólogo da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e referência intelectual dos movimentos pró-reforma agrária. O bispo considera superado o atual modelo de assentamento de camponeses, com a distribuição de lotes individuais para cada família. A proposta se parece com os Projetos de Desenvolvimento Sustentável (PDS) defendidos pela freira americana Dorothy Stang, morta há quatro anos por pistoleiros no Pará. “A reforma agrária deve ser entendida em uma forma ampla. Não é aquela que divide o chão, mas a que inclui o posicionamento das quebradeiras de coco, dos seringueiros, dos ribeirinhos, dos quilombolas e até dos indígenas que têm um relacionamento sui generis com a terra”, defende o religioso.

A entrevista é do jornal Correio Braziliense, 04-04-2009.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(0) Comentários

Relator do processo sobre a reserva Raposa Serra do Sol, ministro Carlos Ayres Britto diz ter enfrentado o próprio preconceito.

O ministro Ayres Britto. Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
O ministro Ayres Britto. Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

O óleo sobre tela retratando o rosto de um indígena foi presente de uma amiga, enviado de São Paulo há pouco tempo. O trabalho encanta o ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto, que colocou o quadro numa das paredes da sala de seu apartamento, na Asa Sul. Não é só a beleza da obra que o conquistou, mas a própria questão indígena. Ele foi o relator do polêmico processo sobre a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol. Nove dos demais 10 colegas de tribunal acompanharam seu voto, no qual defendeu a manutenção do decreto homologatório que destina a índios de cinco etnias uma área de mais de 1,7 milhão de hectares em Roraima.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(0) Comentários

Vítimas do trabalho escravo são assentadas no Piauí

Reunidas na Associação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Prevenção do Trabalho Escravo, vítimas de exploração criminosa em fazendas de pecuária no Pará se unem e conquistam pedaço de terra em Monsenhor Gil (PI)

Uma história triste de exploração de trabalho escravo está prestes a ter um raro final feliz no município de Monsenhor Gil (PI), a 56 km da capital Teresina. Cerca de 30 famílias de pessoas que foram vítimas da escravidão contemporânea serão contempladas no Assentamento Nova Conquista.

De acordo com a Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Piauí, as próprias famílias participaram do processo de escolha da área desapropriada de 2,26 mil hectares, que abrigará um total de 52 famílias e fica a 25 km do núcleo urbano de Monsenhor Gil (PI). A posse da área foi garantida aos assentados em março e a construção da infra-estrutura deve ter início em breve. Por Bianca Pyl e Maurício Hashizume, da Agência de Notícias Repórter Brasil.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(0) Comentários

Usinas termelétricas mais poluentes, rejeitadas no Sudeste, são programadas para o Nordeste

termelétrica a carvão

A região Nordeste vai receber, nos próximos cinco anos, uma capacidade de geração de energia superior ao complexo do Rio Madeira, em Rondônia, e vai se tornar exportadora de energia para o resto do País. A diferença é que as usinas nordestinas serão movidas a óleo ou carvão, mais poluentes e que não encontram mais aval no Sudeste, devido ao rigor dos órgãos ambientais. Pelo menos 40 projetos, com potência total de 7,9 mil megawatts estão projetados para a região.

A quantidade de termelétricas é alvo de críticas da própria Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estatal responsável pelo planejamento do setor. Em evento na semana passada, o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, disse que o crescimento da energia térmica é fruto de uma visão “estranha” dos órgãos ambientais, que privilegiam usinas poluidoras em detrimento de hidrelétricas. “Em nome do meio ambiente, nunca se fez tão mal ao meio ambiente”, criticou. Matéria de Nicola Pamplona, no O Estado de S.Paulo, 06/04/2009.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(0) Comentários

O petróleo barato reduz o interesse nos carros ecológicos

admin

poluição por combustível fóssil

Petróleo barato barra veículos a hidrogênio – Ao ligar o carro, o barulho lembra o de um aspirador de pó, porém mais baixo e menos irritante. Depois, quase não se ouve mais ruído. A resposta é muito rápida e o veículo parece leve, desliza suavemente pelas ruas de Vancouver, no Canadá.

O veículo elétrico com célula a combustível de hidrogênio não deixa a desejar em potência. E, o melhor de tudo, não solta nenhum poluente pelo escapamento, somente vapor d’água. Evita, assim, a emissão para a atmosfera do gás de efeito estufa CO2, que contribui para o aquecimento global. Matéria de Afra Balazina, enviada especial da Folha de S.Paulo ao Canadá.

Post to Twitter

abril 7, 2009

(1) Comentário

Reivindicações territoriais e meio ambiente centram reunião sobre os pólos

Mapa demarcando a região ártica e os países nela contidos - a linha vermelha representa a isotérmica de 10°C no mês mais quente do verão ártico (Julho). Imagem da Wikipédia
Mapa demarcando a região ártica e os países nela contidos – a linha vermelha representa a isotérmica de 10°C no mês mais quente do verão ártico (Julho). Imagem da Wikipédia

(AFP) – As reivindicações territoriais sobre o fundo marinho do Ártico e a preservação do meio ambiente na Antártica centrarão nesta segunda-feira a primeira reunião diplomática consagrada aos pólos da Terra.

Post to Twitter

Página 1 de 11