março 3, 2009
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Estudo identifica que a onda de calor de 2006 na Califórnia aumentou a mortalidade
Quando a burguesia chora! artigo de Raimundo Gomes da Cruz Neto
Pesquisadores estudam os prejuízos provocados por incêndios florestais
Pesquisador destaca o potencial e os desafios para os próximos anos da pesquisa em energia solar
Cientistas usam nanotecnologia para criar equipamento de desinfecção da água com base na luz solar
Consórcio global irá mapear solos do planeta
Brasil adere a acordo internacional de pesca em alto-mar
Brasil: as plantações da Veracel, a usurpação certificada
São intransigentes os quilombolas? artigo de Maristela de Paula Andrade
‘Comida fresca não dá dinheiro’, diz o jornalista que desvendou a indústria alimentícia
Milho transgênico MON 810, da Monsanto, sofre duro revés na UE
Estudo da Cetesb estima que o total de áreas contaminadas subiu 10% em SP
Demanda de commodities ameaça indígenas latino-americanos
Estudo mostra crescimento da devastação em serras do Cariri, Paraíba
março 3, 2009
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[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] A Califórnia, no final de julho de 2006, foi afetada por uma onda de calor extrema, superando recordes históricos de temperatura em diversas regiões do estado.
Agora, um estudo realizado por pesquisadores da Mailman School of Public Health, do Natural Resources Defense Council e do California Department of Public Health informa que a onda de calor teve um impacto substancial nas taxas de mortalidade em toda a Califórnia, resultando em um aumento nas internações de emergência.
Por uma melhor compreensão desses impactos e vulnerabilidades da população, as comunidades locais precisam melhorar sua preparação para uma onda de calor, tendência crescente diante do aquecimento global no futuro.
março 3, 2009
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[EcoDebate] Desviem-se: empregar os bacurizeiros das chapadas insolentes do Baixo Parnaíba maranhense e a teima das comunidades de São Raimundo e Bom Principio – município de Urbano Santos – que travaram possíveis projetos de soja ou eucalipto do senhor Evandro Loez para mais de três mil hectares de área de chapada – transbordante de bacurizeiros e pequizeiros – quase ao pé do município de Anapurus -, para que o Incra vistorie a área e crie um projeto de assentamento federal.
março 3, 2009
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Toda vez que a situação econômica parece mudar de padrão e que a burguesia é afetada, deixando de ganhar mais do que o suficiente para suas orgias, a choradeira é geral. Quem primeiro reclama são os mais parasitários, que não vivem sem os benefícios concedidos pelo Estado: terra, financiamento, isenção de impostos e apoio jurídico para usar e abusar da força de trabalho dos desfavorecidos, excluídos e marginalizados.
Estou falando da burguesia agrária ou latifundiária deste país, que tem formação e sua história, caracterizada pelo uso da escravidão imposta aos negros trazidos e comercializados da África, do regime de servidão imposto aos índios que aqui já habitavam quando da chegada dos portugueses e da escravidão contemporânea.
março 3, 2009
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Um fogo experimental levado a cabo na passada sexta-feira em Portugal permitiu aos investigadores da Universidade de Wageningen, Holanda, conseguir mais informações sobre a erosão do solo que ocorre na sequência dos incêndios florestais. Sob condições controladas, um grupo de investigadores fez arder dez hectares de área de charneca.
Esta experiência é importante para as áreas mediterrâneas já queimadas ou ameaçadas por incêndios, mas também para a Austrália, onde após os recentes fogos florestais se prevê que o aprovisionamento de água potável venha a ser ameaçado. As primeiras medições em Portugal permitiram constatar que as chamas podem atingem a impressionante temperatura de 900 graus.
março 3, 2009
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Ian Forbesda, da Universidade de Northumbria, no Reino Unido (foto: Eduardo Cesar)
Energia que vem do alto – Partindo do princípio de que, em uma hora, há mais energia solar incidindo sobre a Terra do que toda a energia consumida pelas diferentes formas de vida do planeta em um ano, o homem precisa, mais do que em qualquer outra época, encontrar melhores maneiras de captar, armazenar e usar esse grande potencial energético de forma rentável.
O raciocínio foi compartilhado pelo professor Ian Forbes, do Northumbria Photovoltaics Applications Centre da Universidade de Northumbria, no Reino Unido, com diversos especialistas em energias renováveis e mudanças climáticas presentes no segundo dia do Workshop on Physics and Chemistry of Climate Change and Entrepreneurship.
março 3, 2009

Objetivo é auxiliar comunidades carentes e atenuar impactos das mudanças climáticas no acesso aos recursos hídricos (Foto: Universidade de Ulster)
Sol para água limpa – Cientistas irlandeses estão utilizando a nanotecnologia para aprimorar um método de baixo custo para a desinfecção da água por meio da luz solar. O objetivo é minimizar os impactos das mudanças climáticas sobre a saúde humana.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1,8 milhão de pessoas – a maior parte crianças com menos de 5 anos – morrem anualmente em decorrência do consumo de água contaminada. Esse quadro deverá se agravar ainda mais com o aquecimento global, de acordo com os relatórios do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).
março 3, 2009
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Nos próximos cinco anos, pelo menos 80% dos solos dos cinco continentes deverão estar mapeados por um consórcio global.O objetivo é disponibilizar informações para que os países consigam superar os problemas enfrentados na área de solos.
A Embrapa Solos, vinculada à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vai liderar o trabalho na América do Sul e Caribe, ao lado do International Center of Tropical Agriculture (CIAT).
Segundo Maria de Lourdes Mendonça, pesquisadora da Embrapa Solos e membro do Comitê Executivo Internacional para Mapeamento Digital de Solos, o levantamento terá um alto grau de detalhamento, permitindo obter, a cada quilômetro de solo, informações voltadas às necessidades mais evidentes daquela região do globo num formato apropriado para a tomada de decisões.
março 3, 2009
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O Brasil tornou-se hoje o 38º Estado Parte do acordo da FAO para promover o cumprimento das medidas internacionais de conservação e gestão dos recursos pesqueiros em alto mar pelos navios de pesca.
Em cerimônia realizada na sede da FAO, em Roma, Itália, o ministro da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca do Brasil, Altemir Gregolin, depositou formalmente o instrumento de aceitação brasileiro.
março 3, 2009
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Em 1991, a Veracel Celulose, sob o nome Veracruz Florestal, chegou no Extremo Sul da Bahia.
Originalmente, a região, de clima úmido, era coberta por vários tipos de Mata Atlântica, atualmente devastada e substituída por cultivos, pastagens e silvicultura (monocultura de eucalipto).
Um “modelo de desenvolvimento” baseado em desmatamentos, violência, expulsão de população camponesa foi imposto para a região, facilitou o processo de implantação da monocultura de eucalipto e de fábricas de celulose no Extremo Sul do estado.
março 3, 2009
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“Atualmente, as famílias que permaneceram no litoral do município são atingidas pela ação de empresas ligadas à Alcântara Cyclone Space, binacional brasileiro-ucraniana”
[Folha de S.Paulo] Imaginada pelos militares nos anos 1980 como um “vazio demográfico”, Alcântara torna-se um problema -jurídico e fundamentalmente social- a partir da Constituição de 1988, que garantiu aos chamados remanescentes de quilombos o direito a titulação de seus territórios.
Em 2000, a Fundação Palmares reconheceu o território étnico de Alcântara, integrado por mais de 150 comunidades, onde residem e trabalham cerca de 17 mil pessoas. Vivem da pesca, da agricultura, do extrativismo. Sua economia se baseia no uso comum dos recursos, de acordo com o que a legislação nacional e a internacional reconhecem como populações tradicionais.
março 3, 2009
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A vida secreta dos ingredientes – Pegue uma embalagem de biscoito em sua cozinha e dê uma lida no rótulo. Você conhece a origem e a função de todos os ingredientes? O jornalista americano Steve Ettlinger também não sabia, mas viajou o mundo para descobrir e relatou tudo no livro Twinkie, Deconstructed (Twinkie, Desconstruído, sem edição brasileira). A ideia surgiu durante um piquenique com a família. Seu filho perguntou o que é o polissorbato 60: “Dá em árvores?” Ettlinger não soube o que responder e decidiu descobrir e compartilhar esse conhecimento com outros consumidores. Foi pesquisar a origem de todos os ingredientes do famoso bolinho recheado Twinkie, vendido há mais de 70 anos nos Estados Unidos. Em alguns casos, a origem está em refinarias de química cuja localização é protegida por leis antiterrorismo. Noutros, nas fazendas de milho e soja do Meio Oeste americano. (Ah, sim: o polissorbato 60 de certa forma dá em árvores. Trata-se de um polímero derivado de milho e óleo vegetal. É um emulsificante: faz com que a água e a gordura se combinem. No caso do Twinkie, sua função é substituir a capacidade estabilizante dos ovos e do leite, que ajudam no crescimento das massas.)
março 3, 2009
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BRUXELAS, Bélgica, 2 Mar 2009 (AFP) – Os países da União Europeia (UE) se negaram nesta segunda-feira a obrigar a Áustria e a Hungria a cultivar o milho geneticamente modificado MON 810 da multinacional americana Monsanto, como pedia a Comissão Europeia.
Apenas quatro países – Reino Unido, Holanda, Suécia e Finlândia – apoiaram a proposta de Bruxelas, que pedia aos ministros do Meio Ambiente a UE que votassem na suspensão das cláusulas de salvaguarda decididas pela Áustria e Hungria. Todos os demais países votaram contra.
março 3, 2009
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O número de áreas contaminadas no Estado de São Paulo cresceu 10% em novembro do ano passado, ante mesmo período de 2007. É o que revela o estudo divulgado hoje pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), que identificou 2.514 locais contaminados pelos mais diversos tipos de poluentes contra 2.272 áreas em 2007. Os postos de combustíveis lideram a lista elaborada pela Cetesb e representam 78% dos locais contaminados no Estado, com um total de 1.953 registros. As atividades industriais estão em segundo lugar, com 13% de participação e 337 registros. Matéria de Rita Cirne, da Agência Estado, 2 de março de 2009, 18:06.
março 3, 2009
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Curumim, Aldeia Kikretum, dos Kayapó. Foto: Antonio Cruz/ABr
Demanda de madeira, soja e etanol elimina indígenas latino-americanos – Eles sobreviveram à chegada de Colombo, às doenças da Europa, aos ditadores, à United Fruit Company e à febre da borracha. Mas as prospecções petrolíferas, as empresas madeireiras e as plantações de soja não só espantaram sua caça como a eles próprios: populações inteiras de nativos são obrigadas a viver cada vez mais longe de onde sempre estiveram.
Ainda restam na América Latina cerca de 500 povos indígenas (para eles, a palavra “tribos” soa pejorativa), com 43 milhões de membros que representam 7,6% da população do continente. Várias dezenas desses grupos nunca ouviram falar de Cristo, nem de Mozart, nem da penicilina, nem das Torres Gêmeas… A ONG Survival [Sobrevivência] calcula que existam 40 desses grupos com os quais ninguém fez contato no Brasil, cerca de 15 no Peru e um no Paraguai. É nessas comunidades de escassa ou nenhuma relação com o resto da sociedade que se podem apreciar de forma mais crua os estragos do consumismo disfarçado de progresso. Matéria de Francisco Peregil, do El País.
março 3, 2009
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Caatinga, foto de Tadeu Jankovski. Fonte: Reserva da Biosfera da Caatinga
A preocupação com o meio ambiente e com a conscientização da população acerca da necessidade de preservação da fauna e da flora nordestina levou um grupo de 15 pessoas, entre alunos, professores e pesquisadores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Universidade Federal da Paraíba (UFPB) a desenvolver um estudo nas regiões serranas do Cariri e Curimataú da Paraíba. O trabalho intitulado “Serras: Refúgios da Caatinga no Cariri Paraibano” tem por objetivo diagnosticar a realidade das serras localizadas em 22 locais do Estado, espalhados pelos municípios de São João do Cariri, Cabaceiras, Boqueirão e Arara. Matéria de João Paulo Medeiros, no Jornal da Paraíba, 01/03/2009.
março 3, 2009
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A apresentação feita pelo consórcio responsável pelo projeto de Santa Isabel não esclareceu qual seria a área do reservatório, diz o Ibama.
A região hidrográfica Tocantins-Araguaia tem uma superfície de 967 059 km² e se estende pelos estados de Goiás, Tocantins, Pará, Maranhão, Mato Grosso e Distrito Federal. Aí vivem quase 8 milhões de pessoas. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é baixo e a taxa de analfabetismo é a maior do país. Apenas 55% da população dispõem de água encanada e somente 3,2% têm esgotamento sanitário ligado à rede pública.
Outros indicadores como mortalidade infantil, subemprego e acesso à educação atingem taxas vergonhosas. Os povos indígenas estão fragilizados e apresentam dificuldades para manter e conservar suas tradições. [...]
Para acessarem à integra do post, no Blog Telma Monteiro, cliquem aqui.










