janeiro 17, 2009
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Beba água com alumínio: tim, tim..!! artigo de Ana Echevenguá
Oriente Médio: a água por detrás da guerra
Filha da líder indígena morta no Mato Grosso diz que crime foi por causa de terra
A violência contra crianças raramente é detectada e não são tomadas as devidas providências
Brasil se acomodou como exportador de mercadorias de cotação internacional, diz Gabriel Palma
Mapa do Greenpeace expõe os impactos do avanço da soja sobre a floresta no oeste do Pará
‘Os ecocéticos devem ir embora do planeta’. Entrevista com Rajendra Pachauri
México, o berço do milho contaminado por OGMs
Pesquisador diz que a preservação da Amazônia pode evitar eventos climáticos extremos no país
Os limites do capital são os limites da Terra, artigo de Leonardo Boff
Meio ambiente: o primo pobre da crise econômica? artigo de Antônio A. R. Ioris
Aquecimento Global: Ártico se aquece mais rapidamente que outros lugares
janeiro 17, 2009

No início de 2007, um condomínio de Florianópolis denunciou excesso de alumínio na água fornecida pela CASAN. A empresa construtora do prédio descobriu que a tubulação de cobre do edifício estava com problemas de corrosões. 05 exames laboratoriais, feitos ainda em 2007, confirmaram alumínio em quantidade 05 vezes maior que a permitida pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária (0,2 mg por litro)1.
Vejam bem: início de 2007.
janeiro 17, 2009

Synthesis and Assessment Product 4.2: Thresholds of Climate Change in Ecosystems
[EcoDebate] Algumas destas respostas, incluindo novos focos de insetos, incêndios florestais, redução da densidade florestal e morte de florestas, podem afetar negativamente as pessoas, bem como os ecossistemas e as suas plantas e animais.
O U.S. Geological Survey conduziu uma nova avaliação das implicações de um mundo em aquecimento e seus impactos na América do Norte. O relatório [Synthesis and Assessment Product 4.2: Thresholds of Climate Change in Ecosystems], foi encomendado pelo U.S. Climate Change Science Program.
janeiro 17, 2009
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A posse da água no Oriente Médio é definidora no permanente conflito entre árabes e judeus, situação que vem desde antes da Segunda Guerra Mundial (1939–1945) e que se tornou mais intensa depois da divisão da Palestina pela ONU em dois estados e a criação de Israel em 1947.
O problema da água permanece atual com o conflito na Faixa de Gaza entre Israel e os palestinos do grupo Hamas. E o fato da mídia pouco ou nada falar sobre isso em seu noticiário ou na parte analítica é uma das falhas mais graves da cobertura desta guerra.
janeiro 17, 2009
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A filha de índia assassinada na reserva perto de Nova Marilândia, no Mato Grosso, disse que a mãe, a líder indígena Valmireide Zoromará, foi morta a queima roupa. Kely Zoromará negou a tese de legítima defesa levantada pelos advogados de Ismael Rosa autor dos disparos.
“Isso é mentira, eles foram covardes e atiraram à queima roupa, por trás, sem chance da minha mãe se defender. E o motivo não foi o peixe que pescavam, foi a ganância do fazendeiro porque estamos aguardando que esta terra volte para nossa tribo”, disse.
janeiro 17, 2009

Emergência de hospital perde oportunidade de detectar a violência contra crianças – Os autores ressaltam, no artigo, que a subnotificação desses casos de violência representa uma lacuna grave para a saúde pública. Foto da Agência Fiocruz de Notícias.
Uma criança é levada ao serviço de emergência de um hospital devido a uma febre alta. Porém, durante o atendimento, o médico percebe queimaduras, machucados ou outros indícios de aquela criança é vitima de maus tratos. O caso é, então, notificado e encaminhado ao Conselho Tutelar, sendo a família acolhida e orientada sobre as providências necessárias. Pode parecer um procedimento simples, mas não é. Ao contrário: embora crianças vítimas de maus tratos cheguem todos os dias, pelos mais variados motivos, às emergências dos hospitais, o problema da violência raramente é detectado e não são tomadas as devidas providências. Este é o alerta feito por profissionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) em artigo recém-publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, periódico da Fiocruz.
janeiro 17, 2009

O economista chileno Gabriel Palma afirmou ontem (16/1) que o Brasil se acomodou como um mero exportador de commodities (bens agrícolas e minerais com cotação internacional) e por isso, durante os últimos 50 anos, reduziu o nível de industrialização. Em sua última participação durante o Programa Avançado Latino-Americano para o Repensamento do Macrodesenvolvimento Econômico (Laporde, na sigla em inglês), Palma disse que o país padeceu do mesmo mal de outros países latino-americanos ricos em recursos naturais e, agora, terá que criar uma séria política industrial se quiser alcançar índices de crescimento mais altos.
janeiro 17, 2009

Comunidades tradicionais de Santarém e Belterra, no oeste do Pará, lançaram hoje a bordo do navio do Greenpeace, Arctic Sunrise, um mapa inédito que expõe os impactos da produção de soja na região. Além de desmatamento, foram mapeados vários outros problemas associados à expansão desordenada da soja, como igarapés assoreados ou contaminados por agrotóxicos, acessos tradicionais bloqueados pelas plantações e desaparecimento de comunidades tradicionais. O projeto possibilitou ainda o mapeamento de 121 comunidades, algumas que nunca tinham sido incluídas em nenhum outro mapa disponível da região.
janeiro 17, 2009
Aos seus 68 anos, Rajendra Pachauri permanece à frente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU desde 2002 e dirige o Instituto de Recursos Naturais e Energia da Índia, em cujo escritório, abarrotado de prêmios e medalhas acumulados em sua longa carreira na defesa do planeta e dos mais pobres da Terra, recebeu o jornal espanhol El País. O objetivo que esse economista índiano persegue é advertir o mundo sobre “os perigos que ele corre se não deixar de abusar do planeta”, pelo qual segue uma intensa agenda internacional, especialmente desde que lhe concederam o Prêmio Nobel da Paz de 2007.
A reportagem é de Georgina Higueras, publicada no jornal El País, 12-01-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
janeiro 17, 2009

Alerta à biossegurança do milho no México: um estudo molecular realizado por pesquisadores mexicanos, norte-americanos e dinamarqueses demonstra a presença de genes provenientes de organismos geneticamente modificados (OGMs) entre as variedades de milho tradicionais cultivadas nas regiões afastadas do Estado de Oaxaca, no sul do país. E isso apesar de o governo mexicano ter mantido até agora uma moratória sobre a utilização de sementes transgênicas. A reportagem é de Joëlle Stolz e publicada no jornal francês Le Monde, 12-12-2008. A tradução é do Cepat.
janeiro 17, 2009

A preservação da Amazônia pode evitar eventos climáticos extremos no centro-sul do Brasil, por causa do papel da floresta na manutenção do equilíbrio do clima na América Latina. De acordo com o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Antonio Nobre, a floresta tem papel fundamental no equilíbrio do sistema hidrológico da região.
“No funcionamento do clima na América do Sul, a Amazônia tem um papel muito grande na exportação de umidade, por meio da atmosfera, dos ventos. As nuvens saem da Amazônia para irrigar as regiões no centro-sul da América Latina: Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, norte da Argentina. Toda essa região depende das águas que vêm da Amazônia”, apontou Nobre em entrevista à Rádio Nacional da Amazônia.
janeiro 17, 2009

Em 1961 precisávamos de metade da Terra para atender as demandas humanas. Em 1981 empatávamos: precisávamos de um Terra inteira. Em 1995 já ultrapassamos em 10% de sua capacidade de regeneração, mas era ainda suportável. Em 2008 passamos de 40% e a Terra está dando sinais inequívocos de que já não agüenta mais. Se mantivermos o crescimento do PIB mundial entre 2-3% ao ano, em 2050 vamos precisar de duas Terras, o que é impossível. A análise é de Leornado Boff, em seu artigo de estréia como colunista da Carta Maior.
[Carta Maior] Uma semana após o estouro da bolha econômico-financeira, no dia 23 de setembro, ocorreu o assim chamado Earth Overshoot Day , quer dizer, “o dia da ultrapassagem da Terra”. Grandes institutos que acompanham sistematicamente o estado da Terra anunciaram: a partir deste dia o consumo da humanidade ultrapassou em 40% a capacidade de suporte e regeneração do sistema-Terra. Traduzindo: a humanidade está consumindo um planeta inteiro e mais 40% dele que não existe. O resultado é a manifestação insofismável da insustentabilidade global da Terra e do sistema de produção e consumo imperante. Entramos no vermelho e assim não poderemos continuar porque não temos mais fundos para cobrir nossas dívidas ecológicas.
janeiro 17, 2009
[Valor Econômico] Mesmo um país tão escolado em crises e atropelos econômicos como o Brasil não convive facilmente com a perspectiva de esfriamento da atividade produtiva que se avizinha. Tudo leva a crer que os próximos anos serão marcados por taxas menores de produção, menor oferta de empregos, estagnação comercial e acirramento de conflitos. Mas as crises econômicas, uma vez devidamente respeitado o sofrimento alheio, podem suscitar oportunidades para se buscar alternativas que tornem a economia menos vulnerável no futuro. Com um pouco de sangue frio, podemos observar em retrospecto que a atual crise econômica, que começou por castigar bancos e mercados nos países mais industrializados desde meados deste ano, tem uma explicação simples, mas requererá soluções complexas. Nada poderia ser mais previsível do que o colapso dos processos de acumulação que se consolidaram desde o final da década passada, em grande medida baseados na especulação imobiliária, no oportunismo financeiro e em artificialidades cambiais. Há muito que se previa o furo da bolha e, pelo menos entre os mais lúcidos comentaristas, a questão era apenas saber quando e onde o castelo de cartas iria começar a ruir.
janeiro 17, 2009
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Past Climate Variability and Change in the Arctic and at High Latitudes
Pesquisa sintetiza estudos do clima da região e comprova crescente aquecimento provocado pelo homem
A mudança climática no Ártico está acontecendo mais rapidamente que em outros locais do hemisfério norte e espera-se que isso continue no futuro. Como resultado disso, pode-se esperar que efeitos como derretimento de geleiras, retração de calotas polares e aumento do nível do mar continuem. É o que mostra uma síntese de diversas pesquisas dos climas passados do Ártico feita pelo U.S. Geological Survey. Da Agência Estado, com informações complementares do EcoDebate.
janeiro 17, 2009
O desmatamento na região amazônica tem um impacto direto no aumento da emissão de gás carbônico na América do Sul. Reportagem mostra como a destruição da maior floresta do mundo pode influenciar o clima global. Da Agência Brasil.










