janeiro 6, 2009
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Fernanda Giannasi: pelo banimento do amianto, artigo de Luiz Salvador
Todos em guerra contra Gaia, artigo de Leonardo Boff
FAO: As mulheres sofrem os maiores impactos da produção de agrocombustíveis
Caixa só financiará empreendimentos usuários de madeira legal
Comitê Gestor garantirá funcionamento da Reserva Extrativista Marinha de Arraial do Cabo
Pesquisa encontra traços de herbicidas no Aquífero Guarani
Pesquisadores querem proteção especial ao ipê
Pesquisadores da Universidade de Coimbra descobrem alga com alto poder para produzir biodiesel
Livros recém-lançados no Brasil ressuscitam o pesadelo do holocausto nuclear
Fome, sede e escuridão castigam uma Gaza arrasada pelo fogo israelense
janeiro 6, 2009

Fernanda Giannasi é o exemplo vivo de indignação, ousadia e persistência pela preservação da vida
Pesquisas médicas indicam que o amianto ou asbesto é uma matéria-prima cancerígena para os seres humanos. O Brasil figura entre os cinco maiores produtores mundiais e usuários deste mineral fibroso, muito utilizado para confecção de telhas e caixas d’água de cimento-amianto, mais conhecidos pelas marcas líderes do setor, Brasilit e Eternit.
A brasileira Fernanda Giannasi – uma das principais expoentes na luta pelo banimento do amianto no Brasil – a fibra assassina, que tem vitimado centenas de trabalhadores em nosso País e no mundo, é detentora de diversos prêmios, no Brasil e no mundo, como reconhecimento de seu valor, como exemplo vivo de indignação, ousadia e persistência pela preservação da vida.
janeiro 6, 2009
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O cataclismo econômico-financeiro, fruto de avidez e de mentiras, esconde uma via-sacra de sofrimento para milhões de pessoas que perderam suas economias, suas casas e seus postos de trabalho. Quem fala deles? Os verdadeiros culpados se reúnem mais para salvaguardar ou corrigir o sistema que lhes garante hegemonia sobre os demais atores do que para encontrar caminhos com características de racionalidade, cooperação e compaixão para com as vitimas e para com toda a humanidade.
janeiro 6, 2009

Agrocombustível não é alimento
A expansão das plantações em grande escala- tanto de monoculturas quanto de árvores- para a produção de agrocombustíveis líquidos como o bioetanol e o biodiesel vem aumentando em muitos países do Sul, com impactos negativos sobre as pessoas e o ambiente.
Atualmente, até a FAO admite os riscos. Um relatório da FAO recentemente publicado analisa a produção de agrocombustíveis e seus impactos diferenciados por gênero, explicando que pode aumentar a marginalização das mulheres nas áreas rurais, e assim ameaçar seus meios de vida.
janeiro 6, 2009

Madeira legal certificada. Foto MMA
Entrou em vigor no último dia 1º de janeiro de 2009, o Acordo de Cooperação Técnica para Ação Madeira Legal firmado entre o Ministério do Meio Ambiente, o Ibama e a Caixa Econômica Federal para garantir o uso de madeira nativa de origem legal nos empreendimentos financiados pelo banco.
De acordo com o Coordenador Geral de Gestão dos Recursos Florestais do Ibama, José Humberto Chaves, o acordo de cooperação visa coibir o uso de madeira de origem ilegal nas obras e empreendimentos financiados pela Caixa, definir medidas para comprovar a origem legal das madeiras utilizadas nesses empreendimentos, implantar ações e procedimentos visando garantir a origem legal das madeiras utilizadas, criar uma lista das construtoras inadimplentes ou que descumprirem as regras definidas para a comprovação da origem legal da madeira nativa utilizada na construção e desenvolver ações educativas para o uso de madeira legal.
janeiro 6, 2009
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Até o final do primeiro semestre deste ano, deverá estar constituído o comitê gestor da Reserva Extrativista Marinha de Arraial do Cabo (Resex-Mar), localizada na Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro.
O comitê envolverá representantes dos governos federal, estadual e municipal, além de organizações não governamentais, acadêmicos e membros da sociedade civil, com destaque para os pescadores locais.
janeiro 6, 2009
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A cada ano a safra da cana-de-açúcar bate recordes na mesma proporção em que cresce sua importância estratégica para o País. Ao mesmo tempo, o avanço da monocultura e a mecanização da lavoura ameaçam ecossistemas como o Cerrado e a Mata Atlântica, enquanto as condições de trabalho continuam duríssimas. Acompanhar os impactos sociais, ambientais e trabalhistas deste setor é um dos objetivos do Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis, braço da ONG Repórter Brasil, que publica o relatório O Brasil dos Agrocombustíveis, Cana-de-Açúcar 2008 no dia 7 de janeiro.
janeiro 6, 2009

Área do Aquífero Guarani
“A contaminação do Aqüífero Guarani ainda não afetou a água consumida em Ribeirão Preto, mas temos de pensar no futuro.” A afirmação é da engenheira química Cristina Pasqualato, da Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp), cuja última pesquisa detectou, em amostras de água coletadas em áreas de recarga do Aqüífero Guarani, na região leste da cidade, traços de diurom e hexazinona, componentes de um herbicida usado na cultura canavieira. Matéria de Edson Álvares da Costa, da Gazeta Mercantil, 05/01/2009.
janeiro 6, 2009
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Tabebuia alba (Ipê-Amarelo)
Estudiosos da floresta comparam exploração da árvore à corrida pelo mogno. Para obter a madeira do ipê, valiosa comercialmente, novas áreas de floresta na Amazônia estão sendo destruídas por madeireiros
“O ipê é o novo mogno”. E, se não for protegido como a famosa árvore de madeira vermelha, tende a ter um fim trágico. O alerta aparece em artigo na revista científica “Biological Conservation”. Madeira nobre, o ipê (tanto sua versão amarela quanto a roxa) é considerado raro em nossas florestas tropicais e não cresce bem com luz -ou seja, após a abertura de clareiras na mata. Matéria de Afra Balazina, da Folha de S.Paulo, 05/01/2009, com informações complementares do EcoDebate.
janeiro 6, 2009
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Coimbra, 5 jan (Lusa) – Pesquisadores da Universidade de Coimbra identificaram seis microalgas com elevada capacidade para produção de biodiesel e que têm a vantagem de ser alimentadas com o dióxido de carbono (CO2) emitido pelas indústrias.
As microalgas foram selecionadas entre as cerca de quatro mil espécies existentes na Algoteca da universidade.
janeiro 6, 2009

Capa do livro “Homens do Fim do Mundo”, da Cia das Letras. Foto da Americanas.com
Apocalípticos e desintegrados – Saíram no Brasil dois livros espetaculares sobre aquilo que talvez seja a maior ameaça ao futuro da humanidade. E não, não estamos falando do efeito estufa, e sim da única invenção humana capaz de pôr fim instantâneo à civilização: a bomba atômica.
Quem acha que a ameaça de um holocausto nuclear acabou com a queda do Muro pode considerar apenas um fato: em meados deste ano, a IBM lançou o supercomputador mais rápido do mundo, o RoadRunner -não para fazer pesquisas científicas, mas para monitorar o arsenal atômico dos EUA. Melhor nem pensar na quantidade de ogivas cujo monitoramento demanda uma máquina dessas, que roda quatrilhões de operações por segundo. Matéria de Claudio Angelo, da Folha de S.Paulo, 04/01/2009.
janeiro 6, 2009
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Norte de Gaza sob bombardeio. Foto de Khalil Hamra/AP, na Folha Online
A situação humanitária é dramática na Faixa de Gaza, atacada sem intervalo há dez dias pelo fogo israelense e onde mais de um milhão de pessoas estão sem água ou eletricidade há 48 horas.
“Não há serviços públicos, nem água, nem eletricidade, nem pão, nem alimentos básicos. Os telefones não funcionam, a vida está paralisada, ninguém trabalha, e faltam remédios; o que mais é preciso para reconhecer que há um desastre humanitário?”, disse hoje à Agência Efe por telefone desde Gaza Hayat Abu Shamaleh, porta-voz da Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA). Matéria Ana Cárdenes, da Agência EFE, Jerusalém, 5 jan.










