janeiro 3, 2009
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O desafio de nossa geração, artigo de Heitor Scalambrini Costa
MTE retirou, em 2008, mais de 4,6 mil de situação análoga à de escravo
Retrospectiva 2008: mineração e pecuária lideram em denúncias por impactos na Amazônia
Pará é o campeão absoluto em trabalho escravo, grilagem e casos de malária em 2008
Sociedade civil tem o poder de reverter processos que causam danos ambientais, diz estudo da USP
‘Lula não tem visão ambiental estratégica’. Entrevista com João Paulo Capobianco
Energia Eólica: Ventos brasileiros podem atender mais de 60% do consumo de energia
Somos viciados em petróleo. Entrevista com Jeremy Rifkin
Como evitar a catástrofe climática
Cientistas estimas que 2009 será um dos anos mais quentes já registrados na história
janeiro 3, 2009

Imagem: Stockxpert
[EcoDebate] Diferente daquele extraordinário 1968, onde idéias e causas libertárias empolgavam boa parte do mundo, e no Brasil a cena dominante era a forte efervescência política questionando a ditadura militar, vivemos nos últimos anos sob a tacanha do pensamento hegemônico, o do neoliberalismo.
janeiro 3, 2009
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Aprovação da PEC do Trabalho Escravo JÁ
Balanço de 2008 mostra que foram 255 fazendas fiscalizadas em 133 operações realizadas, com R$8,2 milhões em indenizações pagas pelos exploradores
O Grupo Móvel de Fiscalização do MTE bateu em 2008 o recorde de fiscalizações de combate ao trabalho escravo, resgatando 4.634 trabalhadores em mais de 133 ações realizadas no País. O Pará ainda é o estado com maior número de ações (33), porém foi em Goiás que aconteceu o maior número de libertações, 867 no total, seguido do Pará (741); Alagoas (656); e Mata Grosso (486).
janeiro 3, 2009
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Terra do Meio (PA) – Pecuaristas retiram gado das terras que estão em área de reserva para não terem o rebanho aprendido pela operação Boi Pirata. Foto: Valter Campanato/ABr
Vale foi campeã de denúncias por práticas contrárias à preservação da floresta durante o ano. Confira as principais atividades e os escândalos envolvendo empreendimentos realizados na região em 2008
Ao longo de 2008, diversos projetos privados de atividade econômica foram efetivados no território amazônico, e alguns deles trouxeram impactos ao meio ambiente e à população local. Dentre os destaques de denúncias de desenvolvimento econômico contrário à sustentabilidade da vida na Amazônia, figuraram na mídia de 2008 empresas como as mineradoras Alcoa e MMX, essa última parte do grupo do empresário Eike Batista, bem como as companhias agropecuárias Monsanto e SLC.
janeiro 3, 2009

Blumenau (SC) – Casas no bairro Progresso. Foto: Wilson Dias/ABr
Dezenas de países foram acometidos por anomalias climáticas que resultaram em desastres de grandes proporções, ao longo de 2008: o ciclone Nargis devastou várias cidades do sudeste asiático entre abril e maio; no Caribe, em agosto e setembro, a temporada de furacões no Atlântico fez centenas de vítimas fatais; a China, por sua vez, foi atingida pelo terremoto de Sichuan, em maio, e pelo tufão Fengshen, em junho. Matéria de Guilherme Balza, do UOL Notícias.
janeiro 3, 2009
Dados divulgados durante o ano de 2008 colocam o estado do Pará como campeão de queimadas, líder em casos de malária na Amazônia e região onde se concentrou o maior número de trabalhadores em condições análogas à escravidão.
Além disso, o Pará apresentou os maiores problemas com grilagem de terras, além de ter disputado com Mato Grosso o título de campeão do desmatamento.
janeiro 3, 2009

A mobilização popular foi decisiva para a modificação do traçado da obra de construção de um poliduto (foto) que atravessaria a região de Ribeirão Preto, em São Paulo (foto: Lázaro V. Zuquete).
O povo em defesa do meio ambiente – Com os problemas ambientais na pauta das discussões políticas mundiais, os líderes dos países têm sido levados a tomar decisões para frear o aquecimento global e a destruição da camada de ozônio. Mas uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) mostra que não só os governos têm poder de mudança nas questões ambientais: a participação da sociedade pode interferir no rumo de projetos que gerem impactos no meio ambiente. Matéria de Tatiane Leal, do Ciência Hoje On-line.
janeiro 3, 2009
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Quatro das 65 florestas nacionais podem perder a condição de áreas rigorosamente protegidas por lei. Um grupo de trabalho criado pelo Ministério do Meio Ambiente propõe o “rebaixamento” das Florestas Nacionais (Flonas) de Ipanema (SP), de Restinga do Cabedelo (PB), de Caçador (SC) e do Jamanxim (PA) por não atenderem requisitos como o da autossustentabilidade. Em documento enviado ao Ministério Público Federal, o Conselho Gestor da Flona de Ipanema, em Iperó, manifestou preocupação com sua possível descaracterização. Matéria de José Maria Tomazela, do O Estado de S.Paulo, 01/01/2009.
janeiro 3, 2009
João Paulo Capobianco: ex-secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente (MMA); fora do governo desde a saída de Marina Silva do MMA, Capobianco diz que gestão Minc peca por um perigoso personalismo.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, está fazendo uma gestão “excessivamente personalista”, na qual busca a todo momento “passar a impressão de que está sendo um bom ministro”. Essa é a avaliação do ex-secretário-executivo da pasta, João Paulo Capobianco. Entrevista realizada por Herton Escobar, do O Estado de S.Paulo, 02/01/2009.
janeiro 3, 2009

Parque eólico na Califórnia, EUA, foto de arquivo
O maior potencial está no litoral nordestino, em especial do RN e CE; produção atual do País é inferior a 1%.
A brisa que refresca os banhistas nas praias do Nordeste tem um potencial econômico ainda maior do que o de atrair turistas para a região. A velocidade dos ventos que sopram por ali tem a capacidade de gerar energia elétrica suficiente para atender mais da metade da necessidade energética do Brasil. Matéria de Giovana Girardi, do O Estado de S.Paulo, 02/01/2009.
janeiro 3, 2009

Refinaria de petróleo
O economista americano diz que a crise financeira, a energética e o aquecimento global estão interligados, retroalimentam-se e não podem ter soluções separadas
Jeremy Rifkin, de 63 anos, é o consultor a quem os governantes de alguns dos principais países europeus recorrem quando o assunto é energia. Na Alemanha, ele ajudou a implantar o plano de adoção de fontes renováveis que reduziu a dependência do petróleo e do gás no país. Fez o mesmo trabalho para o primeiro-ministro espanhol, José Luis Zapatero, para o presidente francês, Nicolas Sar-kozy, e para o presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso. Autor de dezessete livros, Rifkin defende a tese de que a atual crise financeira, a crise energética e o aquecimento global estão interligados e não serão solucionados separadamente. “Eles se retroalimentam e, juntos, formam a pior das tempestades. Para sair do pântano financeiro e climático, é preciso acelerar a revolução verde”, ele diz. Rifkin deu a VEJA a seguinte entrevista. Por Gabriela Carelli, Revista VEJA, Edição 2092.
janeiro 3, 2009
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Falta incluir, no debate sobre o aquecimento da Terra, um dado essencial. As energias limpas já são uma alternativa viável. A humanidade só permanece refém dos combustíveis fósseis e nucleares porque a mudança de paradigma ameaça os interesses de mega-corporações
No que diz respeito às fontes mundial de energia, há boas e más notícias. As más? O petróleo acabará. As boas? O petróleo acabará. E não somente ele: cedo ou tarde, todas as energias fósseis terão o mesmo destino — até mesmo o urânio que alimenta as centrais nucleares. Matéria de Hermann Scheer, do Le Monde Diplomatique.
janeiro 3, 2009

O ano que vem será um dos cinco mais quentes já registrados, disseram cientistas climáticos britânicos na terça-feira.
A temperatura média mundial de 2009 deverá ficar 0,4 grau Celsius acima da média de longo prazo, apesar do resfriamento contínuo de grandes áreas do Oceano Pacífico, um fenômeno conhecido com La Niña. Portanto, seria o ano mais quente desde 2005, de acordo com os pesquisadores do Met Office, que também disseram que há uma probabilidade crescente de temperaturas recordes depois do ano que vem. Reportagem de Christina Fincher, da Agência Reuters.
janeiro 3, 2009
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Foto de corais, WWF
Os corais, que crescem em camadas anuais, registram condições ambientais do passado.
O ano no qual a humanidade deveria fechar um novo acordo contra o aquecimento global começa com uma má notícia nesse front: dados publicados nesta sexta-feira mostram que a Grande Barreira de Coral da Austrália, um dos ecossistemas mais frágeis do mundo, já está sendo afetada pelo excesso de gás carbônico na atmosfera pelo menos desde 1990 –um efeito que os cientistas só esperavam ver a partir de 2020. Matéria de Claudio Angelo, editor de Ciência da Folha de S.Paulo, com informações complementares do EcoDebate.










