dezembro 8, 2008

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NATAL: milagre da partilha, artigo de Frei Gilvander Moreira

[EcoDebate] A fome, fruto de injustiças, era problema sério na vida dos primeiros cristãos. Os quatro evangelhos relatam Jesus “multiplicando” pães para saciar a fome do povo (cf. Mt 14,13-21; Mc 6,32-44; 8,1-10; Lc 9,10-17 e Jo 6,1-13). Mateus relata que o povo faminto “vem das cidades”. As cidades, ao invés de serem espaço para o exercício de partilha e de cidadania, produzem exclusão e violência.

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dezembro 8, 2008

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Zoneamento do Vale do Itajaí poderia ter evitado tragédia

Ilhota (SC) - Vista aérea do Morro do Baú, em Ilhota-SC. Foto: Wilson Dias/Abr
Ilhota (SC) – Vista aérea do Morro do Baú, em Ilhota-SC. Foto: Wilson Dias/Abr

Um diagnóstico sócio-ambiental e o conseqüente zoneamento da região, inseridos nos planos diretores dos municípios catarinenses, poderiam ter evitado a tragédia vivida pelo estado nas duas últimas semanas.

A avaliação é da coordenadora do Programa de Mestrado Profissional em Gestão de Políticas Públicas da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), Adriana Rossetto.

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dezembro 8, 2008

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Tragédia em SC: ‘Um evento dessa ordem confirma aquilo que o famoso relatório do IPCC aponta’. Entrevista especial com Wagner Costa Ribeiro

Ilhota (SC) - Vista aérea do Morro do Baú, em Ilhota-SC. Foto: Wilson Dias/Abr
Ilhota (SC) – Vista aérea do Morro do Baú, em Ilhota-SC. Foto: Wilson Dias/Abr

Uma conseqüência das moradias inadequadas. É essa a conclusão do professor Wagner Costa Ribeiro para a tragédia que ocorreu há dois finais de semana em Santa Catarina. Chuvas intensas e localizadas são previsíveis nesta época do ano, mas, quando se vive em morros com até 70 graus de inclinação, as conseqüências tendem a ser maiores do que apenas uma enchente. “Esse tipo de relevo não é indicado para ocupação humana, ainda que seja, em alguns casos, ocupado até por casas e condomínios de luxo. O tipo de solo nessa região é mais sujeito à erosão. Por conta do substrato rochoso dessa região, ele assimila mais a água. Quando você retira a cobertura vegetal, o solo fica exposto, ou seja, a chuva vem forte, não há árvores e, com isso, a velocidade com que a água penetra no solo acaba sendo maior”, revelou o professor na entrevista que concedeu à IHU On-Line por telefone.

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dezembro 8, 2008

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Embrapa estuda mandioca apta para produzir etanol na Amazônia

admin

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Raiz de mandioca açucarada, em exposição de produtos que a Embrapa usa para produzir biocombustivel. Foto de José Cruz/ABrRaiz de mandioca açucarada, em exposição de produtos que a Embrapa usa para produzir biocombustivel. Foto de José Cruz/ABr

O Brasil já é mundialmente conhecido pela produção de etanol a partir da cana-de-açúcar. Agora, pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estudam uma nova fonte de produção de álcool combustível: a mandioca açucarada.

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dezembro 8, 2008

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Rios acidificados pelas mudanças climáticas, por Henrique Cortez

As mudanças climáticas estão impedindo que os rio se recuperem dos efeitos da chuva ácida, que vem diminuindo em razão da redução de emissões e da utilização de novas tecnologias. As mudanças climáticas, no entanto, estão compensando negativamente a redução das chuvas ácidas. É o que afirmam pesquisadores da Universidade de Cardiff, Reino Unido.

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dezembro 8, 2008

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floresta zero Idiotia ruralista, artigo de Marcelo Leite

Desmatamento na Amazônia, em foto de arquivo MMA
Desmatamento na Amazônia, em foto de arquivo MMA

Manobra do Ministério da Agricultura visa desfigurar o Código Florestal

[Folha de S.Paulo] Idiotia é uma forma de retardo grave. Com alguma licença, o termo pode ser aplicado à mais recente manobra do Ministério da Agricultura, em conluio com a Frente Parlamentar da Agropecuária (vulgo bancada ruralista do Congresso Nacional), para desfigurar o Código Florestal. Por qualquer ângulo que se considere, ela é atrasada e retrógrada.

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dezembro 8, 2008

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O clima ainda em compasso de espera, artigo de Washington Novaes

[O Estado de S.Paulo] Estas linhas são escritas ainda sob o impacto das notícias sobre o mais grave desastre climático em Santa Catarina, problemas da mesma ordem nos Estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro e com centenas de municípios do Nordeste em estado de emergência por causa da seca – no mesmo momento em que pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais, da Embrapa e da Fiocruz prevêem (Estado, 26/11) que as mudanças no clima nas próximas décadas podem agravar a situação no Semi-Árido, com perdas superiores a 60% nas áreas aptas para a agricultura em vários Estados. E tudo isso acontece no mesmo momento em que 192 países discutem em Poznan, na Polônia, caminhos para novo acordo que permita reduzir no mundo as emissões de gases que intensificam o efeito estufa.

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dezembro 8, 2008

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Amazônia, clima e Itajaí, artigo de José Goldemberg


Luiz Alves (SC) – Casa destruída por deslizamento de terra causado pelos temporais que atingiram o município no Vale do Itajaí, em Santa Catarina Foto: Wilson Dias/ABr

[Correio Braziliense] Não há evidencia direta de que o dilúvio que se abateu sobre Santa Catarina seja devido ao desmatamento da Amazônia, mas o que se sabe é que uma das primeiras evidências do aquecimento global é o aumento dos eventos climáticos extremos, como inundações, tufões e secas. A razão para tal é que o aquecimento da atmosfera provoca movimentos de grandes massas de ar necessárias para dissipar a energia adicional da atmosfera, como os que se podem ver numa panela com água que é aquecida num fogão.

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dezembro 8, 2008

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Decisão do STF sobre a reserva Raposa Serra do Sol vai definir o futuro dos povos indígenas no País


Imagem da Agência Estado

Entrevista com Manuela Carneiro da Cunha; antropóloga, professora titular da Universidade de Chicago

Nas mãos do Supremo – Na quarta-feira, 10 de dezembro, data em que se comemoram os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, o Supremo Tribunal Federal (STF) vai retomar uma sessão decisiva para o futuro dos povos indígenas no Brasil. Caberá à corte confirmar ou não a demarcação em faixa contínua da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, tal como pensada pelo governo Fernando Henrique Cardoso e homologada por Luiz Inácio Lula da Silva.

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dezembro 8, 2008

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Desmatamento em área de manancial prejudica o abastecimento de água em São Francisco Xavier, SP

admin


Cachoeira das Couves, no Rio das Couves, em São Francisco Xavier, SP. Foto do sítio http://www.saofranciscoxavier.org.br

Sabesp tenta tratar água suja, mas moradores reclamam de “gosto de cloro” e dizem ter perdido sua “maior riqueza”. Problema é atribuído a desmate em fazenda por onde passa rio que abastece distrito turístico da região de São José dos Campos.

Primeiro, a água saiu escura, quase negra. Depois, nenhuma gota nas torneiras. Gisele Fátima França, 27, não teve escolha: fechou seu restaurante e contabilizou os prejuízos. Foram dois dias de espera até que o abastecimento se normalizasse e a água voltasse a ter a aparência cristalina típica das nascentes da serra da Mantiqueira. Por José Ernesto Credendio, da Reportagem local e Mariana Barros, enviada a São Francisco Xavier, da Folha de S.Paulo, 07/12/2008.

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dezembro 8, 2008

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Perdas no sistema de distribuição desperdiçam metade da água tratada de Natal

Essencial à vida e fundamental para a manutenção da biodiversidade, a água é hoje o centro de debates entre ambientalistas, governistas e organizações internacionais. Antes considerada um recurso renovável, já se sabe que a água será motivo de conflitos internacionais no século 21. O Brasil é o país mais rico em água no mundo, com 13,7% dos recursos hídricos, mas não tem preservado essa riqueza. Em média 40% da água tratada é perdida no percurso desde a fonte até as residências. Em Natal, o índice de perdas chega a 50%, segundo dados da própria Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern). O problema é causado principalmente pela desafagem da atual rede de distribuição. Matéria de Patrícia Britto, do Diário de Natal, RN, 07/12/2008.

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dezembro 8, 2008

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A megacidade de São Paulo exporta lixo para cidades vizinhas

admin

A macrometrópole e megacidade de São Paulo, com seus mais de 11 milhões de habitantes e 6,2 milhões de veículos, é também uma “macro-mega” produtora de lixo. Estima-se que cada paulistano jogue fora aproximadamente 900 gramas por dia. Parece pouco, se comparado ao americano, que produz 2,5 kg. Mas a soma disso, 15 mil toneladas por dia, resulta em montanhas de lixo, como a que se formou no aterro São João, em São Mateus, na zona leste da capital, que atingiu 155 metros – altura equivalente a um prédio de 40 andares – e desmoronou em agosto do ano passado.

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dezembro 8, 2008

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ONGs apontam formas de trabalho escravagistas também na Europa de hoje


Faxineira em casa alemã: condições de trabalho nem sempre dignas

As razões estão na globalização, acreditam pesquisadores

Será a escravidão moderna o preço da globalização? Uma das evoluções da história dos direitos humanos foi a abolição, pelo menos oficial, da escravatura em todo o mundo. O artigo 23 da Declaração Geral dos Direitos Humanos diz que toda pessoa tem direito a trabalhar sob condições dignas.

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dezembro 8, 2008

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Redução das Emissões por Desmatamento (RED): Entidades ambientalistas têm conclusões opostas

Floresta Amazônica, em foto de arquivo MMA
Floresta Amazônica, em foto de arquivo MMA

Dois relatórios de entidades ambientalistas têm conclusões opostas sobre benefício de mitigar clima cortando desmatamento.Um dos documentos diz que gerar créditos de carbono por floresta em pé premia poluidor; outro, que é única forma de manter as matas. Por Pedro Dias Leite, na Folha de S.Paulo, 06/12/2008.

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dezembro 8, 2008

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Fundo da ONU para adaptação climática está quase sem dinheiro

(REUTERS) POZNAN, POLÔNIA – O principal fundo da ONU para ajudar nações pobres a se adaptarem a mudanças climáticas está com tão pouco dinheiro que não poderá realizar reuniões no ano que vem, disse o chefe de seu conselho diretor neste sábado.

Richard Muyungi, um funcionário do governo da Tanzânia que preside o Conselho de Adaptação do Fundo, disse à Reuters à margem das conversações da ONU sobre clima, que se realizam de 1 a 12 de dezembro, em Poznan, que os doadores têm de pagar vários milhões de dólares com urgência apenas para manter o fundo funcionando.

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