outubro 9, 2008
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Minc volta a afirmar que Amazônia e Pantanal não terão cana-de-açúcar
Minc diz que área para plantio de cana-de-açúcar terá mais 7 milhões de hectares
Decreto de crimes ambientais amplia prazo para averbação de reservas legais
Nota do EcoDebate sobre a expansão da área de plantio de cana-de-açúcar
Estudo indica a relação entre pesticidas e tumores cerebrais em mulheres
A maioria das geleiras do Alasca está se retraindo
Artigo sugere utilização indiscriminada e irracional de anorexígenos em Belo Horizonte
Toxina extraída do veneno da jararaca é capaz de inibir a metástase do melanoma
Auto-engano, artigo de Danilo Pretti Di Giorgi
A crise das ONGs e das políticas sociais, artigo de Paul Singer
enxofre no diesel: Mesmo em motor velho, diesel S50 baixa poluição
No Brasil, só 1% tem acesso à vacina anti-HPV
outubro 9, 2008
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O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, o presidente da comissão, senador Neuto de Conto (PMDB-SC), o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o senador Gilberto Goellner (DEM-MT), durante audiência pública na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Foto: Antonio Cruz/ABr
Amazônia e o Pantanal Matogrossense estão fora do zoneamento ecológico e econômico para o plantio da cana-de-açúcar. A afirmação é do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, acrescentando que os estudos para a definição das áreas passíveis de plantio para posterior exploração de etanol estão em fase final de elaboração.
outubro 9, 2008
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Os ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e do Meio Ambiente, Carlos Minc, conversam durante audiência pública na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Foto: Antonio Cruz/ABr
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse ontem (9) que a área autorizada para plantio de cana-de-açúcar será ampliada em 7 milhões de hectares. Para isso, os plantadores receberão incentivos. Entretanto, a fiscalização também será aumentada. Segundo ele, haverá parceria entre estados e a União, além do maior monitoramento por satélite.
outubro 9, 2008
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Os ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e do Meio Ambiente, Carlos Minc, conversam durante audiência pública na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Foto: Antonio Cruz/ABr
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou nesta quarta-feira (8), durante audiência pública na Comissão de Agricultura do Senado Federal, que estará concluída até amanhã a proposta de revisão do Decreto 6.514/2008, que regulamenta a Lei de Crimes Ambientais. A construção do novo texto foi construída conjuntamente por quatro ministérios – Meio Ambiente, Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Justiça – representantes dos secretários estaduais e municipais de Meio Ambiente e frentes ambientalistas. O grupo analisou as sugestões apresentadas aos ruralistas e que foram parcialmente assimiladas no novo texto que será submetido ao presidente Lula. Texto de Lucia Leão, ASCOM MMA, 08/10/2008.
outubro 9, 2008
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O ministro Minc diz que a área autorizada para plantio de cana-de-açúcar será ampliada em 7 milhões de hectares, mas que a Amazônia e o Pantanal Matogrossense estão fora do zoneamento ecológico e econômico para o plantio da cana-de-açúcar e que a expansão não reduzirá a área destinada ao plantio de alimentos.
Essa é uma boa notícia, mas, só por curiosidade, o plantio será ampliado em 7 milhões de hectares onde?
Henrique Cortez, henriquecortez@ecodebate.com.br
coordenador do EcoDebate
outubro 9, 2008
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outubro 9, 2008
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Mulheres que são regularmente expostas a pesticidas no trabalho possuem duas vezes mais chances de desenvolver uma forma comum de câncer no cérebro, de acordo com estudo realizado por pesquisadores do National Cancer Institute e publicado no American Journal of Epidemiology. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.
outubro 9, 2008
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A maioria das geleiras no Alasca está experimentando recuo significativo, especialmente as geleiras em altitudes mais baixas, de acordo com um novo relatório publicado pelo US Geological Survey http://www.usgs.gov/. Algumas destas geleiras começaram a retrair ainda no início do século 18. No entanto, mais de 99 por cento das grandes geleiras do Alasca estão recuando e algumas poucas estão avançando. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.
outubro 9, 2008

Em relação à distribuição do consumo dos medicamentos anorexígenos por gênero, as mulheres predominaram em 88% dos casos (Foto: Prefeitura de Juiz de Fora)
O tratamento farmacológico contra a obesidade é indicado a pessoas que apresentam doenças associadas ao excesso de peso e que não obtiveram êxito em sua redução somente com dieta, atividade física e modificações comportamentais. No entanto, as drogas anorexígenas estão entre os medicamentos mais vendidos no Brasil, tendo sido registrado um aumento 500% no consumo desde 1998. A procura elevada por anorexígenos e os inconvenientes resultantes de seu uso motivaram pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) a fazer um estudo sobre a prescrição e dispensação dos medicamentos em Belo Horizonte, avaliando o perfil de consumo na cidade.
outubro 9, 2008
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Cientistas do Laboratório de Genética do Instituto Butantan estão testando os efeitos da jararagina, uma toxina presente no veneno da jararaca (Bothrops jararaca) para tratar o melanoma, a forma mais agressiva de câncer de pele. De acordo com a coordenadora dos estudos, Itamar Romano Garcia Ruiz, os resultados obtidos até agora são promissores.
Segundo ela, a literatura científica internacional indica que toxinas presentes em diversos organismos são eficientes para diminuir a proliferação de células tumorais in vivo e in vitro. Isso levou o grupo, que trabalha com a genética do câncer desde 1996, a investigar os efeitos da toxina da jararaca sobre tecidos cancerosos.
outubro 9, 2008

Um eclético grupo de ambientalistas, empresários, indígenas e executivos do Banco Mundial (Bird) apontam a maior falha da vedete atual nas discussões internacionais sobre mudanças climáticas e florestas, o REDD, e sugerem sua correção. A sigla se refere à Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação, um mecanismo financeiro que poderá garantir recursos para quem desmatou no passado, mas vem conseguindo reduzir a taxa de derrubada de florestas – diminuindo, assim, a emissão de gases-estufa na atmosfera. O problema é que é preciso que existam recursos que recompensem também países e comunidades que já estão preservando, fazendo manejo sustentável e até expandindo suas florestas. Por Daniela Chiaretti, de São Paulo, do Valor Econômico, 08/10/2008.
outubro 9, 2008
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[Correio da Cidadania] Os estudiosos da mente humana já nos alertaram muitas vezes para a perigosa armadilha do auto-engano, que ocorre em maior ou menor grau com todos nós. Da profunda sabedoria dos ditos populares temos “o pior cego é o que não quer ver”. Nas poesias de Renato Russo é possível garimpar que “mentir para si mesmo é sempre a pior mentira”.
outubro 9, 2008
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Há mais de um ano as relações entre o Estado brasileiro e as organizações não-governamentais estão em estado quase catatônico, devido a um enrijecimento crescente dos controles de convênios que regem as parcerias entre ambos.
[Folha de S.Paulo] As causas desse enrijecimento são múltiplas. O número de ONGs vem crescendo cada vez mais depressa, conforme os censos do IBGE das Fasfil (fundações e associações sem fins lucrativos): em 1996, havia 107.332 no Brasil; em 2002, elas passaram a ser 275.895; em 2005 (último censo), eram 338.162. Se o ritmo de crescimento do último triênio meramente se manteve, o número de ONGs deve neste ano andar por volta de 416 mil.
outubro 9, 2008
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Relatório do governo, de janeiro, aponta redução de 40% da emissão de material particulado
Veículos velhos alimentados com diesel mais limpo, com menos enxofre, contribuem com a melhoria da qualidade do ar, indica um documento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Datado de 9 de janeiro deste ano, ele aponta a vantagem ambiental ao discorrer sobre a comercialização do diesel com 50 partes de enxofre por milhão (ppm), chamado de S50, nas regiões metropolitanas em 2009. Por Cristina Amorim, do O Estado de S.Paulo, 08/10/2008.
outubro 9, 2008
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Preço da dose varia de R$ 216 a R$ 446 em clínicas particulares
A primeira das duas vacinas existentes no mercado contra o HPV – vírus causador do câncer de colo de útero – chegou ao Brasil em 2006. Apesar de reconhecidamente eficaz, a imunização não atinge hoje 1% da população. Motivo: o preço de cada dose, que pode variar de R$ 216 a R$ 446 nas clínicas particulares. A recomendação é que sejam feitas três aplicações, o que pode elevar o custo para mais de R$ 1 mil. Por Emilio Sant’Anna, no O Estado de S.Paulo, 07/10/2008.
outubro 9, 2008

Foto: trânsito em Los Angeles, foto do New York Times
George Monbiot, no Guardian de 7 de Outubro: “Não contente com já ter sabotado uma série de inovações amigas do ambiente, a indústria automóvel europeia exige agora biliões de euros para reduzir as emissões dos seus veículos.
Para acessar a íntegra do post no Blog Ondas3, Portugal, clique aqui










