outubro 4, 2008
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Os licenciamentos ambientais de mentirinha, por Henrique Cortez
Novo colapso na pesca brasileira de sardinha
Onde a vaca vai, o desmatamento na Amazônia vai atrás
Papeleira Suzano prepara instalação de unidade no Maranhão
Cientistas defendem políticas sustentáveis para os biocombustíveis
Minc diz que projetos da reforma agrária precisam ser melhorados e elogia lista do Ibama
A polêmica sobre o ranking do desmatamento na Amazônia
Bairro de São Gonçalo à margem da Baía de Guanabara sofre com a sujeira
O dia em que a terra disse basta! artigo de Wilson Aparecido Lopes
outubro 4, 2008
O título deste artigo é menos absurdo do que pode parecer à primeira vista. Nos últimos anos, estão cada vez mais freqüentes as denúncias de EIA-RIMAs tecnicamente inconsistentes ou fraudulentamente produzidos. E isto é um problema extremamente sério.
Para compreender, de forma sintética, o que são e para que servem os EIA-RIMAs recomendamos a leitura das informações em http://www.geofiscal.eng.br/eia.htm , que serão muito úteis aos leitores.
Voltando à questão principal, já é evidente que surgiu uma indústria de EIA-RIMAs pré-fabricados apenas e tão somente para atender às exigências legais mínimas. A cada dia surgem novos questionamentos sobre a veracidade destes estudos.
outubro 4, 2008
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Sardinhas, imagem da Wikipédia
O Comitê de Gestão do Uso Sustentável de Sardinhas se reuniu nos dias 29 e 30 de setembro para avaliar proposta encaminhada pelos cientistas sobre uma possível moratória de 20 meses (paralisação) na pesca de sardinhas no Brasil, podendo ser prorrogada conforme avaliação, a partir do início do defeso em 12 de novembro de 2008.
outubro 4, 2008
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[Greenpeace] Devastação da floresta em agosto foi três vezes maior em comparação ao mesmo mês de 2007, segundo dados do Inpe. Pecuária é a principal atividade econômica nos municípios que mais desmataram.
Após a queda registrada no mês de julho, o desmatamento da floresta amazônica voltou a subir em agosto, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Segundo dados do sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), 756,7 quilômetros quadrados de floresta foram destruídos no período – índice três vezes maior do que o registrado em agosto de 2007, de 230 quilômetros quadrados.
outubro 4, 2008
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[MST] Movimentos sociais já se preocupam. Pois será mais um empreendimento que contribuirá para tornar a realidade da agricultura familiar no Estado ainda mais difícil: mais um grande projeto que se soma a outros tantos instalados na região, ameaçando a soberania de famílias de agricultures, não gerando renda e nem empregos.
outubro 4, 2008

Switchgrass. Foto de Alex Turco, Purdue University
Em artigo na Science, 23 especialistas de diversos países, entre os quais o Brasil, destacam a importância de normas e políticas para a produção de combustíveis a partir da celulose, de modo a evitar problemas ambientais e econômicos (Science)
Agência FAPESP – “Sistemas de produção sustentável de biocombustíveis poderão ter um papel altamente positivo na mitigação das mudanças climáticas, na melhoria da qualidade do ambiente e no fortalecimento da economia mundial, mas, para que isso ocorra, serão necessárias muitas pesquisas e políticas com sólida base científica.”
outubro 4, 2008

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. Foto: Marcello Casal Jr./ABr
Minc critica modelo de assentamentos – Antes do prazo de 20 dias estabelecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que a lista com os 100 maiores desmatadores da Amazônia seja auditada, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, voltou, ontem, a atacar os projetos de reforma agrária e apontá-los como devastadores de florestas na Região Norte. Ele classificou o atual modelo de assentamento como “atrasado” e sem sustentabilidade ambiental. “Estou convencido de que o modelo tem que mudar. Quando a gente faz crítica e diz que a reforma agrária tem que ser mais sustentável, não é para jogar contra, é para jogar a favor de um modelo ecológico”, argumentou Minc. Leonel Rocha, Da equipe do Correio Braziliense, 03/10/2008.
outubro 4, 2008
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Os ministros do Meio Ambiente, Carlos Minc, e do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, e o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Rolf Hackbart. Foto: Marcello Casal Jr./ABr
Cassel afirma que “quando o ministro não lê e não checa [os dados], a chance de erro é muito grande. A lista está errada, esse é o problema”
Em entrevista ontem à Folha, o ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) rebateu a afirmação de seu colega Carlos Minc (Meio Ambiente) de que a lista que inclui assentamentos da reforma agrária no topo dos desmatadores não será revista: “A lista está errada, esse é o problema. Por Eduardo Scolese, da Folha de S.Paulo, 03/10/2008.
outubro 4, 2008
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Após divulgar documento que incluiu o Incra no ranking dos maiores responsáveis pelo desmatamento na Amazônia, ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc admite que “pode ter havido uma certa injustiça” e admite revisão do levantamento. Indignado, o presidente do Incra, Rolf Hackbart reagiu dizedo que o maior desmatador do Brasil é o modelo econômico da agricultura e da pecuária.
outubro 4, 2008

Descaso que derrama lixo e esgoto na porta de casa – O problema de esgoto na Baía de Guanabara é um assunto antigo que, para os moradores de São Gonçalo, reflete a má vontade do poder público e o gasto indevido do dinheiro arrecadado com os impostos pagos pela população.
Os moradores da enseada da Praia das Pedrinhas, onde fica o parque ecológico de mesmo nome e o Piscinão de São Gonçalo, acusam a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae) de negligência. De acordo com a população local, a ETE abriga uma sede do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG) que está desativada. Da redação, Jornal do Brasil, 03/10/2008.
outubro 4, 2008
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outubro 4, 2008

[Correio da Cidadania] Desde que a humanidade resolveu colocar o dinheiro no centro das atenções humanas, voltando-se para ele em sublime adoração e louvor como a um deus desejoso de ser cultuado, venerado e adorado, a avareza passou a imperar sobre todos os valores e princípios humanos. Daí pra frente, à solidariedade foi se definhando e hoje se encontra agonizando na UTI do assistencialismo, resvalando-se para o estado terminal da esmola. A vida perdeu o sentido, ou melhor, foi transferida para o mercado, que hoje, diga-se de passagem, goza de redobrada atenção ao menor resfriado. A Terra grita e os pobres clamam em meio à fome e a miséria, mas o mercado não lhes ouve.











