setembro 8, 2008
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Grito dos/as Excluídos/as na Grande Belo Horizonte, por Frei Gilvander Moreira
Desmatamento anual vai ser 6% menor que em 2007, estima Imazon
Minc quer propor ao Conama nova resolução sobre enxofre no diesel
Holanda se prepara para a elevação do nível do mar
trabalho escravo: Em 13 anos, foram libertados 30.687 trabalhadores em 2 mil fazendas
Cana atinge 70% da lavoura paulista e governo barra expansão
aquecimento global: ‘Comam menos carne’, diz principal cientista da ONU
Os riscos do clima para cada setor, artigo de Washington Novaes
teor de enxofre no diesel: Sem acordo, artigo de Míriam Leitão
A ressurreição da floresta, artigo de Fernando Reinach
Conheça os detalhes das falhas no licenciamento das Hidrelétricas do rio Madeira
Seminário ‘Mercados Mundiais de Carbono: Questões Estratégicas’
setembro 8, 2008
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setembro 8, 2008
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A taxa de desmatamento da Amazônia em 2008 deverá ser semelhante à devastação registrada em 2007, de 11,2 mil quilômetros quadrados. A aposta é do pesquisador da organização não-governamental Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Adalberto Veríssimo, diante do levantamento mais recente do desmatamento na região, divulgado no dia 5/9 pela ONG. Por Luana Lourenço, da Agência Brasil.
setembro 8, 2008
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Depois de pelo menos duas rodadas polêmicas de negociação com representantes da indústria automobilística e de combustíveis, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, levará na próxima quarta-feira (10) ao Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) uma proposta de nova resolução para regulamentar a porcentagem de enxofre no diesel brasileiro. Por Luana Lourenço, da Agência Brasil.
A Resolução 315 do Conama, assinada em 2002, impõe um limite de 50 partes por milhão (ppm) de enxofre para o diesel (S50) e deveria entrar em vigor em janeiro de 2009. Atualmente, a concentração no diesel brasileiro é de 500 ppm nas regiões metropolitanas e de 2.000 ppm nas áreas rurais. Na Europa, essa concentração é de 10 ppm e nos Estados Unidos, 15 ppm.
setembro 8, 2008
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A Holanda deve gastar mais de 100 bilhões de euros (R$ 248 bilhões) para preparar diques e proteções costeiras contra a elevação do nível do mar, em razão do aquecimento global. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate, com Agências.
setembro 8, 2008
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Poucas prisões no país. No Rio de Janeiro, há dois aliciadores presos
Foram exatamente 30.687 trabalhadores resgatados no Brasil por estarem submetidos a condições de trabalho análogas às de escravo, de 1995 a fins de agosto deste ano, em 2.012 fazendas. Somente este ano, o Grupo Móvel de Fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego libertou 2.920 pessoas. No período, pagouse R$ 44 milhões de indenizações trabalhistas. Segundo Marcelo Campos, coordenador do grupo, tradicionalmente o setor agropecuário desponta com grande número de libertações: – Este ano, diante do avanço do etanol e da importância que o combustível tomou no Brasil e no mundo, resolvemos fazer uma ação planejada de fiscalização. Quando um setor econômico cresce muito rápido pode ter baixa preocupação com o trabalhador. Cássia Almeida, do O Globo, 07/09/2008.
setembro 8, 2008
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No dia 18 entram em vigor regras mais rigorosas para a liberação de novas usinas e ampliação das já existentes
Preocupado com o forte avanço da cana-de-açúcar, o governo de São Paulo promete endurecer as regras para instalação de novas usinas ou ampliação das já existentes. Levantamento das Secretarias do Meio Ambiente e da Agricultura, que vai mapear as regiões com restrições à expansão da atividade, deverá ser concluído até o dia 18, quando entram em vigor as novas regras. Leia reportagem completa na edição deste domingo do Estado. Marcelo Rehder, de O Estado de S. Paulo, 06/09/2008.
setembro 8, 2008
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ONU diz que produção de carne lança mais gases que transporte
As pessoas deveriam considerar comer menos carne como uma forma de combater o aquecimento global, segundo o principal cientista climático da Organização das Nações Unidas (ONU). Rajendra Pachauri, que preside o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), fará a sugestão em um discurso em Londres na noite desta segunda-feira. Por Richard Black, Repórter de Meio Ambiente da BBC News.
setembro 8, 2008
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“Não obstante a implementação de variadas políticas públicas e práticas missionárias, ao longo do século XX, voltadas para a integração dos indígenas à sociedade e à cultura nacionais, os guaranis mantêm-se irredutíveis em seus valores e estilos de vida, com organização social, cultural e territorial específicas. A situação atual de restrição espacial violenta profundamente tais especificidades”.
[O Estado de S.Paulo] A recente publicação, pela Fundação Nacional do Índio (Funai), de seis portarias com o escopo de iniciar estudos para identificar e delimitar terras tradicionalmente ocupadas pelos guaranis-caiovás e guaranis-nhandevas no Estado de Mato Grosso do Sul (MS) tem provocado clamor e mobilizado a mídia local e nacional, assim como o meio político e o empresariado rural. A reação vem alcançando níveis preocupantes de intolerância, a ponto de produzir um clima de grande hostilidade. Os antropólogos que vão realizar os trabalhos têm sido objeto de injúrias e intimidações.
setembro 8, 2008
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[O Estado de S.Paulo] Enquanto em Acra (Gana), na África, se discutia, em mais uma reunião da Convenção do Clima, como chegar a um acordo que permita reduzir em pelo menos 50% as emissões de gases que intensificam o efeito estufa – principalmente no uso de combustíveis como o petróleo, o carvão mineral e o gás -, no Brasil ocupavam páginas e páginas dos jornais os debates sobre quem terá direito às vultosas receitas que se espera obter com a exploração do petróleo descoberto na camada pré-sal, como é chamada. Sem nenhuma palavra sobre os cenários para o petróleo nos próximos anos e décadas, em função do seu papel nas mudanças climáticas. E com grande parte das opiniões dando como favas contadas que o Brasil se tornará grande exportador de petróleo – sem levar em conta possíveis restrições globais.
setembro 8, 2008
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[O Globo] A partir do dia 1º de janeiro de 2009, não sairão ônibus e caminhões das fábricas brasileiras e a Petrobras terá de importar diesel. Culpa da ANP, da Petrobras e das montadoras, que ignoraram a resolução do Conama do diesel limpo. O ministro Carlos Minc garantiu que não vai propor o adiamento da resolução. O Ministério Público está processando a Petrobras, as montadoras, a ANP e o Ibama.
setembro 8, 2008
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[Folha de S.Paulo] Os sem-marmita – Diz-se que a época moderna teve início no século 16. Os critérios utilizados variam entre a afirmação do indivíduo e a expansão do comércio, passando por invenções, outros mares e uma nova relação entre os homens e Deus. Agrada-me mais quem encontra algumas de suas mais férteis sementes 200 anos antes, regadas por uma insidiosa inflação que, como a de hoje, a todos inquietava.
setembro 8, 2008
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Natureza tem a capacidade de encolher, desaparecer e renascer
[O Estado de S.Paulo] A maioria das pessoas associa a destruição de um ecossistema à morte de um ser vivo. Tal como um ser vivo não volta do mundo dos mortos, imaginamos que ecossistemas devastados jamais retornarão ao seu estado original. Isso é um engano, resultado da miopia temporal de um ser vivo cuja vida dificilmente passa de 100 anos.
setembro 8, 2008
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Nos próximos dias 10, 11 e 12 de Setembro de 2008, o licenciamento das hidrelétricas Santo Antônio e Jirau estará sendo questionado na 91a Reunião CONAMA e, paralelamente, em Antígua, na Guatemala, acontecerá o julgamento do caso Madeira, no Tribunal Latinoamericano da Água.
Os principais documentos sobre as hidrelétricas do Madeira estão disponíveis para download.
Para acessarem a íntegra do post no Blog Telma Monteiro cliquem aqui
setembro 8, 2008
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O Mercado de Carbono passa por um momento interessante, na medida em que os preços das Reduções Certificadas de Emissões têm apresentado valorização no mercado internacional e há várias discussões sobre o que deverá acontecer com o Protocolo de Kyoto no futuro, bem como qual será a posição do novo Governo Americano quanto à questão das mudanças climáticas. Veja mais informações no programa a seguir.
O público-alvo é composto por associados e demais contatos da Câmara Britânica, companhias, membros governamentais, ONG’s, instituições financeiras, universidades, centros de pesquisas, profissionais e o público em geral interessado nas energias renováveis e no desenvolvimento auto-sustentável.










