setembro 5, 2008
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Programa apoiado pelo governo francês compara favelas do Brasil e da Índia
Leitura recomendada: Novos desafios dos movimentos sociais
Veracel rebate acusações creditadas ao Ministério Público Estadual de Eunápolis-BA
Estudo afirma que o aquecimento global aumenta a força de ciclones tropicais
Descongelamento do permafrost pode liberar dobro da quantidade de carbono na atmosfera
Pesquisas avaliam contaminação por mercúrio no Canadá e nos EUA
Licença da usina de Jirau será ‘blindada’, afirma Minc
consumismo: Atual matriz de produção pode levar a colapso
‘Minhocasa’: Sistema doméstico de compostagem converte resíduo orgânico em fertilizante
Famílias gastam mais com saúde do que o poder público
Agências norte-americanas discordam sobre os riscos do bisfenol A (BPA) em plásticos
setembro 5, 2008
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Como muitas pessoas que estarão lendo isto talvez não sejam, como nós também não somos, leitores costumeiros da revista VEJA, possivelmente não terão tomado conta de imediato de uma recente reportagem publicada entre as páginas 72 e 87 do número 33 da edição 2074 correspondente a 20 de agosto de 2008. A reportagem tem este nome: “você sabe o que estão ensinando a ele?” Escrita a partir de uma pesquisa com a pressa e as lacunas que de modo geral acompanham tais procedimentos em nossa mídia, a reportagem trás, no entanto, alguns dados oportunos e algumas idéias e críticas bastante sugestivas.
setembro 5, 2008
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Um grupo internacional organizado por pesquisadores da França está fazendo um amplo estudo comparativo sobre os processos envolvidos com a urbanização e a regularização fundiária em favelas no Brasil e na Índia.
Iniciado em 2007 e com conclusão prevista para o fim de 2009, o programa de pesquisa, financiado pela Agência Nacional da Pesquisa Científica (ANR, na sigla em francês), organizou em São Paulo, na semana passada, o seminário “Políticas urbanas, territórios e exclusão social: Índia-Brasil, uma perspectiva comparativa”. O evento teve apoio do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP). Por Fábio de Castro, da Agência FAPESP .
setembro 5, 2008
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Os movimentos sociais e populares, no Brasil, estão diante de novos desafios e grandes escolhas de alternativas e caminhos.
Em razão disto sugerimos que leiam o artigo “Novos desafios dos movimentos sociais”, da professora Delze e de Frei Gilvander Moreira.
NOVOS DESAFIOS DOS MOVIMENTOS SOCIAIS
Gilvander Luís Moreira e Delze dos Santos Laureano
Este texto está publicado no livro: Cidadania e Inclusão social – Estudos em Homenagem à Professora Miracy Barbosa de Souza Gustin
UNES PEREIRA, Flávio Henrique; FONSECA DIAS, Maria Tereza; Cidadania e Inclusão social – Estudos em Homenagem à Professora Miracy Barbosa de Souza Gustin -, Ed. Fórum, Belo Horizonte, 2008, pp. 155-168.
RESUMO – Neste trabalho construímos uma proposição do que são os novos desafios dos movimentos sociais. Inicialmente procuramos delimitar os temas, desafios e movimentos sociais, para, a partir de uma análise da conjuntura, mostrar como os novos desafios nascem de perplexidades produtivas. O modo de produção capitalista ainda é a causa das diversas mazelas que ensejam as lutas. Todavia as questões ambientais têm pautado as ações no campo e na cidade. Criar uma rede de solidariedade, vencer o poder da mídia e formar verdadeiras lideranças são os primeiros passos para vencer esses desafios e fazer o vento soprar em outra direção.
Para acessarem o conteúdo integral do artigo, no formato, PDF, cliquem aqui
[EcoDebate, 05/09/2008]
setembro 5, 2008
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Com relação às acusações creditadas ao Ministério Público Estadual (MPE) de Eunápolis, veiculadas nas últimas semanas, informamos que a Empresa não tem conhecimento de qualquer inquérito instaurado que vise apurar Improbidade Administrativa de servidores públicos que beneficiem a Veracel.
A Veracel repudia toda e qualquer prática de atos ilícitos e jamais procurou favorecimento para suas atividades que possam ser contrárias aos seus Princípios e Valores fundamentais de Ética e Transparência.
setembro 5, 2008
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Ciclones tropicais estão se fortalecendo, diz estudo da “Nature”
Os mais fortes ciclones tropicais estão ganhando intensidade, principalmente na metade norte dos oceanos Atlântico e Índico, segundo uma pesquisa publicada hoje pela revista científica britânica “Nature”. Da Agência EFE, com informações complementares de Henrique Cortez, do EcoDebate.
setembro 5, 2008
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Pesquisa realizada Ted Schuur, professor de ecologia da Universidade da Flórida (University of Florida, Gainesville), publicada na revista Bioscience, afirma que o permafrost do hemisfério norte contém mais do dobro da quantidade de carbono na atmosfera, tornando-se um enorme contribuinte potencial para as mudanças climáticas, dependendo da forma com que este carbono for liberado. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.
setembro 5, 2008
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BioScience, Volume 57, Issue 1
A contaminação por mercúrio é um tema cuidadosamente estudado no Canadá e nos EUA, considerando os seu imensos riscos à biodiversidade. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.
De acordo com o MCT, Ministério da Ciência e Tecnologia, a contaminação por mercúrio em áreas de garimpo de ouro na Amazônia chega a exceder em até 40 vezes os níveis estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), segundo constatou pesquisa realizada pelo Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), instituição vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). A mineração artesanal na região amazônica é responsável por quase 50% da produção brasileira de ouro.
Sabemos do problema, conhecemos os seus riscos ambientais e seus danos à saúde, mas estamos muito longe de, efetivamente, pesquisar a real dimensão do problema e, mais longe ainda, de erradicar a contaminação por mercúrio.
setembro 5, 2008
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O governo reconheceu o desrespeito à redução de emissão de poluentes prevista para entrar em vigor em todo o país daqui a quatro meses e, para compensar um dos maiores passivos ambientais da gestão Lula, propõe que, a partir de 2012, a frota de ônibus, caminhões e automóveis movidos a diesel sejam abastecidos com o mesmo padrão do combustível que a Europa adotará em 2009. Por Marta Salomon, da Folha de S.Paulo, em Brasília, 04/09/2008.
setembro 5, 2008
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Intenção do Ibama é evitar questionamentos judiciais – O ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) disse ontem que o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) vai “blindar” a licença de instalação (necessária para o início das obras) da usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, contra possíveis questionamentos judiciais. Por Lorenna Rodrigues e Agnaldo Brito, na Folha de S.Paulo, 04/09/2008.
setembro 5, 2008
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Pensamento econômico voltado só para crescimento está consumindo mais do que o planeta oferece.
A discussão de sustentabilidade ainda está muito focada no valor econômico. Muitas empresas agem nesse sentido apenas porque é bom para a imagem, porque atrai mais investimento, mas falta mudar a estratégia de fazer negócio, o modelo corrente de produção. Do O Estado de S. Paulo, 04/09/2008.
setembro 5, 2008
Lixeira viva – De essencial, a lata de lixo virou item supérfluo na cozinha da antropóloga Nicole Roitberg, 31. Há um ano, cascas de fruta, aparas de verdura, restos de alimentos, borra de café e saquinhos de chá têm outro destino: a Minhocasa, um sistema de compostagem doméstica em que minhocas convertem resíduos orgânicos em fertilizante natural. Por Janaina Fidalgo, da Folha de S.Paulo, 04/09/2008.
setembro 5, 2008
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Ao contrário do que acontece na maioria dos países desenvolvidos, onde a administração pública financia grande parte das despesas em saúde, no Brasil, de cada R$ 10 gastos no setor, as famílias pagaram R$ 6,02 e o governo R$ 3,88, de acordo com dados de 2005. O restante vem de instituições sem fins lucrativos. O padrão nos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico é de, no mínimo, 70% de financiamento público, com exceção dos Estados Unidos e México, onde é de 45%. Por Fabiana Cimieri e Felipe Werneck, no O Estado de S. Paulo, 04/09/2008.
setembro 5, 2008
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Matéria do Environment News Service (ENS), de 03/09/2008, afirma que duas agências do governo federal norte-americano estão em desacordo sobre a segurança do bisfenol A (BPA), um produto químico utilizado para endurecer produtos plásticos, tais como mamadeiras e garrafas de água potável. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.










