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	<title>Comentários sobre: Espanha: Conselho de Segurança Nuclear convoca os controladores das centrais nucleares para discutir os últimos acidentes</title>
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	<description>Cidadania e Meio Ambiente</description>
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		<title>Por: Haroldo Ferreira da Mota</title>
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		<dc:creator>Haroldo Ferreira da Mota</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 19:40:50 +0000</pubDate>
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		<description>Energia limpa, mobilização vital!

Por Haroldo Mota*

A crise climática mundial apresenta grandes desafios para todos e requer um processo de mudança de hábitos pessoais e culturais. A necessidade de integrar conhecimentos para as políticas públicas em suprir a crescente demanda energética,  será uma constante necessidade mundial, pela utilização de matrizes de tecnologias limpas.

Energia Nuclear, Não! é um projeto de mobilização de educação e conscientização ambiental, da Ong Baobá, em parceria com outras entidades e empresas, vem promover a discussão e diálogos com vários atores da sociedade no investimento e desenvolvimento de estratégias públicas, na geração de tecnologia de fonte de energia limpa e segura para nossa biodiversidade e sociedade.

Visando sensibilizar o cidadão para sua parcela de co-responsabilidade frente aos desafios da manutenção de um ambiente sustentável entre as pessoas e desta com a Natureza. 

O nosso país precisa de energia motriz para alavancar seu crescimento econômico. Reativar o programa da matriz energética nuclear brasileira, tendo como uma das condições, na emissão zero de CO2, e desprezar os graves riscos de segurança gerado pela mesma.

Lanço mão, de um trecho da reportagem do físico José Goldemberg, publicado pela revista época em 30 de junho de 2008: “Os países que adotaram a energia nuclear em grande escala são França, Japão, Coréia do Sul e Taiwan. No caso da França, a adoção foi para buscar a autonomia energética, o que a torna hoje o país da União Européia menos dependente do gás natural da Rússia. A segunda razão foi a inexistência de outras opções. O Japão não tem recursos hídricos nem petróleo. O pico na construção de usinas no mundo foi entre os anos 1960 e 1970. As empresas que produziam reatores começaram a pressionar os paises em desenvolvimento a fazer usinas. Ai aconteceram os acidentes nas usinas em Three MileIsland (1979) na Pensilvânia e Chernobil ( 1986) na Ucrânia. 

A construção de usinas nos países ricos parou. Nos Estados Unidos, não se inaugura um reator hà 30 anos. Muitas empresas fecharam. A Siemens fechou sua divisão nuclear. A General Electric saiu do ramo. Sobrou apenas uma empresa, a francesa Areva, que absorveu todas as outras.” 


O Brasil, dispõe de imensas fontes seguras e renováveis de energias. Você pode participar, votando a favor da vida! A política de investimentos na matriz energética brasileira em tecnologias limpas, depende da sua ajuda e da sua mobilização.  Para que possamos garantir um relacionamento de vida com o nosso planeta.

Acesse nosso site www.energianuclearnao.org.br, e participe da nossa campanha pelo projeto de lei de iniciativa popular contra a reativação do programa nuclear brasileiro. 

* É administrador de empresa, fundador e presidente da Ong Baobá  (haroldomota@terra.com.br)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Energia limpa, mobilização vital!</p>
<p>Por Haroldo Mota*</p>
<p>A crise climática mundial apresenta grandes desafios para todos e requer um processo de mudança de hábitos pessoais e culturais. A necessidade de integrar conhecimentos para as políticas públicas em suprir a crescente demanda energética,  será uma constante necessidade mundial, pela utilização de matrizes de tecnologias limpas.</p>
<p>Energia Nuclear, Não! é um projeto de mobilização de educação e conscientização ambiental, da Ong Baobá, em parceria com outras entidades e empresas, vem promover a discussão e diálogos com vários atores da sociedade no investimento e desenvolvimento de estratégias públicas, na geração de tecnologia de fonte de energia limpa e segura para nossa biodiversidade e sociedade.</p>
<p>Visando sensibilizar o cidadão para sua parcela de co-responsabilidade frente aos desafios da manutenção de um ambiente sustentável entre as pessoas e desta com a Natureza. </p>
<p>O nosso país precisa de energia motriz para alavancar seu crescimento econômico. Reativar o programa da matriz energética nuclear brasileira, tendo como uma das condições, na emissão zero de CO2, e desprezar os graves riscos de segurança gerado pela mesma.</p>
<p>Lanço mão, de um trecho da reportagem do físico José Goldemberg, publicado pela revista época em 30 de junho de 2008: “Os países que adotaram a energia nuclear em grande escala são França, Japão, Coréia do Sul e Taiwan. No caso da França, a adoção foi para buscar a autonomia energética, o que a torna hoje o país da União Européia menos dependente do gás natural da Rússia. A segunda razão foi a inexistência de outras opções. O Japão não tem recursos hídricos nem petróleo. O pico na construção de usinas no mundo foi entre os anos 1960 e 1970. As empresas que produziam reatores começaram a pressionar os paises em desenvolvimento a fazer usinas. Ai aconteceram os acidentes nas usinas em Three MileIsland (1979) na Pensilvânia e Chernobil ( 1986) na Ucrânia. </p>
<p>A construção de usinas nos países ricos parou. Nos Estados Unidos, não se inaugura um reator hà 30 anos. Muitas empresas fecharam. A Siemens fechou sua divisão nuclear. A General Electric saiu do ramo. Sobrou apenas uma empresa, a francesa Areva, que absorveu todas as outras.” </p>
<p>O Brasil, dispõe de imensas fontes seguras e renováveis de energias. Você pode participar, votando a favor da vida! A política de investimentos na matriz energética brasileira em tecnologias limpas, depende da sua ajuda e da sua mobilização.  Para que possamos garantir um relacionamento de vida com o nosso planeta.</p>
<p>Acesse nosso site <a href="http://www.energianuclearnao.org.br" rel="nofollow">http://www.energianuclearnao.org.br</a>, e participe da nossa campanha pelo projeto de lei de iniciativa popular contra a reativação do programa nuclear brasileiro. </p>
<p>* É administrador de empresa, fundador e presidente da Ong Baobá  (haroldomota@terra.com.br)</p>
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