agosto 11, 2008
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Do Fome Zero aos Agrocombustíveis, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)
Denúncia: desmatamento da caatinga para produção de biodiesel na bacia do rio Salitre
Aquecimento do oceano Índico ameaça a segurança alimentar do leste e sul da África
UHE Estreito: Indígenas temem impactos e demonstram desconfiança
Exército tira transposição do Rio São Francisco do papel
Transposição do São Francisco: uma nova indústria da seca, artigo de Adauto Medeiros
Desmatamento legal em SP cai pela 1ª vez desde 1999
agosto 11, 2008
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[EcoDebate] Quando Lula tomou posse, uma de suas primeiras atividades foi reunir seu ministério e levá-lo até Guaribas, sertão do Piauí. Andando longo trecho de ônibus, os ministros que só conheciam o sertão pelos livros e TVs, puderam pôr o pé na realidade. O gesto era simbólico e, como já advertia Frei Betto, não era a revolução, mas era o que podia um governo eleito pelo voto. Lula proclamara o “Fome Zero” como uma das metas principais de seu governo. Depois, diante de observações feitas aqui das bases do Nordeste, o próprio Ministério do Meio Ambiente proclamou o “Sede Zero”. De qualquer forma, soava diferente de todos os governos anteriores.
agosto 11, 2008
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BIOBRAX (espanhola) E COMANCHE (norte-americana) DESMATARÃO CAATINGA PARA IMPLANTAR PINHÃO-MANSO, MATÉRIA-PRIMA PARA O BIODIESEL NA BACIA DO RIO SALITRE
Essa informação chegou até Patrícia Marques (engenheira florestal e secretária do CBH Salitre), através da colega Cláudia Bueno, bióloga que presta serviço ao ICM – Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (instituto criado com a separação do IBAMA).
A colega citada, que até ano passado morava no estado de São Paulo, e vinha periodicamente fazer levantamento faunístico, principalmente sobre as onças-pintadas, mora agora em Petrolina-PE e intensificou os estudos que faram parte do porcesso de implantação do Parque Nacional Boqueirão da Onça.
agosto 11, 2008
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Computação gráfica do aquecimento do oceano Índico, a partir de dados do satélite Pathfinder, com dados de 1994 até 2005. Fonte NASA
Estudo publicado pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences PNAS, edição de 6/8, avalia as possíveis conseqüências do crescente aquecimento do oceano Índico, na produção de alimentos na África ao leste e ao sul. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.
agosto 11, 2008
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Apesar de representarem problemas de segurança e funcionamento, instalações inadequadas ocasionam um desperdício de energia bem menor, quando comparado ao que resulta dos hábitos de consumo e de alguns tipos de iluminação e eletrodomésticos de baixa eficiência. Para estimar a perda média de energia ocasionada por incorreções em instalações residenciais, o engenheiro eletricista Ricardo Santos d’Avila reuniu em sua pesquisa dados disponibilizados por outros estudos e associações de fabricantes com resultados obtidos em experimentos realizados nos laboratórios da Seção Técnica de Altas Correntes do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP. Por Luiza Caires, especial para a Agência USP de Notícias.
agosto 11, 2008
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Em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), cerca de 50 países da América Latina, Ásia e África estão participando de um projeto para aumentar o teor vitamínico de alguns alimentos, como a mandioca. O objetivo é mudar o quadro nutricional no mundo, definido como “caótico” pelo pesquisador José Luiz Viana de Carvalho, da Embrapa Agroindústria de Alimentos. Por Alana Gandra, da Agência Brasil.
agosto 11, 2008
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Povos Krahô, Apinajé, Gavião e Krikati, que vivem nas margens do Rio Tocantins, brigam para que sejam reconhecidos como impactados pela Usina de Estreito. Povos não foram incluídos nos estudos para a construção da obra
Texto e fotos: Beatriz Camargo, da Agência de Notícias Repórter Brasil.
Parte III – “Vidas Inundadas – Indígenas”

Indígenas do povo Apinajé fazem colares. Preocupação maior é a pressão sobre a Terra Indígena
As populações indígenas não foram incluídas no Estudo e no Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) da Usina Hidrelética (UHE) de Estreito. Os levantamentos apresentados pelo consórcio privado que toca a obra deixaram quatro povos da região de fora da chamada “área de influência indireta do empreendimento”. Agora, os povos Krahô e Apinajé, no Tocantins, e Gavião e Krikati, no Maranhão, lutam para que sejam reconhecidos como atingidos e principalmente para que tenham direito de opinar sobre os destinos daqueles que dependem diretamente do meio natural em que vivem.
agosto 11, 2008
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A igrejinha branca e azul nos arredores de Cabrobó (PE), onde o bispo d. Luiz Flávio Cappio, em 2005, fez a primeira greve de fome contra a transposição do Rio São Francisco, está fechada. Na região, não há mais manifestações contrárias à obra e os tratores de esteira e as escavadeiras do Exército rasgam o sertão em ritmo acelerado, começando a abrir os dois canais que vão levar água do “Velho Chico” para as bacias hidrográficas do Ceará, do Rio Grande do Norte, da Paraíba e do agreste de Pernambuco. A reportagem é de Ribamar Oliveira e Wilson Pedrosa e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 10-08-2008.
agosto 11, 2008
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Se o Brasil fosse dirigido por gente séria estaria comemorando a vitória sobre a seca e a famosa frase de Dom Pedro II já não teria o menor sentido. A maioria dos nordestinos pensa que de lá para cá não foi feito nada, mas prefiro falar apenas do nosso estado.
Em 1982, construímos a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, com 2,4 bilhões de m3; em 1990/92 começou o baixo Assú com 6.000 hectares e ainda não terminamos. Em 1992 foram construídas as adutoras de Garibaldi, em 2003 fizemos as barragens de Umari e Santa Cruz com 900 milhões de m3. Hoje não temos grandes gargantas para fazer barragem a não ser a Oiticica que está parada há 10 anos. Esta, uma barragem de 500 milhões de m3, serviria para gerar energia como para manter o nível da Armando Ribeiro Gonçalves.
Temos hoje a nossa disposição 13,9 bilhões, sem contar mais 1 bilhão de Coremas/Mãe d´agua no Rio Piranha que vem da Paraíba. Agora vejamos o outro lado: o Rio São Francisco tem uma vazão de 1.860 m³ para o consumo das cidades ribeirinhas e 70% das cidades de Sergipe e Belo Horizonte e mais a irrigação dos plantios as margens do Rio, especialmente Petrolina e Juazeiro. A população ribeirinha chega a 8 milhões de habitantes e sendo o projeto de 26 m³ chegará para nós apenas 2,2 milhões de m³ o que é insignificante em relação à água que temos.
agosto 11, 2008
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Pesquisadores planejam modelo inovador para Museu da Amazônia (Musa), que será instalado em uma área de 15 km² e permitirá ao visitante passear pela floresta e observar plantas e animais (foto: M.Portella)
[Agência FAPESP] Pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa brasileiros querem adotar um modelo inovador para sediar pesquisas na Amazônia e contribuir para a conservação da biodiversidade ecológica e cultural da região. Para isso, movimentam financiadores e articulam uma rede internacional de apoio à idéia de um museu vivo. Por Michelle Portela e Valmir Lima, Repórteres da Agência Fapeam, de Manaus.
agosto 11, 2008
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Luiz Carlos Murauskas/Folha Imagem
São Paulo rompeu em 2007 um ciclo crescente, registrado desde 1999, de aumento do desmatamento com autorização do governo
O Estado de São Paulo rompeu em 2007 um ciclo crescente de aumento de áreas de mata nativa desmatadas com autorização de órgãos ambientais. A curva crescente vinha desde 1999. No entanto, os 5.289,8 hectares devastados são o segundo pior resultado dos últimos 11 anos. O número só foi maior em 2006, com o corte de 6.286 hectares –o equivalente aproximadamente 8.000 campos de futebol. Por José Eernesto Credendio, da Folha de S.Paulo, na Folha Online, 10/08/2008 – 15h09.
agosto 11, 2008
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[EcoPortal.net] La presente competición implacable entre mercados energéticos y mercados alimentarios, amplificada por la especulación internacional en mercancías y tierras agrícolas, no es sino una modesta muestra del caos que, a no tardar, prosperaría exponencialmente si llegaran a converger el agotamiento de los recursos, una desatentada desigualdad y el cambio climático.










