julho 14, 2008
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O nó da Terra, artigo de Ermínia Maricato
Grupo José Pessoa é excluído do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo
expansão das lavouras de cana-de-açúcar x produção de alimentos: A receita do equilíbrio
etanol de celulose: Palha e bagaço na linha de produção
Tijuco Alto: Hidrelétrica faz 20 anos sem nunca ter gerado energia
O preço do índio, artigo de Rogério Grassetto Teixeira da Cunha
Falta energia ou falta visão? artigo de Washington Novaes
Programa da ONU subsidia emissão de gases poluentes, diz jornal
julho 14, 2008
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A questão fundiária está no centro do conflito sobre os biocombustíveis, o preço dos alimentos, quase todas as reservas indígenas e tem forte ligação com o desmatamento da Amazônia. Nas cidades, a dificuldade de acesso à terra para a habitação é responsável pelo explosivo crescimento de favelas e loteamentos ilegais.
julho 14, 2008
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O Comitê de Monitoramento do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo comunicou, do dia 11/07, que cinco empresas do grupo José Pessoa foram excluídas, em caráter definitivo, da lista de signatários do pacto. Trata-se da primeira ocorrência de exclusão de empresas.
De acordo com nota pública divulgada pelo comitê, em dois momentos distintos operações de fiscalização do governo federal encontraram situações análogas à escravidão em áreas de responsabilidade das empresas Agriholding, Agrisul Agrícola Ltda, Companhia Brasileira de Açúcar e Álcool, Debrasa e Jotapar. Por Luciana Lima, da Agência Brasil.
julho 14, 2008
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A expansão das lavouras de cana-de-açúcar para atender à crescente demanda pelo etanol ainda não ameaça a produção de alimentos, mas a situação poderá se alterar caso o Brasil não adote uma política agrícola eficiente e de longo prazo. A análise é do reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, que no próximo dia 17 abordará o tema “Produção de Alimentos x Produção de Biocombustíveis”, em conferência que integra a programação da 60ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Por Clayton Levy, do Jornal da Unicamp, Edição Temática 402.
julho 14, 2008
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Carlos Rossel, pesquisador da FEQ e do Nipe: tecnologia promete revolucionar a produção de etanol (Fotos: Antoninho Perri)
Depois de duas décadas ajustando e consolidando o modelo de usina que tem a sacarose da cana como matéria-prima na produção de açúcar e etanol, o Brasil vive a transição para uma outra unidade, que pode ser vista como uma fábrica de biocombustíveis. A matéria-prima usada nesta fábrica será a biomassa – material lignocelulósico que compõe a estrutura de toda planta. Da cana vai se aproveitar preferencialmente o bagaço, mas também parte da palha que hoje fica no campo, o que contribuirá para o fim das queimadas. Por Luiz Sugimoto, do Jornal da Unicamp, Edição Temática 402.
julho 14, 2008
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Para agricultura familiar, pacote de crédito é pouco
O governo reforçou a agricultura familiar como arma no combate à inflação, mas a elevação do custo de produção ameaça o “choque de produtividade” prometido pelo presidente Lula. O aumento do crédito não acompanhou a alta vertiginosa dos fertilizantes, transportes e da energia e a pressão sobre os preços dos alimentos não deve ser aliviada no curto prazo por esse caminho. Por Adriana Fernandes e Fabíola Salvador, do O Estado de S.Paulo, 13/07/2008.
julho 14, 2008
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“Setor está longe da produtividade”. Em meio ao processo de alta de preços dos alimentos, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, mobilizou rapidamente o discurso de combate à inflação em favor da agricultura familiar. Com base em dados compilados por sua assessoria econômica, o ministro levou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um estudo que aponta a agricultura familiar como responsável pela produção de dois terços dos produtos que são medidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Conseguiu o apoio do presidente e da equipe econômica e mais visibilidade para o setor. Por Fabíola Salvador e Adriana Fernandes, do O Estado de S.Paulo, 13/07/2008
julho 14, 2008
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A central nuclear reduziu a potência do reator para evitar um vazamento e este é o terceiro incidente na central nas últimas semanas.
A central nuclear, na localidade valenciana de Confrentes, declarou o alerta de emergência durante uma hora e meia, em razão da abertura indevida de uma válvula do circuito primário. O Conselho de Segurança Nuclear (CSN) informou que não ocorreram impactos sobre os trabalhadores ou o meio ambiente. Por Henrique Cortez, do EcoDebate, com Agências.
julho 14, 2008
Projeto da usina afunda em questionamentos ambientais depois de já ter sido visto e revisto inúmeras vezes
SÃO PAULO – A Hidrelétrica de Tijuco Alto, no Vale do Ribeira (SP e PR), vai completar 20 anos em setembro sem nunca ter produzido um único megawatt (MW). Afundado em questionamentos ambientais, o projeto da usina, concedida em 1988, por meio de decreto, à Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim, já foi visto e revisto inúmeras vezes pelos órgãos ambientais e, mesmo assim, até hoje não há uma decisão definitiva sobre a obra. Por Renée Pereira e Sonia Racy, de O Estado de S. Paulo, sábado, 12 de julho de 2008, 17:22 | Online
julho 14, 2008
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[Correio da Cidadania] Você sabia que o preço do índio subiu mais de 1500% em pouco mais de três anos, valendo mais de mil dólares o quilo em agosto de 2006? Refiro-me aqui ao elemento químico índio. Isto vem ocorrendo devido à exploração e uso cada vez mais intensos e à diminuição dos estoques, tal como tem acontecido com um sem-número de outros minerais. O problema é que extraímos recursos naturais para a produção de bens e serviços como se eles tivessem suprimento infinito. Isto se dá não só com minérios, mas com petróleo, gás, energia e água (para não falar das espécies animais e vegetais), como tudo, em suma. Esta é uma relação doente com o planeta. Para piorar, os arautos e soldados do modelo econômico vigente ainda defendem com unhas e dentes na mídia a necessidade imperiosa de crescimento constante, infinito e o mais acelerado possível. Ou seja, além de extrairmos os recursos como se eles não tivessem fim, ainda colocamos o pé no acelerador e achamos isso bonito.
julho 14, 2008
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“A quantidade de água armazenada em reservatórios ou barragens já é, no mínimo, três vezes maior que a contida nos rios”
[O Estado de S.Paulo] O tema das barragens e usinas hidrelétricas volta a ocupar espaço abundante no noticiário, por muitas razões: 1) Por ser essa uma fonte renovável e menos poluente de energia, num momento de crise, e que abre a possibilidade de reduzir, com seu uso, as emissões de gases que intensificam o efeito estufa e acentuam mudanças climáticas;
julho 14, 2008
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Um programa das Nações Unidas destinado a combater a mudança climática concedeu subsídios para a construção de centrais elétricas na Índia e na China que emitem gases responsáveis pelo aquecimento global. A informação foi publicada nesta sexta-feira pelo “The Wall Street Journal”.
O jornal afirma que o programa outorgou ajudas a 13 centrais de gás natural, e estuda fazê-lo também com outras que consomem carvão mineral que, assim como o petróleo, produz dióxido de carbono. Da Agência EFE, em Nova York, na Folha Online, 11/07/2008 – 17h10.
julho 14, 2008
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Na região do Texas, Port Arthur tem nove fábricas de reciclagem de lixo e produtos químicos. A cidade quer evitar a chegada de um carregamento de 20 mil t de resíduos tóxicos que virão do México. Reportagem The New York Times, 13/07/2008 07h00.
[EcoDebate, 14/07/2007]










