julho 5, 2008
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Projeto Neutralização de Carbono e Desenvolvimento Social é apresentado em Itaguaí, RJ
Teologia da Libertação: um olhar pastoral, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)
Desintoxicando os excessos do etanol, artigo de Urubatan Pinheiro
Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS): Mães e filhos em melhores condições
Pará: MPF denuncia fazendeiro à justiça por trabalho escravo
Nordeste enfrenta alto risco de desertificação
Florestas de eucalipto substituem campos
Rio Grande do Sul: Fepam descumpre lei e beneficia Aracruz Celulose
Biodiesel: onde estão a mamona e o pinhão? artigo de Humberto Viana Guimarães
desmatamento: Números e fatos, artigo de Míriam Leitão
Rejeito de biodiesel vira produto químico valioso graças à biotecnologia
julho 5, 2008
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A Câmara de Cultura, no dia 03/07, apresentou o projeto “Neutralização de Carbono e Desenvolvimento Social”, em palestra realizada na Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca do município de Itaguaí.
A coordenação do projeto, há quase dois anos, trabalha no desenvolvimento de um projeto de neutralização de carbono em áreas degradadas a serem recuperadas, partindo do conceito de que as áreas degradadas devem ser foco principal em programas de neutralização de carbono.
Como áreas degradadas prioritárias foram definidas as áreas de preservação permanente (matas ciliares e encostas instáveis) e reservas legais. Sempre que possível será dada prioridade às áreas que possam formar corredores ecológicos.
julho 5, 2008
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[EcoDebate] 1. Esses tempos um texto de Clodovis Boff suscitou um intenso debate sobre a Teologia da Libertação. Suas afirmações, entretanto, também abrangem o campo pastoral, inclusive das Pastorais Sociais. Extremamente contundentes, não deixam de provocar pessoas – que como eu – há décadas trilham os caminhos das Comunidades Eclesiais de Base e Pastorais Sociais. Imagino que devem ter impactado muitos outros que também fazem esse percurso. Quero comentar apenas alguns aspectos que me parecem mais chaves, utilizando suas frases de forma aproximada, não exatamente literal.
julho 5, 2008
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O fenômeno do aquecimento global desencadeou uma corrida desenfreada pelas chamadas energias alternativas ou limpas. O Tratado de Quioto selou um acordo entre vários países para uma forma de relação mais responsável entre homem – natureza. Por conta dos acordos firmados, paises desenvolvidos e em desenvolvimento passaram a buscar formas alternativas para viabilizarem a redução das emissões de CO2. Estados Unidos e China, embora não tenham assinado o Tratado de Quioto, também buscam reduzir os níveis de poluição.
julho 5, 2008
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A luta pelo banimento do amianto (ou absento) na produção industrial brasileira ganhou força com a lei estadual de São Paulo que proíbe o seu uso. Agora, uma luta se trava nacionalmente. De um lado, estão os trabalhadores ameaçados ou doentes em função da inalação do pó de amianto e pesquisadores e profissionais da saúde que tratam deste assunto que são a favor do banimento do uso deste mineral. Do outro lado, está a indústria que vê neste material um recurso bastante barato e os sindicatos que são financiados por empresas de extração e industrialização do amianto. Há cerca de dez anos, nasceu a Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto que, através de um trabalho unido e coletivo, conseguiu alcançar significativos resultados, mesmo lutando contra aqueles que favorecem a uso contínuo do mineral. A IHU On-Line conversou, por telefone, com o doutor em Saúde Pública Eduardo Algranti sobre a utilização do amianto no Brasil, o quadro mundial em relação ao uso deste recurso, a luta dos trabalhadores e analisou a área da saúde em relação às doenças causadas pelo amianto e outros materiais cancerígenos.
julho 5, 2008
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julho 5, 2008
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O Brasil está bem protegido da crise mundial de alimentos, graças ao progresso da agricultura familiar, mas não está imune às ameaças. A avaliação é do ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. Para ele, o governo precisa agir com responsabilidade e “tomar todos os cuidados”. Por Paula Laboissière, da Agência Brasil.
julho 5, 2008
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Com esse, já são 64 denunciados só nos primeiros 6 meses de 2008, por desrespeitar direitos dos trabalhadores e mantê-los em condições subumanas e degradantes.
O fazendeiro Antonio Pereira Vieira, de Paragominas, nordeste do Pará, foi denunciado à Justiça Federal pelo crime de trabalho escravo. Ele é acusado de ter mantido 43 trabalhadores em condições subumanas e degradantes na fazenda Atalaia II. Eles eram vítimas da chamada servidão por dívidas – sistema pelo qual o trabalhador, em vez de receber, fica endividado com o patrão por ter que adquirir alimentos e equipamentos de trabalho que não são fornecidos gratuitamente – e foram libertados em abril passado pela fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego, Polícia Rodoviária Federal e Ministério Público do Trabalho.
julho 5, 2008
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julho 5, 2008
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Pecuária tradicional, e mais sustentável, perde espaço para plantações que vão abastecer a indústria de papel; 59% do bioma já foi desfigurado.
Geada no interior do município de Coxilha em local já devastado

Tadeu Vilani/AG RBS
PORTO ALEGRE – Já desgastado pelas frentes agrícolas que semearam arroz em banhados drenados nos anos 70 e, logo depois, por soja nas coxilhas de terra pobre, o cenário do pampa vai mudar de novo com a plantação de 500 mil hectares de eucaliptos para abastecimento de três grandes indústrias de celulose nos próximos anos. Por Elder Ogliari, quarta-feira, do Estadao.com.br, 02 de julho de 2008, 23:59 | Online
julho 5, 2008
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Porto Alegre (RS) – Na última terça-feira (01), a Fundação Estadual de Proteção Ambiental do Rio Grande do Sul concedeu Licença de Implantação para a quadruplicação da fábrica da Aracruz, em Guaíba, na região metropolitana. No entanto, a Secretaria do Meio Ambiente de Porto Alegre não foi consultada, como é previsto em lei. Por Paula Cassandra, da CHASQUE Agência de Notícias, 03/07/2008 20:57.
julho 5, 2008
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[Gazeta Mercantil] O presidente Lula em seu discurso na FAO (03/06) declarou que “vejo, com indignação, que muitos dedos apontados contra a energia limpa dos biocombustíveis estão sujos de óleo e de carvão”. Se o Senhor Presidente tivesse sido mais bem informado a respeito do que está acontecendo na fabricação do biodiesel brasileiro, talvez não teria sido tão enfático nas críticas.
julho 5, 2008
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[O Globo] Duas semanas depois de terem sido entregues ao governo, os números do desmatamento de maio continuam trancados. O desmatamento é assunto do Ministério do Meio Ambiente, mas o dado é divulgado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, porque é quem controla o Inpe; só que a divulgação foi suspensa pela chefia da Casa Civil. O ministro Carlos Minc não quis comentar o destino dos números.
julho 5, 2008
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[EcoPortal.net] Datos publicados por el investigador Shawn Hattingh, en la revista mensual MRzine bajo el título “Liberación de Alimentos, Comercio de la Muerte”, ofrecen elementos sumamente elocuentes sobre este multimillonario negocio, al reflejar las ganancias obtenidas en los tres primeros meses de 2008 por varias transnacionales.
julho 5, 2008
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O biodiesel é bio – não-fóssil e renovável – mas não é isento de rejeitos. E o maior problema no seu processo produtivo chama-se glicerol, uma espécie de glicerina que sobra como resíduo no final da produção do biodiesel e para o qual ainda não há uma solução definitiva. Redação do Site Inovação Tecnológica, 03/07/2008.
julho 5, 2008
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PARIS (Reuters) – A União Européia pode não conseguir nem um terço de sua meta de uso de biocombustíveis produzidos internamente no setor de transportes até 2020, e terá de importar muito para atingir o objetivo, segundo um relatório da Agência de Desenvolvimento Européia (ADE). A UE quer que, até 2020, 10 por cento do combustível usado em meios de transporte venha de fontes renováveis –principalmente biocombustíveis. Críticos dizem que a meta vai contribuir para o desmatamento em países em desenvolvimento, além de ajudar a aumentar o preço dos alimentos. Por Pete Harrison, da Agência Reuters, publicado pelo UOL Notícias, 04/07/2008 – 16h01.










