maio 31, 2008
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Inpe anunciará dados de abril do Deter nesta segunda-feira
Minc dá R$ 1 bilhão a quem desmata e reabre crédito a 100 municípios
floresta zero: Blairo Maggi comemora flexibilização de regra ambiental
Termelétrica MPX Energia, Pecém, CE: Juiz concede liminar e obras são suspensas
terra indígena Raposa Serra do Sol: Tensão em Roraima resistirá à decisão do STF
Pedir fim do etanol do Brasil é irresponsável, diz relator da ONU
Uma porta para o nada, artigo de Mário José de Lima
Hambre en el mundo, artigo de Marcel Claude
ONU prevê uma década de alimentos caros
Por que o pesadelo da fome está crescendo
Segurança alimentar: o paradoxo entre a produção de alimentos e a fome
Empresa americana afirma poder transformar algas em gasolina
maio 31, 2008
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maio 31, 2008
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Verba será usada para recompor reservas na Amazônia; agricultores do MT são beneficiados. Governo reabre crédito a 100 municípios que desmatam. Para evitar desgaste, governo diz que não houve ‘recuo’ e sim um esclarecimento da medida.
Sob pressão do governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, assinou hoje portaria que permite a produtores de cerca de 100 municípios localizados na área de transição entre os biomas Amazônia e Cerrado, onde ocorrem desmatamentos, a receber crédito oficial. A decisão do governo, supervisionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi comunicada no início da tarde desta sexta-feira, 30, no I Fórum dos Governadores da Amazônia Legal, em Belém. A portaria deve ser editada na próxima edição do Diário Oficial da União. Por Leonencio Nossa e Ângela Lacerda, do O Estado de S. Paulo, publicado pelo Estadao.com.br, sexta-feira, 30 de maio de 2008, 16:30.
maio 31, 2008
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O governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, disse ontem (30) que interpretou como uma “flexibilização” das regras o fato do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, ter assinado portaria que permite que nem todas as propriedades localizadas em municípios do bioma amazônico sejam punidas caso não sigam critérios ambientais. Por Luciana Lima, da Agência Brasil.
maio 31, 2008
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Recurso viria da cobrança da taxa de compensação ambiental, que foi suspensa pelo STF no mês passado
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) perderá mais R$ 400 milhões da taxa de compensação ambiental. O dinheiro entraria para o caixa do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade, órgão do ministério, mas a cobrança foi suspensa no mês passado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O titular da pasta, Carlos Minc, já havia tentado, sem sucesso, arrancar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a liberação de R$ 1 bilhão do MMA que está retido para ajudar no superávit primário. João Domingos, BRASÍLIA, do O Estado de S.Paulo, 30/05/2008.
maio 31, 2008
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Liminar suspende início de obras até o julgamento final da ação contra as licenças prévias e de instalação
As obras da Termelétrica MPX Energia não têm data para começar. Previstas para iniciarem em maio, os planos foram suspensos com a decisão do juiz da Comarca de São Gonçalo do Amarante, José Cavalcante Júnior, que deferiu o pedido de liminar da Defensoria Pública do Estado do Ceará ordenando para que a empresa se abstenha de iniciar as obras de construção da usina termelétrica movida a carvão mineral no Complexo do Pecém até o julgamento final da ação civil pública movida pela Defensoria. Do Diário do Nordeste, 30 de Maio de 2008.
maio 31, 2008
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Perdido no interior de Roraima, perto da fronteira com a Venezuela, o vilarejo de Surumu, com suas cinco ou seis ruas de terra, estava agitado àquela hora da noite. Índios e índias entravam e saíam de algumas das casas em frente à base improvisada da Força Nacional e dos agentes da Funai. Outros conversavam e faziam fila para comer num de rancho coberto de palha onde um grupo numeroso se reúne. A alguns metros dali, entre 50 e 60 tuxawas – ou caciques – lotavam o salão de uma escola para discutir o tema que tem mobilizado o Estado nos últimos meses: o futuro das fazendas de arroz incluídas nos limites da terra indígena Raposa Serra do Sol e que o governo federal e defensores da demarcação querem desapropriar. Por Marcos de Moura e Souza, do Valor Econômico, 30/05/2008.
maio 31, 2008
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maio 31, 2008
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O conteúdo do livro…
- A não esclarecida morte de 70 vacas leiteiras após terem sido tratadas por um longo período com milho transgênico.
- O quanto é confiável a pesquisa encomendada a biólogos moleculares?
- Qual é a influência de lobistas sobre a liberação de plantas transgênicas realizada em Bruxelas e Berlim?
- Semente transgênica não rotulada em programas de combate à fome.
- A eliminação de pequenos agricultores nos EUA e a crescente resistência.
- Monsanto: com 75 advogados e um orçamento de 10 milhões de dólares contra os agricultores
- Substâncias alérgicas na soja.
- Alimentos transgênicos e seus efeitos.
maio 31, 2008
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Buscar reorganizar a produção de alimentos primeiramente em atendimentos às carências nacionais parece, definitivamente, fora do propósito dos governos que se revezam.
[Correio da Cidadania] A crise energética terminou por empurrar os preços da economia de forma a promover uma reorientação nas estruturas produtivas na agricultura mundo afora. Uma chacoalhada nas condições de produção de alimentos básicos, mudando as expectativas dos negócios futuros e sinalizando a possibilidade de mais uma grave crise a se abater sobre a população mundial. O que devemos ter em mente é que a situação de hoje põe a possibilidade da falta de alimentos atingir, ou melhor dizendo, ampliar a faixa da população já carente de alimentos. Para uma parcela significativa da população mundial há muito tempo as condições de subnutrição são uma marca de suas realidades.
maio 31, 2008
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[EcoPortal.net] El pasado 15 de abril en Johannesburgo, Sudáfrica, en una reunión de gobiernos y científicos del mundo, se dio a conocer el informe del IAASTD, que demanda un cambio radical en la forma de producción agrícola y pronostica los graves conflictos que implicará la actual escasez de alimentos, se cuestiona la revolución verde y los OGM, y se afirma la necesidad de promover la agricultura en pequeña escala como la única solución viable a la crisis.
maio 31, 2008
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Os preços mundiais dos alimentos cairão um pouco em relação aos atuais níveis recordes, mas seguirão elevados pelos próximos dez anos, prejudicando principalmente as populações dos países mais pobres, onde a inflação é mais influenciada pelo aumento do custo da comida. A culpa dessa alta é dos biocombustíveis, da maior demanda de países emergentes, como a China, e da especulação nos mercados futuros. Do Valor Econômico, com Agências internacionais, 30/05/2008.
maio 31, 2008
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Uma multidão armada de bastões incendeia amontoados de pneumáticos e por trás da espessa fumaça enfrenta a polícia numa selvagem guerrilha urbana em Mogadiscio, na Somália. O governo das Filipinas é constrangido a anunciar uma distribuição emergencial de arroz à população de Manila. A Índia proíbe por lei à Bolsa de Mombaim as transações financeiras sobre “futuros” de produtos agro-alimentícios. Ocorridos no mesmo dia, estes três eventos são a face da mesma crise. Entre a espiral inflacionária e estrangulamentos das trocas nos mercados mundiais, o espectro da fome volta a estender-se sobre todo o planeta.O presidente do Banco Mundial Robert Zoellick adverte que de um só golpe “cem milhões de pessoas estão mergulhando na desnutrição” e, conseqüentemente, pelo menos trinta países correm o risco de se precipitar na instabilidade política e na violência. E o World Food Program, agência da ONU especializada nas ajudas alimentares? Encontra-se quase sem fundos e lança um SOS aos países membros. O secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, convoca uma cúpula extraordinária sobre a fome nos primeiros dias de junho, em Roma. A reportagem é de Federico Rampini e publicada pelo jornal La Repubblica, 27-05-2008.
maio 31, 2008
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Entre 3 e 5 de junho, será realizada a Conferência de Alto Nível sobre a Segurança Alimentar Mundial e os Desafios das Mudanças Climáticas e da Bioenergia, da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). O evento que vai ocorrer em Roma, na Itália, reunirá Chefes de Estado e de Governo, com o objetivo de traçar uma estratégia para a segurança alimentar mundial nos próximos anos. Da Agência de Informação Frei Tito para a América Latina – Adital.
maio 31, 2008
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Combustível foi apelidado de ‘petróleo verde’. Pesquisadores dizem que ele pode estar disponível em três anos.
Uma nova empresa californiana afirma que pode produzir um combustível equivalente à gasolina a base de algas cultivadas em terrenos desérticos, informaram nesta quinta-feira (29) o jornal “Los Angeles Times” e a revista “Forbes”. Agencia EFE, publicada pelo Portal G1, 29/05/2008 – 08h38 – Atualizado em 29/05/2008 – 09h40.
maio 30, 2008
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Escravizados em fazenda isolada são retirados de helicóptero
Minc quer exigir novas compensações de termelétricas
Ambientalistas internacionais vêem Minc com desconfiança
Cerrado: Governo mudará regras contra desmatamento
reserva legal: Governo vai subsidiar fazendeiros que recuperarem áreas desmatadas
Campanha mundial planta dois bilhões de novas árvores no mundo
desmatamento: Briga de índices, artigo de Míriam Leitão
Crise de alimentos e crise de modelo, artigo de Renato S. Maluf
Danos à natureza cortarão padrão de vida de pobres
ONU afirma que 200 milhões migrarão por mudanças climáticas até 2050
maio 30, 2008
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Para chegar à Fazenda Bandeirante, localizada em São Félix do Xingu (PA), grupo móvel enfrentou 200 km de estrada difícil e demorou 14 horas. Empregador conseguiu retirar 15 pessoas antes da chegada da fiscalização. Por Beatriz Camargo, da Agência de Notícias Repórter Brasil.
maio 30, 2008
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“Ministério virou pasta de 2ª categoria” – O Planalto queria reduzir o Ministério do Meio Ambiente a um órgão licenciador de obras. A síntese da crise que levou a ministra Marina Silva e alguns secretários foi feita ontem ao Estado por João Paulo Capobianco, ex-secretário-executivo do ministério e ministro interino até a posse, anteontem, de Carlos Minc. Capobianco diz que a questão ambiental nunca foi considerada importante pelo governo. E que a situação se agravou depois que as ações punitivas do ministério começaram a interferir na economia. Nesse momento, disse, todos passaram a defender que as funções do ministério deveriam ser “pequenas, de fiscalização e controle e licenciamento”. No discurso de despedida do cargo, Capobianco surpreendeu pelo tom forte de críticas. Disse que o Ministério do Meio Ambiente foi tratado como órgão de segunda categoria e que, para salvar a agenda ambiental, a senadora Marina, ele e a equipe anterior pediram demissão. Do O Estado de S.Paulo, 29/05/2008.
maio 30, 2008
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O Ministério do Meio Ambiente pretende exigir compensações novas e mais duras para empresas que decidam erguer usinas termelétricas a carvão, óleo combustível e gás natural. Para cada 100 megawatts (MW) de potência instalada de térmicas movidas a combustíveis poluentes, o plano é exigir investimentos na construção de 3 MW a 5 MW em usinas que geram energia a partir de fontes renováveis, como eólicas ou pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Uma alternativa a ser proposta é obrigar a empresa, como contrapartida para a emissão de licença ambiental, a fazer o mesmo investimento em eficiência energética. Ou seja, em vez de forçar a empresa a investir também em fontes renováveis, atuar do lado da demanda, economizando a necessidade de consumir eletricidade poluente. Por Daniel Rittner, do Valor Econômico, 29/05/2008.
maio 30, 2008
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Um clima de desconfiança aguarda hoje o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em sua estréia num fórum internacional. A maioria dos ambientalistas presentes na Conferência sobre Diversidade Biológica de Bonn, na Alemanha, vê na renúncia de Marina Silva um sinal de que a preservação da natureza não é prioridade do governo brasileiro. Da Folha de S.Paulo, 29/05/2008.










