fevereiro 7, 2008

Comentários desativados

Amazônia: Avanço da agropecuária e abertura de rodovias podem reduzir até 21% de mata até 2030

A Amazônia pode perder até 21% de sua cobertura florestal até o fim de 2030, revela estudo de cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais e do Instituto de Pesquisas Ambientais da Amazônia. Pela projeção, o desmatamento no ritmo atual riscaria do mapa, em 23 anos, 670 mil quilômetros quadrados de floresta, área 15 vezes maior que o Estado do Rio. Por Bernardo Mello Franco, O Globo, 03/02/2008.

Post to Twitter

fevereiro 7, 2008

Comentários desativados

Desmatamento avança em reserva extrativista no Pará

Denúncia de derrubada da floresta foi encaminhada por movimentos sociais ao governo federal – A floresta amazônica continua sendo devastada. Dentro dos 358 mil hectares da reserva extrativista Renascer, em Prainha, no sudoeste do Pará, tratores e motosserras derrubam espécies nobres de madeira que são depois transportadas em balsas pelo Rio Uruará. Segundo denúncia de movimentos sociais do Estado, à beira do rio, pátios de madeireiras estão cheios de toras. As madeireiras que agem na região aproveitam-se da ausência da fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para derrubar as árvores, até mesmo a noite. Quem denuncia o que está ocorrendo é ameaçado de morte e expulso da reserva. Por Carlos Mendes, BELÉM, para O Estado de S.Paulo, 06/02/2008.

Post to Twitter

fevereiro 7, 2008

Comentários desativados

agropecuária: Produção pode dobrar sem desmate na Amazônia

Sorocaba, SP, 6 (AE) – A produção agropecuária atual dos Estados incluídos na Amazônia Legal pode dobrar sem a necessidade de derrubar mais árvores, segundo o engenheiro agrônomo Rodolfo Warto Cyrineu, especialista em recuperação de lavouras e pastos degradados. Basta manejar com mais eficiência as áreas já desmatadas e investir na melhoria do solo. Por José Maria Tomazela, Agência Estado, 06/02/08 às 19:09

Post to Twitter

fevereiro 7, 2008

Comentários desativados

Inpe descarta mudança em números recentes do desmatamento na Amazônia

Depois de apontar um desmatamento na região amazônica nos meses de novembro e dezembro de 1.922 quilômetros quadrados de floresta, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) teve os dados questionados pelo governo de Mato Grosso. Segundo o Inpe, o estado foi responsável por 53,7% do total desmatado entre agosto e dezembro de 2007. Por Marco Antônio Soalheiro, repórter da Agência Brasil.

Post to Twitter

fevereiro 7, 2008

Comentários desativados

DF: Cerrado em risco

admin

Com 2 milhões de quilômetros quadrados, o cerrado é insurgência fitogeográfica do tipo savana de incalculável biodiversidade vegetal e animal estendida sobre nove estados do Brasil: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão e Piauí. Há tempos se encontra ameaçado pelo avanço de monoculturas (soja a mais visível), pecuária extensiva, desmatamento, queimadas, carvoaria e outras formas de predação. Editorial do Correio Braziliense, 06/02/2008.

Post to Twitter

fevereiro 7, 2008

Comentários desativados

SP usa menos da metade de verba para reforma agrária

Estado presta contas da utilização de R$ 26,2 milhões dos R$ 57,4 mi recebidos da União. Órgão do governo tucano diz ter usado verba maior para comprar fazendas e que prestação de contas ao Incra está desatualizada. Por Cristiano Machado, da Folha de S. Paulo, 06/02/2008.

Post to Twitter

fevereiro 7, 2008

Comentários desativados

Europa tenta crescer com baixa emissão de carbono

Metas incluem ter 20% de energia renovável até 2020 e taxar poluidores – A Europa revelou no mês passado o “caminho das pedras” para um futuro com baixas emissões de carbono. Um dos mais radicais planos que a União Européia produziu, o pacote é um esforço para posicionar o bloco na vanguarda dos esforços para conter o aquecimento global. Por Mark Rice-Oxley, Christian Science Monitor, Londres, publicado pelo O Estado de S.Paulo, 06/02/2008.

O plano de ação europeu é uma junção de propostas de lei e diretivas para aumentar a presença de energias renováveis e punir com custos mais altos os poluidores. O objetivo é alcançar a chamada meta “triplo 20” – que consiste em cortar as emissões de gases de efeito estufa em 20%, incentivar o uso de energias renováveis para que cheguem a 20% da oferta e aumentar em 20% a eficiência energética – até 2020. A maior aspiração é mostrar ao mundo que crescimento econômico e empregos não dependem de emissões de carbono.

Mas há ceticismo e descontentamento na mesma medida. Líderes da indústria avisaram que colocar um custo mais alto sobre o carbono faria a Europa menos competitiva em comparação com países que não têm esse tipo de objeção. Os ativistas verdes manifestaram desapontamento em relação aos compromissos firmados na última conferência do clima, em Bali, em dezembro.

“É insuficiente”, diz Stephan Singer, da ONG ambientalista WWF. “Em Bali, a Europa estava a favor de que os países desenvolvidos deveriam cortar as emissões em 25% a 40%. Agora, a tinta de Bali nem secou e eles vieram com uma proposta de 20%”, afirma.

Para Antony Froggat, pesquisador do Chatham House, grupo de discussões sediado em Londres, a questão chave para as metas européias é o fato de que, em alguns países, as emissões de carbono estão aumentando. “A menos que revertamos essa tendência, o resto do mundo irá dizer que nossa política é boa, mas não estamos alcançando os objetivos.”

CONSUMIDOR

O impacto do plano no consumidor europeu médio tende a ser palpável, mas não punitivo. Os preços da energia elétrica devem subir em torno de 15%, enquanto viajantes podem pagar uma taxa extra de 40 por vôos de longa distância e um adicional pela gasolina, que irá conter 10% de biocombustíveis até 2020.

José Manuel Durão Barroso, chefe da Comissão Européia, disse que custaria aos bolsos dos europeus em torno de 3 por semana para implementar o plano – um total de 75 bilhões por ano, ou 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) europeu. Mas uma falha no plano de ação custaria “pelo menos dez vezes mais e poderia chegar a 20% do PIB”, diz Barroso. E os benefícios de uma economia pouco intensiva em carbono compensariam o esforço.

“A Europa tem a chance de ser a primeira economia de uma era de baixas emissões de carbono”, diz Barroso. “Há um custo para se chegar lá, que pode ser gerenciado”, disse ao Parlamento Europeu, que aprovou o plano. “Além disso, todos os dias os preços do petróleo e do gás sobem, o que mostra que o custo do pacote de medidas europeu tende a cair.”

Parte do plano europeu gira em torno de metas para energias renováveis impostas aos países membros. Para alcançar o objetivo de 20% na Europa, os países assumiram metas individuais. O Reino Unido, por exemplo, terá de aumentar em sete vezes seu suprimento de energias limpas, dos atuais 2% de participação na matriz energética para 15%. A França deve saltar de 10% para 23%, e a Suécia, dos atuais 40% para quase 50% da matriz.

NÚMEROS

20% é quanto
a União Européia deve diminuir as emissões de carbono, aumentar a eficiência energética e aumentar a oferta de energias renováveis até 2020

3 por semana
é quanto o plano europeu deve custar ao consumidor médio

75 bilhões
é o custo total estimado do plano de redução das emissões de carbono europeu

Post to Twitter

fevereiro 7, 2008

Comentários desativados

PAC-real, artigo de Ana Echevenguá

admin

,

[EcoDebate] Ao apagar das luzes de 2007, o barril de petróleo atingiu seu valor máximo: foi negociado por mais de 100 dólares na Bolsa Mercantil de Nova York. Dá pra imaginar que, há dez anos, este mesmo barril custava pouco mais de 10 dólares?

Post to Twitter

fevereiro 7, 2008

Comentários desativados

Limites da tolerância, artigo de Leonardo Boff

admin

[EcoDebate] Tudo tem limites, também a tolerância, pois nem tudo vale neste mundo. Os profetas de ontem e de hoje sacrificaram suas vidas porque ergueram sua voz e tiveram a coragem de dizer: “não te é permitido fazer isto ou aquilo”. Há situações em que a tolerância significa cumplicidade com o crime, omissão culposa, insensibilidade ética ou comodismo.

Post to Twitter

fevereiro 7, 2008

Comentários desativados

Duzentos anos de atraso no Brasil, artigo de Marcos Sá Corrêa

admin

[O Estado de S.Paulo] Dos bicentenários que se penduram em cachos na folhinha de 2008, o único que poderia ensinar alguma coisa à atual administração pública brasileira tem tudo para passar em brancas nuvens. Fará 200 anos, daqui a pouco, a chegada ao Rio de um governo que fingiu acabar com a imprudência ambiental nas encostas da cidade.

Post to Twitter

Página 1 de 11